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Avaliação econômica do sunitinibe versus imatinibe em segunda linha para tumor gastrointestinal (GIST) no Brasil
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Título
Avaliação econômica do sunitinibe versus imatinibe em segunda linha para tumor gastrointestinal (GIST) no Brasil
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2009
Referência (Vancouver)
Teich N, Hashizume C, Follador W. Economic evaluation of sunitinib vs. imatinib in second line for gastrointestinal tumor (GIST) in Brazil [Internet]. In: ISPOR Latin America 2009; Rio de Janeiro, Brazil. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-2nd-latin-america-conference/economic-evaluation-of-sunitinib-vs-imatinib-in-second-line-for-gastrointestinal-tumor-gist-in-brazil
Identificador
2009ISPOR059
Title
Economic Evaluation of Sunitinib Vs. Imatinib in Second Line For Gastrointestinal Tumor (GIST) in Brazil
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2009
Reference (Vancouver)
Teich N, Hashizume C, Follador W. Economic evaluation of sunitinib vs. imatinib in second line for gastrointestinal tumor (GIST) in Brazil [Internet]. In: ISPOR Latin America 2009; Rio de Janeiro, Brazil. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-2nd-latin-america-conference/economic-evaluation-of-sunitinib-vs-imatinib-in-second-line-for-gastrointestinal-tumor-gist-in-brazil
Identifier
2009ISPOR059
Resumo
Objetivos: A segunda opção de linha para pacientes com GIST em imatinibe 400 mg/dia, cujo tumor continuou a progredir, inclui o aumento da dose para 600 mg/dia e, posteriormente, para 800 mg/dia. Em caso de intolerância, apenas tratamento paliativo estava disponível, com TTP não superior a 6,4 semanas. O sunitinibe malato surgiu como uma nova alternativa terapêutica para essa necessidade médica não atendida. O objetivo desta avaliação econômica foi estimar os custos e resultados do tratamento de GIST com sunitinibe, comparado ao cuidado de suporte (BSC) e imatinibe 800 mg/dia, na perspectiva do sistema público de saúde Brasileiro. Métodos: Um modelo de Markov foi desenvolvido, com um horizonte de tempo máximo de 6 anos, para simular os custos e resultados associados ao tratamento de GIST, considerando recursos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) Brasileiro. O modelo considera a progressão da doença, morte por todas as causas, eventos adversos e necessidades de redução da dose a cada ciclo de 6 semanas. Os resultados foram expressos em anos de vida (LY) ganhos, anos de vida livre de progressão (PFLY) ganhos, custos de tratamento e razões de custo-efetividade incremental (ICER). Resultados: Em comparação com BSC, o sunitinibe aumenta LY e PFLY em 0,3 e 0,26 anos, respectivamente, com custos incrementais de R$ 86.756 (US$ 61.968 Paridade de Poder de Compra 2005, 1US$ = 1,4R$). Em comparação com o imatinibe, o sunitinibe foi mais eficaz (com ganho de 0,02 LY e 0,47 PFLY) e menos dispendioso ao longo de 6 anos. Conclusões: Este modelo sugere que, sob a perspectiva do Sistema Único de Saúde (SUS) Brasileiro, o sunitinibe é uma alternativa custo-efetiva quando comparado ao imatinibe 800 mg/dia em um horizonte de tempo de 6 anos. Em comparação com BSC, o sunitinibe promoveu melhores resultados nos parâmetros de eficácia, com um custo incremental no mesmo horizonte temporal.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: The second line options for patients with GIST on imanitib 400 mg/ day, whose tumor continued to progress is: imatinib dose increased to 600 mg/day followed by another increase to 800 mg/day. In case of intolerance, only palliative treatment was available. In these cases, TTP was not higher than 6.4 weeks. Sunitinib malate consists of a new therapeutic alternative for this unmet medical need. The Objetive of this economic evaluation was to estimate the costs and outcomes for GIST treatment with sunitinib, compared with best supportive care (BSC) and imatinib 800 mg/day, under the Brazilian public health care system perspective Methods A Markov model was developed, with a maximum of 6 years time horizon, to simulate the costs and outcomes associated to GIST treatment, considering healthcare resources from the Brazilian Public Health Care System perspective (SUS). The model considers disease progression, death from all causes, adverse events and dose decrease needs every 6 weeks cycles. Results were expressed as life-years (LY) gained, progression-free LY (PFLY) gained, treatment costs, and incremental cost-effectiveness ratios (ICER) Results In comparison with BSC, sunitinib increases LY and PFLY by 0.3 and 0.26 years respectively, with incremental costs of R$86,756 (US$61,968 Purchasing Power Parity 2005, 1US$=1,4R$) In comparison with imatininb, sunitinib was both more effective (with 0.02 LY and 0.47 PFLY gained) and less costly over 6 years. Conclusions This model suggests that when taking the perspective of the Brazilian Public Health Care System (SUS), sunitinib is a cost-effective alternative when compared with imatinib 800 mg/day in a 6 years time horizon. In comparison to BSC, sunitinib promoted better Results on efficacy parameters, with an incremental cost in the same time horizon
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.