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Acionistas e propriedade comum no mercado de anticorpos monoclonais: uma análise de rede
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Título
Acionistas e propriedade comum no mercado de anticorpos monoclonais: uma análise de rede
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado no 14º Fórum Brasileiro sobre Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (FAFF) e publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Motta-Santos AS, Ribeiro LC, Gow J, Alam K, Noronha K, Andrade MV. Acionistas e propriedade comum no mercado de anticorpos monoclonais: uma análise de rede. J Assist Farmac Farmacoecon. 2026;11.
Identificador
2026JAFF099
Title
Shareholders and common ownership in the monoclonal antibody market: a network analysis
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at the 14th Brazilian Forum on Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (FAFF) and published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2026
Identifier
2026JAFF099
Resumo
Introdução: A propriedade comum referese a uma situação em que múltiplas empresas são parcialmente controladas pelos mesmos investidores.13 Essa estrutura pode facilitar parcerias estratégicas, permitindo colaborações em pesquisa e desenvolvimento, bem como o compartilhamento de tecnologias.4,5 No entanto, também tem sido associada à redução da entrada de novos concorrentes e à diminuição da competição.2,68Objetivo: Este estudo tem como objetivo avaliar parcerias acionárias e a propriedade comum no mercado de anticorpos monoclonais (mAbs).Métodos: Foi realizada uma análise transversal dos acionistas no mercado de mAbs. As relações entre acionistas e empresas foram examinadas por meio de análise de redes. Três redes foram construídas para avaliar o fluxo de influência e informação, a participação dos acionistas nas empresas e a propriedade comum. A análise de propriedade comum incluiu um perfil de propriedade comum pareado para a rede, uma métrica de propriedade comum para os acionistas e outra para as empresas. Resultados: Um dos principais resultados observados foi que os vértices mais conectados não são necessariamente os mais importantes ou estrategicamente posicionados na rede. Ou seja, o alto grau de centralidade nem sempre implica alta influência. É evidente que o poder das empresas, medido pelo grau de centralidade, é relativamente mais proeminente na rede em comparação com seu posicionamento ou influência. Já os acionistas tendem a ocupar posições mais estratégicas dentro da rede e frequentemente estão conectados a vértices altamente influentes. A análise de propriedade comum mostrou que alguns acionistas estão mais bem conectados que outros, sendo a BlackRock, a UBS e a JPMorgan Chase os destaques como acionistas comuns mais proeminentes. Em relação às empresas, Abbott, Eli Lilly, BMS, Biogen, Pfizer e Amgen foram aquelas com os acionistas mais influentes na rede. Conclusões: Há indícios de concentração de poder e influência nas mãos de poucos agenteschave do mercado. Isso sugere a possível existência de um fenômeno de “clube dos ricos” moldando decisões no mercado de inovação em mAbs. No entanto, são necessários estudos mais aprofundados para avaliar adequadamente essa possibilidade.
Palavras-chave
Anticorpos monoclonais | Economia da saúde | Financeirização | Propriedade comum
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Common ownership refers to a situation in which multiple companies are partially controlled by the same investors.13 This structure can facilitate strategic partnerships, allowing collaborations in research and development, as well as technology sharing.4,5 However, it has also been associated with reduced entry of new competitors and diminished competition.2,68 Objective: This study aims to evaluate equity partnerships and common ownership in the monoclonal antibody (mAbs) market. Methods: A crosssectional analysis of shareholders in the mAbs market was conducted. Relationships between shareholders and companies were examined through network analysis. Three networks were constructed to evaluate the flow of influence and information, shareholder participation in companies, and common ownership. The common ownership analysis included a paired common ownership profile for the network, a common ownership metric for shareholders, and another for companies. Results: One of the main findings observed was that the most connected nodes are not necessarily the most important or strategically positioned in the network. In other words, a high degree of centrality does not always imply high influence. It is evident that company power, measured by centrality degree, is relatively more prominent in the network compared to its positioning or influence. Shareholders, on the other hand, tend to occupy more strategic positions within the network and are frequently connected to highly influential nodes. The common ownership analysis showed that some shareholders are better connected than others, with BlackRock, UBS, and JPMorgan Chase standing out as the most prominent common shareholders. Regarding companies, Abbott, Eli Lilly, BMS, Biogen, Pfizer, and Amgen were those with the most influential shareholders in the network. Conclusions: There are indications of power and influence concentration in the hands of a few key market players. This suggests the possible existence of a "rich club" phenomenon shaping decisions in the mAbs innovation market. However, more indepth studies are required to adequately evaluate this possibility.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.