-
Planejamento estratégico situacional na Farmácia Hospitalar Pública: um relato de experiência da construção do plano operativo
- Voltar
Título
Planejamento estratégico situacional na Farmácia Hospitalar Pública: um relato de experiência da construção do plano operativo
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2016
Referência (Vancouver)
Araújo JM, Queiroz GS. Planejamento estratégico situacional na Farmácia Hospitalar Pública: um relato de experiência da construção do plano operativo. J Assist Farmac Farmacoecon. 2016;1(Suppl 1).
Identificador
2016JAFF017
Title
Situational Strategic Planning in Public Hospital Pharmacy: An Experience Report on Constructing the Operational Plan
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2016
Reference (Vancouver)
Araújo JM, Queiroz GS. Planejamento estratégico situacional na Farmácia Hospitalar Pública: um relato de experiência da construção do plano operativo. J Assist Farmac Farmacoecon. 2016;1(Suppl 1).
Identifier
2016JAFF017
Resumo
Introdução: Dentro da área da Assistência Farmacêutica, encontra-se a farmácia hospitalar, conceituada como unidade clínica de assistência técnica e administrativa, com a finalidade de garantir a qualidade da assistência prestada ao paciente, através do uso seguro e racional de medicamentos e correlatos, adequando sua aplicação à saúde individual e coletiva. Nesta perspectiva, o planejamento constitui-se uma ferramenta essencial na condução do processo, reduzindo as incertezas envolvidas do processo decisório e potencializando o alcance dos objetivos propostos. Dentre as posturas de se planejar, encontra-se a estratégica/situacional, que incorpora a possibilidade de conflito e considera as modificações da realidade. Assim, o presente artigo tem como objetivo relatar a experiência da construção de um Plano Operativo (PO), à luz do Planejamento Estratégico Situacional de Matus. Materiais e Métodos: Este estudo é um relato de experiência que delineou os aspectos vivenciados pelo autor durante a elaboração do PO para Farmácia Hospitalar de hospital municipal do Leste Baiano, como parte integrante do Trabalho de Conclusão de Curso para obtenção do título de especialista em Gestão da Assistência Farmacêutica. Para a produção dos dados foi realizada uma análise documental utilizando como fonte de informação os registros realizados na construção do Plano Operativo, levantando-se os facilitadores e as dificuldades encontradas em cada momento de elaboração do Plano Operativo. Resultados e Discussão: O momento explicativo constituiu a primeira etapa da elaboração do PO, contou com uma oficina para a identificação e priorização de problemas que contou com participantes (83%) que estavam diretamente envolvidos com a farmácia hospitalar e as demais etapas deste momento foram realizadas, exclusivamente, pela sua coordenação, devido a dificuldades em reunir os atores. Assim, foi possível afirmar que o momento explicativo, neste Plano, não foi realizado em sua totalidade, pois contou com a participação dos diversos atores, apenas na seleção e priorização dos problemas. As demais etapas do PO (momento normativo, estratégico e tático-operacional) também foram realizadas, entretanto, sofreram grande influência do perfil e do quantitativo reduzido de participantes, visto que foram realizados pela equipe da farmácia ou, exclusivamente, por sua coordenação. Conclusões: Assim, a elaboração deste Plano Operativo não considerou a pluralidade de atores que poderiam ser convidados a participar desta construção, pois se restringiu àqueles que atuavam na farmácia hospitalar. Neste sentido, apesar do interesse em resolver o problema priorizado, os atores convidados apresentavam perfil, limitações e potencialidades semelhantes. Desta maneira, a construção e factibilidade do plano ficaram comprometidas pelo olhar tendencioso sobre a realidade, fato este que apresentou impacto direto na visão dos problemas identificados bem como na sua análise e propostas de superação.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Within the scope of Pharmaceutical Care, hospital pharmacy is conceptualized as a clinical unit providing technical and administrative support to ensure the quality of patient care through the safe and rational use of medicines and related products, adapting their application to both individual and collective health needs. In this perspective, planning is an essential tool in guiding processes, reducing uncertainties in decision-making, and enhancing the achievement of set objectives. Among the planning approaches is strategic/situational planning, which incorporates the possibility of conflict and considers changes in reality. Thus, this article aims to report on the experience of constructing an Operational Plan (OP), guided by Situational Strategic Planning by Matus. Materials and Methods: This study is an experiential report outlining the author's journey in developing the OP for the Hospital Pharmacy of a municipal hospital in the eastern region of Bahia, as part of the Final Course Work to obtain a specialization degree in Pharmaceutical Care Management. Documentary analysis was conducted using information from records made during the OP construction process, focusing on identifying facilitators and challenges encountered at each stage. Results and Discussion: The explanatory phase constituted the first step of OP development, involving a workshop for problem identification and prioritization. Participation included 83% of stakeholders directly involved in hospital pharmacy, with subsequent stages led exclusively by the coordination team due to difficulties in convening all actors. Thus, it was noted that the explanatory phase of this OP was incomplete, as diverse stakeholders were only involved in selecting and prioritizing problems. The normative, strategic, and tactical-operational stages of the OP were also carried out but were significantly influenced by the limited and homogeneous profile of participants, predominantly from the pharmacy team or led by coordination alone. Conclusions: Therefore, the development of this Operational Plan did not fully embrace the diversity of stakeholders who could have contributed to its construction, limiting involvement to those directly associated with hospital pharmacy. Consequently, despite the interest in addressing prioritized issues, invited stakeholders shared similar profiles, limitations, and potentials. This biased view of reality compromised the plan's construction, feasibility, problem identification, analysis, and proposed solutions.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.