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Acordos inovadores no mundo: avaliação da experiência internacional
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Título
Acordos inovadores no mundo: avaliação da experiência internacional
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2019
Referência (Vancouver)
Duva AS, Matsuno G, Julian GS. Acordos inovadores no mundo: avaliação da experiência internacional. J Assist Farmac Farmacoecon. 2019;4(Suppl 1).
Identificador
2019JAFF010
Title
Innovative Agreements Worldwide: Evaluation of International Experience
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2019
Reference (Vancouver)
Duva AS, Matsuno G, Julian GS. Acordos inovadores no mundo: avaliação da experiência internacional. J Assist Farmac Farmacoecon. 2019;4(Suppl 1).
Identifier
2019JAFF010
Resumo
Introdução: A Incorporação da nusinersena no Sistema Único de Saúde atrelada a um acordo de compartilhamento de risco é um marco na história da CONITEC. Entretanto, a experiência com este tipo de acordo no Brasil é limitada, o que causa uma demanda por maior entendimento das experiências internacionais. Por sua vez, as informações sobre acordos internacionais em fontes públicas são muitas vezes dispersas e de difícil acesso, dificultando a consulta a elas. Objetivos: Ilustrar a experiência global com acordos inovadores a partir de experiências documentadas em fontes públicas. Descrever onde, para quais áreas terapêuticas e com que tipo de estrutura estes acordos são firmados. Métodos: Foi realizada uma busca na base de dados de acordos inovadores proprietária da IQVIA considerando todos os acordos inovadores catalogados e registrados a partir de fontes públicas de informação no período entre 1994 e 2018. Foram considerados como acordos inovadores aqueles que consideram mecanismos de precificação, financiamento ou contratação que são mutuamente benéficos para os pagadores e a indústria e que não são considerados prática padrão no mercado. Os acordos identificados foram analisados em relação à onde foram realizados, qual a área terapêutica, qual a modalidade de acordo e qual a estrutura do acordo. Resultados: Foram localizados 369 acordos distintos. A região com mais acordos foi a Europa (72%), seguida da América do Norte (19%), Ásia (8%) e América Latina (1%). A maior parte dos acordos está restrita à oncologia (41%) e doenças autoimunes (15%). No que tange às modalidades dos acordos, a maioria foi de acordos de compartilhamento de risco baseados em valor (37%), seguidos de acordos financeiros “tradicionais” (18%), acordos financeiros com compartilhamento de risco (18%), reembolso com desenvolvimento de novas evidências (16%) e modalidade desconhecida (12%). Ao analisar a modalidade de acordo para oncologia e doenças autoimunes – áreas terapêuticas mais comuns – perfis distintos são observados: na oncologia é mais comum o compartilhamento de risco, sendo os tipos de acordo mais comuns os de compartilhamento de risco baseados em valor (33%) seguidos de acordos financeiros com compartilhamento de risco (24%), Já nas doenças autoimunes, a maior prevalência é de acordos menos complexos, como os acordos financeiros “tradicionais” (40%), só então seguidos dos acordos compartilhamento de risco baseados em valor (32%). Conclusão: A pequena representatividade da América Latina no cenário global de acordos inovadores ilustra não só a necessidade de aprender com a experiências prévias de outros países, mas também ressalta a importância dos novos acordos firmados pelo Ministério da Saúde para a região. Outro fator de atenção é a discrepância na quantidade de acordos baseados em risco entre as diferentes áreas terapêuticas analisadas.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: The incorporation of nusinersen into the Brazilian Unified Health System (SUS) under a risk-sharing agreement marks a significant milestone for CONITEC. However, the experience with such agreements in Brazil is limited, highlighting the need for a deeper understanding of international experiences. Information on international agreements from public sources is often scattered and challenging to access, further complicating consultation. Objectives: This study aims to illustrate the global experience with innovative agreements based on documented experiences from public sources. It seeks to describe where these agreements are implemented, which therapeutic areas they target, and the structures of these agreements. Methods: A search was conducted in IQVIA's proprietary database of innovative agreements, considering all agreements cataloged and documented from public sources between 1994 and 2018. Innovative agreements were defined as those incorporating pricing, financing, or contracting mechanisms mutually beneficial to payers and the industry, not considered standard market practices. Identified agreements were analyzed based on their geographic location, therapeutic area, agreement type, and structure. Results: A total of 369 distinct agreements were identified. Europe accounted for the majority of agreements (72%), followed by North America (19%), Asia (8%), and Latin America (1%). The most prevalent therapeutic areas covered by these agreements were oncology (41%) and autoimmune diseases (15%). Regarding agreement types, the majority were value-based risk-sharing agreements (37%), followed by traditional financial agreements (18%), financial agreements with risk-sharing (18%), reimbursement with new evidence development (16%), and unknown modalities (12%). When analyzing agreement types specifically for oncology and autoimmune diseases— the most common therapeutic areas—a distinction in profiles was observed. In oncology, risk-sharing agreements were more prevalent, with value-based risk-sharing agreements (33%) and financial agreements with risk-sharing (24%) being the most common. Conversely, in autoimmune diseases, simpler financial agreements were more prevalent, particularly traditional financial agreements (40%), followed by value-based risk-sharing agreements (32%). Conclusion: The low representation of Latin America in the global landscape of innovative agreements underscores the importance of learning from international precedents and emphasizes the significance of new agreements initiated by the Ministry of Health for the region. Another critical observation is the variation in the prevalence of risk-sharing agreements across different therapeutic areas analyzed.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.