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Impacto clínico e econômico estimado da baixa persistência do paciente com medicamentos para osteoporose no Brasil
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Título
Impacto clínico e econômico estimado da baixa persistência do paciente com medicamentos para osteoporose no Brasil
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2009
Referência (Vancouver)
Thompson D, Campbell J, Parekh HH, Vincze G, Incze A, Navarro J, Weinstein MC. Estimated clinical & economic impact of poor patient persistence with osteoporosis medications in Brasil [Internet]. In: ISPOR Latin America 2009; Rio de Janeiro, Brazil. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-2nd-latin-america-conference/estimated-clinical-economic-impact-of-poor-patient-persistence-with-osteoporosis-medications-in-Brasil
Identificador
2009ISPOR053
Title
Estimated Clinical & Economic Impact of Poor Patient Persistence with Osteoporosis Medications in Brazil
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2009
Reference (Vancouver)
Thompson D, Campbell J, Parekh HH, Vincze G, Incze A, Navarro J, Weinstein MC. Estimated clinical & economic impact of poor patient persistence with osteoporosis medications in Brasil [Internet]. In: ISPOR Latin America 2009; Rio de Janeiro, Brazil. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-2nd-latin-america-conference/estimated-clinical-economic-impact-of-poor-patient-persistence-with-osteoporosis-medications-in-Brasil
Identifier
2009ISPOR053
Resumo
Objetivos: A persistência com medicamentos para osteoporose é uma questão clínica significativa, com muitos pacientes descontinuando a terapia após apenas um ano. O objetivo deste estudo foi estimar o impacto clínico e econômico vitalício da baixa persistência entre pacientes com osteoporose no Brasil. Métodos: Utilizamos técnicas de modelagem e dados de fontes secundárias para quantificar o impacto nos riscos, custos e consequências das fraturas de quadril resultantes da baixa persistência com medicamentos para osteoporose. Todos os pacientes que entraram no modelo foram assumidos como mulheres pós-menopáusicas de 65 anos, recentemente diagnosticadas com osteoporose e iniciadas recentemente na terapia com bifosfonato. O modelo calcula o risco de fratura de quadril, bem como os anos de vida perdidos atribuíveis à fratura e os custos de saúde (agudos e de acompanhamento). Para estimar o impacto da baixa persistência no tratamento sobre essas medidas, contrastamos os resultados do modelo para um cenário assumindo conformidade perfeita com a terapia durante os anos restantes de vida de cada paciente com outro assumindo que todos os pacientes descontinuariam a terapia após um ano. As análises foram realizadas para todos os pacientes e para um subgrupo com doença mais grave (t-score). Resultados: Estimamos que pacientes Brasileiros que descontinuam a terapia para osteoporose após um ano experimentariam 27,0 fraturas adicionais por 100 pacientes, perderiam uma média de quase um ano de vida (0,968 anos de vida atribuíveis à fratura) e incorreria em uma média de R$3611 em custos adicionais com cuidados relacionados a fraturas, em comparação com pacientes perfeitamente conformes. Os números correspondentes para o subgrupo de pacientes com osteoporose grave são 35,5 fraturas adicionais (por 100), 1,31 anos de vida atribuíveis à fratura perdidos e R$5.603 em custos com cuidados de saúde relacionados a fraturas. Conclusões: As consequências clínicas e econômicas vitalícias da baixa persistência entre pacientes com osteoporose no Brasil podem ser consideráveis. Programas para melhorar a persistência com medicamentos para osteoporose têm o potencial de beneficiar tanto os pacientes quanto os pagadores.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: Persistence with osteoporosis medications is a significant clinical issue, with many patients discontinuing therapy after just one year. The purpose of this study was to estimate the lifetime clinical and economic impact of poor persistence among patients with osteoporosis in Brazil. Methods We used modeling techniques and data from secondary sources to quantify the impact on risks, costs, and consequences of hip fracture resulting from poor persistence with osteoporosis medications. All patients entering the model were assumed to be 65-year-old postmenopausal women, recently diagnosed with osteoporosis, and newly initiated on bisphosphonate therapy. The model calculates the risk of hip fracture as well as fracture-attributable life-years lost and health care costs (acute and follow-up). To estimate the impact of poor treatment persistence on these measures, we contrasted model Results for a scenario assuming perfect compliance with therapy over each patient's remaining years of life to another assuming all patients would discontinue therapy after one year. Analyses were performed for all patients and for a subgroup with more severe disease (t-score Results We estimate that Brazilian patients who discontinue osteoporosis therapy after one year would experience 27.0 additional fractures per 100 patients, lose an average of nearly one year of life (0.968 fracture-attributable life years), and incur an average of R$3611 in additional costs of fracture-related care compared with perfectly compliant patients. Corresponding numbers for the subgroup of patients with severe osteoporosis are 35.5 additional fractures (per 100), 1.31 fracture-attributable life-years lost, and R$5,603 in fracture-related health care costs. Conclusions The lifetime clinical and economic consequences of poor persistence among osteoporosis patients in Brazil may be considerable. Programs to improve persistence with osteoporosis medications have the potential to benefit patients and payers alike.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.
Autores
Andrea Incze | David Thompson | Gabor Vincze | Hiren H. Parekh | João Luis Navarro | John Campbell | Mark C. Weinstein