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Um levantamento global e em condições reais de realidade sobre o impacto da doença em pacientes do sexo masculino com hemofilia B em tratamento.
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Título
Um levantamento global e em condições reais de realidade sobre o impacto da doença em pacientes do sexo masculino com hemofilia B em tratamento.
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Gheorghe M, Booragadda H, Kim HK, Estevez CF, Wirz R, Ball N, Wynne-Cattanach K, Morton E, Lai S, Sahar R, Blazos C. A real-world, global survey of the disease burden of treated hemophilia B male patients [Internet]. In: ISPOR Europe 2026; 2026 nov; Viena, Áustria. Disponível em: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-europe-2026/poster-session-3-4/a-real-world-global-survey-of-the-disease-burden-of-treated-hemophilia-b-male-patients
Identificador
2026ISPOR005
Title
A real-world, global survey of the disease burden of treated hemophilia B male patients
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2026
Reference (Vancouver)
Gheorghe M, Booragadda H, Kim HK, Estevez CF, Wirz R, Ball N, Wynne-Cattanach K, Morton E, Lai S, Sahar R, Blazos C. A real-world, global survey of the disease burden of treated hemophilia B male patients [Internet]. In: ISPOR Europe 2026; 2026 Nov; Vienna, Austria. Available from: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-europe-2026/poster-session-3-4/a-real-world-global-survey-of-the-disease-burden-of-treated-hemophilia-b-male-patients
Identifier
2026ISPOR005
Resumo
OBJETIVOS: Descrever a carga da doença relatada por médicos e pacientes na prática clínica em pacientes com hemofilia B em tratamento, em nível global. MÉTODOS: Os dados foram extraídos do Adelphi Real World Disease Specific Programme™, um estudo transversal com coleta retrospectiva de dados de médicos e homens com hemofilia B (HB) no Brasil, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, Arábia Saudita, Espanha, Taiwan, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos (julho de 2023 a abril de 2025). Os médicos relataram dados sobre informações demográficas dos pacientes, desfechos clínicos e barreiras ao tratamento. Os pacientes relataram dados sobre satisfação com o tratamento e impacto do tratamento por meio do Questionário de Qualidade de Vida na Hemofilia (Haem-A-QoL) (pontuação de 0 a 100, de comprometimento baixo a alto). As análises foram descritivas. RESULTADOS: Conforme relatado pelos médicos (n=256), a idade média (DP) dos pacientes com hemofilia B leve (n=622) tratados foi de 25,2 (15,0) anos, o IMC médio (DP) foi de 22,4 (4,6) kg/m² e 40,1% apresentavam hemofilia grave (nível de fator de coagulação <1%). No momento da pesquisa, 89,5% estavam em profilaxia (Ppx), e a duração mediana (IQR) desse tratamento foi de 3,5 (1,5-6,4) anos. Os médicos não estavam completamente satisfeitos com o tratamento com Ppx para 47,8% dos pacientes com hemofilia B leve, principalmente devido a preocupações relacionadas à administração/dosagem (73,1%), incluindo “muitas infusões/injeções” (34,2%), “infusões/injeções demoradas” (24,2%) e tratamento “difícil de administrar” (21,9%). Os médicos relataram que 53,5% dos pacientes com hemofilia B leve apresentaram pelo menos um episódio de sangramento intercorrente nos 12 meses anteriores à pesquisa e 47,8% sofreram problemas articulares, sendo que 51,0% desses apresentavam artropatia hemofílica. Os médicos relataram que 52,6% dos pacientes necessitaram de terapias adicionais, sendo as mais comuns fisioterapia (31,4%) e termoterapia (10,5%). Entre os pacientes com dados autorrelatados (n=122), 73,8% não estavam completamente satisfeitos com o tratamento atual; A pontuação média (DP) do domínio de tratamento do Haem-A-QoL foi de 47,1 (20,2) (n=67), e 90,2% relataram dificuldade para realizar atividades diárias. CONCLUSÕES: Os resultados sugerem que o fardo permanece alto para pacientes com hemofilia B em tratamento, devido à saúde articular comprometida, dificuldade para realizar atividades, insatisfação com o tratamento e pontuação do domínio de tratamento do Haem-A-QoL relatada pelo paciente, indicando uma necessidade não atendida que novas terapias poderiam abordar.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
OBJECTIVES: To describe the real-world physician- and patient-reported disease burden within the treated hemophilia B population, globally.
METHODS: Data were drawn from the Adelphi Real World Disease Specific ProgrammeTM, a cross-sectional survey with retrospective data collection of physicians and males living with hemophilia B (MlwHB) in Brazil, France, Germany, India, Italy, Japan, Kingdom of Saudi Arabia, Spain, Taiwan, Turkey, the United Kingdom, and the United States (July 2023-April 2025). Physicians reported data on patient demographics, clinical outcomes and treatment barriers. Patients reported data on treatment satisfaction, and impact of treatment via the Hemophilia Quality of Life Questionnaire (Haem-A-QoL) (scored 0 to 100, low to high impairment). Analyses were descriptive.
RESULTS: As reported by physicians (n=256), treated MlwHB (n=622) mean (SD) age was 25.2 (15.0) years, mean (SD) BMI was 22.4 (4.6) kg/m2 and 40.1% had severe hemophilia (clotting factor level <1%). At time of survey, 89.5% were prescribed prophylaxis (Ppx), and median (IQR) duration of this treatment was 3.5 (1.5-6.4) years. Physicians were not completely satisfied with Ppx for 47.8% MlwHB, most commonly due to administration/dosing related concerns (73.1%), including “too many infusions/injections” (34.2%), “lengthy infusions/injections” (24.2%) and “difficult to administer” treatment (21.9%). Physicians reported 53.5% of MlwHB experienced ≥1 breakthrough bleeding episode in the 12 months prior to survey and 47.8% suffered joint problems, with hemophilic arthropathy among 51.0% of these. Physicians reported 52.6% of patients required additional therapies, most commonly physical therapy (31.4%) and thermotherapy (10.5%). Among patients with self-reported data (n=122), 73.8% were not completely satisfied with current treatment; mean (SD) Haem-A-QoL treatment domain score was 47.1 (20.2) (n=67), and 90.2% experienced difficulty performing daily activities.
CONCLUSIONS: Results suggest that burden remains high for treated MlwHB through impaired joint health, difficulty with activities, treatment dissatisfaction, and patient-reported Haem-A-QoL treatment domain score, indicating unmet need that novel therapies could address.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.