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PE-18 Atividade cicatrizante in vitro da Aloe Fertil®: um estudo fitoquímico e celular comparativo
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Título
PE-18 Atividade cicatrizante in vitro da Aloe Fertil®: um estudo fitoquímico e celular comparativo
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2025
Referência (Vancouver)
Frisso TV, Pinheiro MS. PE-18 Atividade cicatrizante in vitro da Aloe Fertil®: um estudo fitoquímico e celular comparativo. In: Anais do I Congresso Capixaba de Ciências Farmacêuticas; 2025 maio 16-17; Vitória, ES. J Assist Farmac Farmacoecon. 2025;10(Suppl 1).
Identificador
2025JAFF135
Title
PE-18 In vitro wound healing activity of Aloe Fertil®: a comparative phytochemical and cellular study
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2025
Reference (Vancouver)
Frisso TV, Pinheiro MS. PE-18 Atividade cicatrizante in vitro da Aloe Fertil®: um estudo fitoquímico e celular comparativo. In: Anais do I Congresso Capixaba de Ciências Farmacêuticas; 2025 May 16-17; Vitória, ES. J Assist Farmac Farmacoecon. 2025;10(Suppl 1).
Identifier
2025JAFF135
Resumo
Introdução: A Aloe vera é amplamente reconhecida por suas propriedades farmacológicas, especialmente no tratamento de le-sões cutâneas. Sua composição fitoquímica inclui vitaminas, enzimas, minerais, açúcares, antraquinonas, ácidos graxos e com-postos fenólicos com potencial terapêutico1,2. A cicatrização é um processo biológico complexo que envolve fases de inflamação, proliferação e remodelamento, nas quais osfibroblastos desempenham papel fundamental1. Neste contexto, destaca-se o uso do gel liofilizado de Aloe vera como agente cicatrizante. Estudosprévios demonstraram sua aplicação promissora em modelos in vitro6. Objetivo: Avaliar a atividade cicatrizante in vitro do liofilizado de Aloe vera L. fornecido pela empresa Aloe Fértil® (AF). Como objetivos específicos: (i) realizar análise fitoquímica preliminar do liofilizado AF; (ii) avaliar a viabilidadecelular em fibroblastos (L929); (iii) comparar a atividade cicatrizante in vitro do liofilizado AF com o produto comercializado pela empresa Mundo Aloe® (MA)6Material e Método: O liofilizado AF foi convertido em extrato etanólico e submetido à triagem fitoquímica segundo Faitanin (2016)3. A viabilidade celular foi avaliada pelo ensaio MTT, conforme Mosmann (1983)4, em células L929 expostas a diferentes concentrações (12,5–400 μg/mL). A atividade cicatrizante foi mensurada por ensaio de migração celular (wound healing assay) adaptado de Jonkman et al. (2014)5. Os dados foram analisados por ANOVA de uma via7. Resultados e Discussão: A análise fitoquímica do extrato AF revelou a presença de flavonoides,triterpenos, esteroides, cumarinas, taninos e polifenóis; e ausência de saponinas, alcaloides e antraquinonas, resultado semelhante ao obtido para o liofilizado MA6. A viabilidade celular em L929 não foi afetada por nenhuma das concentrações testadas. Na avaliação cicatrizante do liofilizado MA, a concentração de 100 μg/mL apresentou maior taxa de cicatrização (20,06%), seguida por 400 μg/mL (20,04%) e 50 μg/mL (14,59%)6. Os testes com o liofilizado AF ainda estão em andamento e serão comparados estatisticamente aos resultados do liofilizado MA, visando identificar diferençassignificativas. Conclusões: Os resultados preliminares sugerem que ambos os liofilizados de Aloe vera (AF e MA) possuem perfil fitoquímico semelhante e são atóxicos em cultura de fibroblastos. O liofilizado MA demonstrou atividade cicatrizante relevante in vitro, especialmente na concentração de 100 μg/mL. A finalização dos en-saios com o AF permitirá uma análise comparativa robusta, contribuindo para o desenvolvimento de formulações fitoterápicas com base científica consolidada.
Palavras-chave
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Aloe vera is widely recognized for its pharmacological properties, especially in the treatment of skin lesions. Its phytochemical composition includes vitamins, enzymes, minerals, sugars, anthraquinones, fatty acids, and phenolic compounds with therapeutic potential 1,2 . Healing is a complex biological process involving phases of inflammation, proliferation, and remodeling, in which fibroblasts play a fundamental role 1. In this context, the use of lyophilized Aloe vera gel as a healing agent stands out. Previous studies have demonstrated its promising application in in vitro models 6. Objective: To evaluate the in vitro healing activity of lyophilized Aloe vera L. supplied by the company Aloe Fértil® (AF). Specific objectives: (i) to perform a preliminary phytochemical analysis of the AF lyophilized gel; (ii) to evaluate cell viability in fibroblasts (L929); (iii) to compare the in vitro wound healing activity of lyophilized AF with the product marketed by the company Mundo Aloe® (MA) 6 Material and Method: The lyophilized AF was converted into an ethanolic extract and subjected to phytochemical screening according to Faitanin (2016) 3 . Cell viability was evaluated by the MTT assay, according to Mosmann (1983) 4 , in L929 cells exposed to different concentrations (12.5–400 μg/mL). Wound healing activity was measured by a cell migration assay (wound healing assay) adapted from Jonkman et al. (2014) 5 . Data were analyzed by one-way ANOVA 7 . Results and Discussion: The phytochemical analysis of the AF extract revealed the presence of flavonoids, triterpenes, steroids, coumarins, tannins and polyphenols; and the absence of saponins, alkaloids, and anthraquinones, a result similar to that obtained for the MA lyophilized extract 6. Cell viability in L929 was not affected by any of the concentrations tested. In the wound healing evaluation of the MA lyophilized extract, the concentration of 100 μg/mL showed the highest healing rate (20.06%), followed by 400 μg/mL (20.04%) and 50 μg/mL (14.59%) 6. Tests with the AF lyophilized extract are still ongoing and will be statistically compared to the results of the MA lyophilized extract, aiming to identify significant differences. Conclusions: Preliminary results suggest that both Aloe vera lyophilized extracts (AF and MA) have a similar phytochemical profile and are non-toxic in fibroblast culture. The MA lyophilized extract demonstrated relevant wound healing activity in vitro, especially at the concentration of 100 μg/mL. The completion of the trials with AF will allow for a robust comparative analysis, contributing to the development of phytotherapeutic formulations based on solid scientific evidence.
Keywords
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.