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Complicações da hipertensão arterial na gravidez e a importância da farmacoterapia
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Título
Complicações da hipertensão arterial na gravidez e a importância da farmacoterapia
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2018
Referência (Vancouver)
Santos MAT, Silva JOS, Filho ACP, Santos JV, Leão IMS, Filho MA, Amorim RCS, Filho JJO. Complicações da hipertensão arterial na gravidez e a importância da farmacoterapia. J Assist Farmac Farmacoecon. 2018;3(Suppl 1).
Identificador
2018JAFF071
Title
Complications of Hypertension in Pregnancy and the Importance of Pharmacotherapy
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2018
Reference (Vancouver)
Santos MAT, Silva JOS, Filho ACP, Santos JV, Leão IMS, Filho MA, Amorim RCS, Filho JJO. Complicações da hipertensão arterial na gravidez e a importância da farmacoterapia. J Assist Farmac Farmacoecon. 2018;3(Suppl 1).
Identifier
2018JAFF071
Resumo
Introdução: A gravidez é um estado natural, na qual conceber uma vida é a tentativa de não apagar sua própria existência. No entanto, há algumas mulheres que possuem a probabilidade de desencadear alterações fisiológicas neste período como a Hipertensão Arterial (HA). Existem quatro tipos de HA que causam complicações no período gestacional: a pré-eclâmpsia, a eclampsia, a hipertensão arterial gestacional, e a pré-eclâmpsia sobreposta à hipertensão crônica. Algumas dessas complicações podem levar ao deslocamento placentário, o óbito, e riscos para o feto como alterações do crescimento e nascimento de natimortos. Caso não se tenha uma resposta satisfatória ao controle da HA através de tratamento não farmacológico, existem alguns fármacos anti-hipertensivos utilizados para o tratamento em gestantes como a alfa-metildopa, hidralazina, labetalol e o nifedipino. Objetivo: Demonstrar através de revisão de literatura, as complicações da hipertensão arterial e a importância de sua farmacoterapia. Metodologia: Tratou-se de uma revisão bibliográfica através de buscas eletrônicas nos bancos de dados Scientific Electronic Library Online (Scielo), Ministério da Saúde, Google Scholar, utilizando as palavras-chave referentes ao assunto: “hipertensão arterial”, “gravidez”, “farmacoterapia”, “eclampsia”, “atenção farmacêutica” publicados entre 2013 a 2018. Resultados: Por ser uma doença crônica, não transmissível, de difícil adesão ao tratamento e com um alto grau de morbimortalidade, a hipertensão arterial é considerada um grave problema de saúde pública. Os fatores de riscos que podem estar relacionados na elevação da pressão arterial no período gestacional estão ligados a diversos fatores como, por exemplo, a situação socioeconômica, o histórico familiar e a idade avançada. Há uma predominância da HA no sexo feminino, possivelmente interligado a uma variedade de fatores como maior procura das mulheres nos serviços de saúde. No estado do Alagoas foram registrados 39 óbitos maternos decorrentes a hipertensão no período gestacional, registrados entre os anos de 2010 a 2015. É ainda, uma das complicações gestacionais que tem um alto índice de morte materna. Conclusão: A falta de uma conduta adequada para o tratamento da hipertensão arterial na gravidez pode aumentar o grau de complicações materno-fetal, desta forma é imprescindível que mulheres com gestação de alto risco, deem prioridade ao seu tratamento, seguindo rigorosamente o horário que se devem tomar cada medicamento, sob orientação médica, para que haja menos risco de mortalidade materno-fetal. Além do mais, é de suma importância o acompanhamento multiprofissional do profissional farmacêutico, haja vista, o farmacêutico possui a capacidade técnica de orientar sobre os riscos e benefícios dos fármacos utilizados para o tratamento.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Pregnancy is a natural state where conceiving a life is an attempt not to erase one's own existence. However, some women have a probability of experiencing physiological changes during this period, such as Arterial Hypertension (AH). There are four types of AH that can cause complications during pregnancy: preeclampsia, eclampsia, gestational hypertension, and preeclampsia superimposed on chronic hypertension. Some of these complications can lead to placental displacement, maternal death, and risks to the fetus such as growth alterations and stillbirths. If non-pharmacological treatment does not provide a satisfactory response to AH control, there are several antihypertensive medications used in pregnant women, including alpha-methyldopa, hydralazine, labetalol, and nifedipine. Objective: To demonstrate through a literature review the complications of arterial hypertension and the importance of its pharmacotherapy. Methodology: This study conducted a bibliographic review through electronic searches in databases such as Scientific Electronic Library Online (Scielo), Ministry of Health, and Google Scholar, using keywords related to the subject: "arterial hypertension," "pregnancy," "pharmacotherapy," "eclampsia," and "pharmaceutical care," focusing on publications between 2013 and 2018. Results: Arterial hypertension is considered a serious public health problem due to its chronic, non-communicable nature, difficulty in treatment adherence, and high morbidity and mortality rates. Risk factors associated with elevated blood pressure during pregnancy include socioeconomic status, family history, and advanced maternal age. There is a predominance of AH in females, possibly linked to various factors such as greater healthcare-seeking behavior among women. In the state of Alagoas, 39 maternal deaths due to hypertension during pregnancy were recorded between 2010 and 2015, highlighting it as one of the leading causes of maternal mortality among gestational complications. Conclusion: Inadequate management of arterial hypertension during pregnancy can increase maternal-fetal complications significantly. Therefore, it is essential that women with high-risk pregnancies prioritize their treatment, strictly adhering to medication schedules under medical guidance to minimize maternal-fetal mortality risks. Additionally, comprehensive pharmaceutical care involving multidisciplinary healthcare professionals, including pharmacists, is crucial. Pharmacists possess the technical expertise to educate patients about the risks and benefits of medications used in treatment, ensuring informed decision-making and optimal health outcomes for both mother and fetus.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.