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Perfil de consumo de medicamentos por graduandos do curso de farmácia de uma instituição privada
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Título
Perfil de consumo de medicamentos por graduandos do curso de farmácia de uma instituição privada
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2018
Referência (Vancouver)
Davino DMBMC, Melo IAF, Griz SAS, Lins KG, Leite PTB. Perfil de consumo de medicamentos por graduandos do curso de farmácia de uma instituição privada. J Assist Farmac Farmacoecon. 2018;3(Suppl 1).
Identificador
2018JAFF039
Title
Medication Consumption Profile Among Pharmacy Undergraduates at a Private Institution
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2018
Reference (Vancouver)
Davino DMBMC, Melo IAF, Griz SAS, Lins KG, Leite PTB. Perfil de consumo de medicamentos por graduandos do curso de farmácia de uma instituição privada. J Assist Farmac Farmacoecon. 2018;3(Suppl 1).
Identifier
2018JAFF039
Resumo
Introdução: A automedicação, prática rotineira vivenciada por grande parte da população, consiste no consumo de um determinado medicamento sem prescrição médica, para aliviar os sintomas e tratar doenças. Quando praticada corretamente, a automedicação pode também contribuir para aliviar financeiramente os sistemas de saúde pública. Porém, o uso indiscriminado dos medicamentos, pode acarretar resultados indesejáveis. A informação adquirida sobre o uso de medicamentos proporciona maior confiança para a prática entre os estudantes universitários, em especial, os da área da saúde. No Brasil, mais pesquisas e ações precisam ser realizadas, pois há deficiência de dados úteis para combater a automedicação irresponsável, estimulando o uso racional de medic amentos conforme recomendado pela OMS. Objetivo: Avaliar o perfil de consumo de medicamentos por graduandos do curso de farmácia, além de esclarecer e conscientizar os futuros profissionais farmacêuticos sobre automedicação, pois serão os principais responsáveis por orientar a população sobre os riscos dessa prática. Método: Foi realizado um estudo transversal de caráter descritivo com abordagem quantitativa, com acadêmicos matriculados no 1o semestre de 2018 em todos os períodos do curso de farmácia de uma instituição de ensino superior, no município de Maceió-AL. Os dados foram coletados, após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) divulgada através do Parecer Consubstanciado (número: 2.436.431), através da aplicação de um questionário semi-estruturado e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) pelos alunos concordaram em participar da pesquisa. Resultados: O estudo contou com amostra de 225 graduandos, sendo 74,2% do sexo feminino, prevalecendo a faixa etária de 21 a 30 anos e o estado civil solteiro. Apesar de 88,4% relatar ter conhecimento sobre a automedicação, os resultados indicaram a prática por parte dos discentes, pois 68,4% informou se automedicar, 58,2% adquirem medicamentos sem receita, 86,2% estocam medicamentos em casa, as principais classes consumidas são os analgésicos, na forma farmacêutica de comprimidos e o principal motivo foi para dores em geral, tanto para automedicação como de uso contínuo. Quanto à influência no uso de medicamentos, 56,0% consultam o farmacêutico, 32,9% receberam indicações por parte de familiares, amigos ou vizinhos e 53,3% as propagandas de medicamentos chamam atenção para compra, principalmente por TV/Rádio. Quando analisada a mudança de no perfil de consumo dos graduandos, notou-se que 72,30% mudou seu comportamento, e destes, 84,4% reduziram o consumo de medicamentos. Conclusão: Felizmente, foi verificado que existe uma mudança positiva no comportamento de consumo com redução em todos os períodos, provavelmente relacionada ao conhecimento adquirido durante a graduação, tendo consciência dos danos que a automedicação inconsciente pode causar à saúde.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Self-medication, a common practice among a significant portion of the population, involves consuming a certain medication without medical prescription to alleviate symptoms or treat illnesses. When practiced correctly, self-medication can also financially relieve public healthcare systems. However, indiscriminate use of medications can lead to undesirable outcomes. Information acquired about medication use provides greater confidence for practice among university students, especially those in healthcare fields. In Brazil, more research and actions are needed due to a lack of useful data to combat irresponsible self-medication, promoting rational medication use as recommended by the WHO. Objective: To evaluate the medication consumption profile among pharmacy students and to clarify and raise awareness among future pharmacists about self-medication, as they will be primarily responsible for guiding the population about the risks of this practice. Method: A descriptive cross-sectional study with a quantitative approach was conducted among students enrolled in the first semester of 2018 across all periods of a pharmacy course at a higher education institution in Maceió, AL. Data were collected after approval from the Research Ethics Committee (REC) through an Informed Consent Form (ICF), and a semi-structured questionnaire was administered.Results: The study included a sample of 225 undergraduate students, with 74.2% being female, predominantly aged 21-30 years and single. Although 88.4% reported awareness of self-medication, the results indicated that 68.4% practiced self-medication, 58.2% acquired medications without a prescription, and 86.2% stored medications at home. The main drug classes consumed were analgesics in tablet form, primarily for general pain relief, both for self-medication and continuous use. Regarding influence on medication use, 56.0% consulted pharmacists, 32.9% received recommendations from family, friends, or neighbors, and 53.3% were influenced by medication advertisements, mainly through TV/Radio. When analyzing changes in consumption behavior among students, 72.30% reported a change, with 84.4% reducing medication consumption. Conclusion: Fortunately, a positive change in consumption behavior was observed among students, likely attributed to knowledge gained during their education, increasing awareness of the health risks associated with unconscious self-medication.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.