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Comparação de custo-efetividade entre métodos sem tensão e métodos com tensão para reparo de hérnia inguinal no Brasil
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Título
Comparação de custo-efetividade entre métodos sem tensão e métodos com tensão para reparo de hérnia inguinal no Brasil
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2009
Referência (Vancouver)
Plisko R, Metz L, Baran R, Pontes DAR, Negri MA, Sarriguren C. Cost-effectiveness comparison of tension free versus tension methods of inguinal hernia repair in Brazil [Internet]. In: ISPOR Latin America 2009; Rio de Janeiro, Brazil. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-2nd-latin-america-conference/cost-effectiveness-comparison-of-tension-free-versus-tension-methods-of-inguinal-hernia-repair-in-brazil
Identificador
2009ISPOR067
Title
Cost-effectiveness Comparison of Tension Free Versus Tension Methods of Inguinal Hernia Repair in Brazil
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2009
Reference (Vancouver)
Plisko R, Metz L, Baran R, Pontes DAR, Negri MA, Sarriguren C. Cost-effectiveness comparison of tension free versus tension methods of inguinal hernia repair in Brazil [Internet]. In: ISPOR Latin America 2009; Rio de Janeiro, Brazil. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-2nd-latin-america-conference/cost-effectiveness-comparison-of-tension-free-versus-tension-methods-of-inguinal-hernia-repair-in-brazil
Identifier
2009ISPOR067
Resumo
Objetivo: Este estudo teve como objetivo comparar a relação custo-efetividade da reparação de hérnia inguinal aberta com tela versus sem tela em hospitais privados e perspectiva de pagador privado no Brasil. Métodos: A relação custo-efetividade da reparação aberta com tela versus sem tela foi modelada usando um modelo de Markov. O modelo foi avaliado como simulação de coorte para um horizonte temporal de até 15 anos. As probabilidades de transição foram derivadas de revisão sistemática e outras fontes publicadas. Os dados de utilização de recursos foram coletados de dois hospitais privados e um pagador privado no Brasil. Os valores de utilidade foram extraídos de fontes publicadas. Tanto os custos quanto os resultados foram descontados anualmente a 5%. Resultados: Ao longo de períodos de cinco e quinze anos, a reparação aberta com tela proporciona maiores benefícios em termos de QALYs (anos de vida ajustados pela qualidade) e menos recorrências a um custo acumulativamente maior do que os procedimentos abertos sem tela. Ao longo de um horizonte temporal de 5 e 15 anos, o custo por um QALY adicional é de R$ 17.843 e R$ 2.991, respectivamente, na perspectiva do pagador, e de R$ 12.825 e R$ 957, respectivamente, na perspectiva do hospital. Da mesma forma, o custo por uma recorrência evitada é de R$ 1.162 e R$ 245 em um horizonte temporal de cinco e quinze anos na perspectiva do pagador (R$ 836 e R$ 79, respectivamente, na perspectiva do hospital). Os resultados na análise de sensibilidade probabilística foram semelhantes à análise determinística. No período de cinco anos, a reparação aberta com tela é mais custo-efetiva em comparação com a reparação aberta sem tela quando o valor do limiar de disposição a pagar da sociedade por um QALY excede R$ 8.000 por ano de vida (zero R$ em 15 anos em ambas as perspectivas). Conclusões: Os achados sugerem que, no Brasil, a reparação de hérnia inguinal aberta com tela é custo-efetiva tanto das perspectivas de hospitais privados quanto de pagadores privados e deve ser considerada como padrão de cuidado com base em melhores resultados e custos.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: The Objetive of this study was to compare the cost-effectiveness of open mesh versus open non mesh inguinal hernia repair in Brazil from private hospital and private payer perspectives. Methods: Cost-effectiveness of open mesh vs open non mesh repair was modeled using a Markov model. Model was evaluated as a cohort simulation for a time horizon up to 15 years. Transition probabilities were derived from systematic review and other published sources. Resource utilization data were collected from two private hospitals and a private payer in Brazil. Utility values were extracted from published sources. Both costs and outcomes were discounted annually at 5%. Results: Over both a five and fifteen year period, open mesh repair provides greater benefits in terms QALYs and fewer recurrences at a cumulatively higher cost than open non mesh repair procedures. Over a 5 and 15-year time frame, cost per one additional QALY is R$17,843 and R$2,991 respectively from a payer perspective and R$12,825 and R$957 respectively from a hospital perspective. Similarly, the cost per one recurrence avoided is 1162 R$ and R$245 in a five and fifteen years time horizon from payer perspective (R$836 and R$79 respectively from a hospital perspective). Results in the probabilistic sensitivity analysis were similar to deterministic analysis. In the five year perspective open mesh repair is more cost effective in comparison to open non mesh repair when the value for society's willingness to pay threshold for a QALY exceeds R$8000 for a life year (Zero R$ in the 15 years in both perspectives). Conclusions: Findings suggest that in Brazil, open mesh inguinal hernia repair is cost effective from both private hospitals and private payer perspectives and should be considered standard of care based on superior outcomes and costs.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.