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Panorama da rede de assistência oncológica brasileira sob a perspectiva do Sistema Único de Saúde (SUS) e do privado
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Título
Panorama da rede de assistência oncológica brasileira sob a perspectiva do Sistema Único de Saúde (SUS) e do privado
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2016
Referência (Vancouver)
Nita ME, Mussolino F, Vaz P, Riveros B, Tolentino ACM. Panorama da rede de assistência oncológica brasileira sob a perspectiva do Sistema Único de Saúde (SUS) e do privado. J Assist Farmac Farmacoecon. 2016;1(Suppl 1).
Identificador
2016JAFF015
Title
Overview of the Brazilian Oncological Care Network from the Perspective of the Unified Health System (SUS) and the Private Sector
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2016
Reference (Vancouver)
Nita ME, Mussolino F, Vaz P, Riveros B, Tolentino ACM. Panorama da rede de assistência oncológica brasileira sob a perspectiva do Sistema Único de Saúde (SUS) e do privado. J Assist Farmac Farmacoecon. 2016;1(Suppl 1).
Identifier
2016JAFF015
Resumo
Objetivos: Apresentar um panorama da rede de assistência oncológica brasileira sob a perspectiva do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Sistema Suplementar. Métodos: Revisão de toda base de dados de registro dos estabelecimentos de saúde brasileiros (Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde – CNES / DATASUS) referente a setembro de 2015. Foram utilizadas bases de dados de cadastro dos estabelecimentos, de habilitações em oncologia (CACON – Centro de assistência de alta complexidade em oncologia, e UNACON – Unidade de assistência de alta complexidade em oncologia), e de profissionais que neles possuem vínculos. Essa fonte de informação tem como objetivo cadastrar todos os estabelecimentos de saúde: públicos, conveniados e privados, seja pessoa física ou jurídica, que realizam qualquer tipo de serviço de atenção à saúde no âmbito do território nacional. Resultados: O Brasil possui 2.404 centros de assistência oncológica com 5.945 oncologistas. 11% dos centros (273) e 75% dos médicos (4.488) estão no SUS, média de 16 oncologistas por centro e 1,2 oncologista para cada 10.000 habitantes dependentes exclusivamente do SUS, na faixa de 46 a 80 anos. 83% são hospitais gerais (226) e 17% hospitais especializados (47), sendo 66% privados (180) - 161 filantrópicos e 19 lucrativos. Dentre os 93 hospitais públicos, 47 possuem gestão estadual, 32 federal e 14 municipal. No Sistema Suplementar são 2.131 centros de oncologia e 3.364 oncologistas, média de 2 oncologistas por centro, e 2,4 oncologistas para cada 10.000 habitantes com planos de saúde, na faixa de 46 a 80 anos. Aproximadamente 2.000 oncologistas atendem no SUS e no Sistema Suplementar. 31% são clínicas e ambulatórios especializados, 25% hospital geral, 25% consultórios e 19% outros 21 tipos de estabelecimentos, sendo 88% privado (1.881) – 1.575 lucrativos e 306 filantrópicos. Dentre os 250 públicos, 161 possuem gestão municipal, 67 estadual e 22 federal. Conclusão: O Brasil possui importante rede de atendimento em oncologia, e enquanto uma estrutura menor para o SUS que atende a maior parte da população (200 milhões), uma estrutura maior para o setor privado, atende a menor parcela da população que possui planos de saúde. Vale ressaltara ainda que a estrutura de rede da assistência oncológica no sistema público e privado possui padrões bem distintos de organização, porém com a convergência dos profissionais. A partir disso, é importante nesse momento ampliar a discussão sobre o SUS espera das políticas da saúde suplementar.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objectives: Present an overview of the Brazilian oncology care network from the perspectives of the Unified Health System (SUS) and the Supplementary Health System. Methods: Review of the entire database of Brazilian health establishments (National Registry of Health Establishments - CNES / DATASUS) as of September 2015. Data from establishment registries, oncology certifications (CACON - High Complexity Oncology Care Center, and UNACON - High Complexity Oncology Care Unit), and affiliated professionals were utilized. This information source aims to register all health establishments - public, contracted, and private, whether individual or corporate, providing any type of healthcare service nationwide. Results: Brazil has 2,404 oncology care centers with 5,945 oncologists. 11% of centers (273) and 75% of physicians (4,488) are within SUS, averaging 16 oncologists per center and 1.2 oncologists per 10,000 SUS-dependent inhabitants aged 46 to 80 years. 83% are general hospitals (226) and 17% are specialized hospitals (47), with 66% being private (180) - 161 philanthropic and 19 for-profit. Among 93 public hospitals, 47 are state-managed, 32 federal, and 14 municipal. In the Supplementary System, there are 2,131 oncology centers and 3,364 oncologists, averaging 2 oncologists per center and 2.4 oncologists per 10,000 plan-holding inhabitants aged 46 to 80 years. Approximately 2,000 oncologists serve both SUS and the Supplementary System. 31% are specialized clinics and outpatient facilities, 25% are general hospitals, 25% are private clinics, and 19% are other types of establishments, with 88% being private (1,881) - 1,575 for-profit and 306 philanthropic. Among 250 public establishments, 161 are municipally managed, 67 state-managed, and 22 federally managed. Conclusion: Brazil has an important oncology care network, with a smaller structure under SUS serving the majority of the population (200 million) and a larger structure under the private sector serving a smaller portion of the population with health plans. It is noteworthy that the organizational patterns of oncology care networks in the public and private sectors are distinct, although there is convergence among professionals. Therefore, it is important to expand discussions regarding SUS expectations and health supplementary policies.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.
Autores
Ana Clara Tolentino | Bruno Riveros | Fernanda Mussolino | Marcelo Eidi Nita | Paulo Vaz