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Implicações de custo na cadeia de suprimentos de formulações de vacinas contra COVID-19 estáveis a temperaturas ultrabaixas versus estáveis à refrigeração no Brasil…
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Título
Implicações de custo na cadeia de suprimentos de formulações de vacinas contra COVID-19 estáveis a temperaturas ultrabaixas versus estáveis à refrigeração no Brasil...
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Yang J. Supply-chain cost implications of ultra-low-temperature versus refrigeration stable COVID-19 vaccine formulations in Brazil... [Internet]. In: ISPOR Asia Pacific Summit 2026; 2026 set; Bangkok, Tailândia. Disponível em: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ap-summit-2026/poster-session-3-5/supply-chain-cost-implications-of-ultra-low-temperature-versus-refrigeration-stable-covid-19-vaccine-formulations-in-brazil
Identificador
2026ISPOR121
Title
Supply-chain cost implications of ultra-low-temperature versus refrigeration stable COVID-19 vaccine formulations in Brazil...
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2026
Reference (Vancouver)
Yang J. Supply-chain cost implications of ultra-low-temperature versus refrigeration stable COVID-19 vaccine formulations in Brazil... [Internet]. In: ISPOR Asia Pacific Summit 2026; 2026 Sep; Bangkok, Thailand. Available from: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ap-summit-2026/poster-session-3-5/supply-chain-cost-implications-of-ultra-low-temperature-versus-refrigeration-stable-covid-19-vaccine-formulations-in-brazil
Identifier
2026ISPOR121
Resumo
OBJETIVOS: Os requisitos específicos da cadeia de frio para cada formulação não são comumente incorporados às avaliações econômicas de vacinas, embora possam influenciar materialmente a escolha do produto, o impacto orçamentário e a viabilidade de implementação em programas públicos de imunização. Comparamos os custos da cadeia de suprimentos de formulações de vacinas contra COVID-19 de temperatura ultrabaixa (ULT) versus formulações estáveis à refrigeração (RS) no Brasil, sob a perspectiva do sistema público de saúde, com foco na eficiência de distribuição e no desperdício. MÉTODOS: Um modelo determinístico de custos da cadeia de suprimentos foi desenvolvido para estimar os custos operacionais de um programa hipotético de vacinação que distribuísse 1.000.000 de doses no Brasil. As categorias de custos incluíram recebimento no aeroporto, despesas de capital para armazenamento central, distribuição, armazenamento local, desperdício relacionado à administração, consumo de energia e emissões de carbono. Os dados de entrada do modelo foram obtidos de fontes de custos públicos, literatura publicada e premissas operacionais relevantes para o Brasil, baseadas nos requisitos de manuseio específicos de cada formulação. Os custos de armazenamento, distribuição, equipamentos e energia foram baseados em estimativas publicadas e derivadas do mercado, enquanto as suposições sobre desperdício foram baseadas em evidências sobre a complexidade de manuseio e a experiência operacional relatadas na literatura. RESULTADOS: Os custos totais anuais da cadeia de suprimentos foram estimados em US$ 5.960.648 para formulações ULT e US$ 1.936.746 para formulações RS, com os custos ULT aproximadamente 3,1 vezes maiores e uma diferença incremental de US$ 4.023.901. O desperdício relacionado à administração foi o principal fator de custo em ambos os cenários, representando US$ 4.800.000 no cenário ULT e US$ 1.600.000 no cenário RS. Componentes de custo adicionais que favoreceram as formulações RS incluíram custos de capital para armazenamento local, distribuição e armazenamento central. CONCLUSÕES: As formulações RS da vacina contra COVID-19 apresentaram custos de cadeia de suprimentos substancialmente menores do que as formulações ULT. Os requisitos de implementação específicos de cada formulação, embora raramente considerados nas avaliações econômicas de vacinas, podem afetar significativamente as decisões de aquisição, a viabilidade da implementação e o impacto orçamentário em programas públicos de imunização. Incorporar os custos operacionais juntamente com o preço de aquisição pode contribuir para uma seleção mais eficiente de vacinas, especialmente em contextos com capacidade limitada de refrigeração.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
OBJECTIVES: Formulation-specific cold-chain requirements are not commonly incorporated into vaccine economic evaluations, yet they may materially influence product choice, budget impact, and implementation feasibility in public immunization programs. We compared the supply-chain costs of ultra-low-temperature (ULT) versus refrigeration stable (RS) COVID-19 vaccine formulations in Brazil from a public-sector health system perspective, focusing on deployment efficiency and wastage.
METHODS: A deterministic supply-chain cost model was developed to estimate operational costs for a hypothetical vaccination program delivering 1,000,000 doses in Brazil. Cost categories included airport receiving, central storage capital expenditure, distribution, local storage, administration-related wastage, energy consumption, and carbon emissions. Model inputs were drawn from public cost sources, published literature, and Brazil-relevant operational assumptions informed by formulation-specific handling requirements. Cost inputs for storage, distribution, equipment, and energy were based on published and market-derived estimates, while wastage assumptions were informed by evidence on handling complexity and operational experience reported in the literature.
RESULTS: Total annual supply-chain costs were estimated at US$5,960,648 for ULT formulations and US$1,936,746 for RS formulations, with ULT costs approximately 3.1-fold higher and an incremental difference of US$4,023,901. Administration-related wastage was the primary cost driver in both scenarios, accounting for US$4,800,000 in the ULT scenario and US$1,600,000 in the RS scenario. Additional cost components favoring RS formulations included local storage, distribution, and central storage capital costs.
CONCLUSIONS: RS COVID-19 vaccine formulations were associated with substantially lower supply-chain costs than ULT formulations. Formulation-specific deployment requirements, although infrequently captured in vaccine economic evaluations, may materially affect procurement decisions, implementation feasibility, and budget impact in public immunization programs. Incorporating operational costs alongside acquisition price may support more efficient vaccine selection, particularly in settings with constrained cold-chain capacity.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.