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Análise de custo-efetividade do denosumabe na prevenção de fraturas osteoporóticas em mulheres pós-menopáusicas na perspectiva do sistema de saúde privado no Brasil
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Título
Análise de custo-efetividade do denosumabe na prevenção de fraturas osteoporóticas em mulheres pós-menopáusicas na perspectiva do sistema de saúde privado no Brasil
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2012
Referência (Vancouver)
Barbosa EG, Machado M, Araújo GTBD, Etto H, Fonseca M, Olimpio A. Cost-effectiveness of denosumab in preventing osteoporotic fractures in postmenopausal women from the private health care setting perspective in Brazil [Internet]. In: ISPOR Europe 2012; Berlin, Germany. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-15th-annual-european-congress/cost-effectiveness-of-denosumab-in-preventing-osteoporotic-fractures-in-postmenopausal-women-from-the-private-health-care-setting-perspective-in-brazil
Identificador
2012ISPOR032
Title
Cost-effectiveness of Denosumab in Preventing Osteoporotic Fractures in Postmenopausal Women from the Private Health Care Setting Perspective in Brazil.
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2012
Reference (Vancouver)
Barbosa EG, Machado M, Araújo GTBD, Etto H, Fonseca M, Olimpio A. Cost-effectiveness of denosumab in preventing osteoporotic fractures in postmenopausal women from the private health care setting perspective in Brazil [Internet]. In: ISPOR Europe 2012; Berlin, Germany. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-15th-annual-european-congress/cost-effectiveness-of-denosumab-in-preventing-osteoporotic-fractures-in-postmenopausal-women-from-the-private-health-care-setting-perspective-in-brazil
Identifier
2012ISPOR032
Resumo
Objetivos: Avaliar a relação custo-efetividade de denosumabe e zoledronato na prevenção de fraturas relacionadas à osteoporose em mulheres pós-menopáusicas na perspectiva do setor de saúde privado no Brasil. Métodos: Um modelo de Markov previamente validado compreendendo oito estados de saúde (sem fratura, fraturas de quadril, vertebral, punho e outras fraturas osteoporóticas, pós-fraturas de quadril e vertebral, e morte) quantificou custos e benefícios ao longo da vida em intervalos de seis meses. A população analisada foi composta por mulheres pós-menopáusicas ≥72 anos. O risco de fratura relacionado à idade foi modelado e as reduções de risco específicas para cada terapia foram calculadas. Os dados de eficácia foram derivados de ensaios clínicos randomizados publicados. A análise incluiu custos diretos usando preços de fábrica dos medicamentos. Os custos médicos e laboratoriais foram obtidos da lista de reembolso da Associação Médica Brasileira. Os custos relacionados a fraturas (ou seja, hospitalização, cirurgia) e de acompanhamento (ou seja, reabilitação) foram extraídos de um banco de dados de saúde privado (BI2im). Os custos foram reportados na moeda Brasileira de 2012 (1BRL=0.52USD). Os desfechos avaliados foram incidência de eventos de fratura em 10 anos e anos de vida ajustados pela qualidade (QALYs). Custos e benefícios foram descontados em 5% ao ano. Análises de sensibilidade univariada e multivariada (probabilística) testaram a robustez do modelo. Resultados: Os custos médios de morbidade foram de BRL2,722 e BRL2,839 para denosumabe e zoledronato, respectivamente. Os custos de intervenção foram de BRL5,153 para denosumabe e BRL5,481 para zoledronato. A diferença de custo ao longo da vida entre as alternativas foi de BRL446 por paciente tratado. A incidência de fraturas em 10 anos foi menor com denosumabe: reduções de 0,5% e 1,5% para fraturas de quadril e vertebral, respectivamente, em relação ao zoledronato. QALYs médios foram de 6,861 e 6,841 para denosumabe e zoledronato. Denosumabe reduziu a incidência de fraturas e melhorou os QALYs a um custo mais baixo. Denosumabe permaneceu custo-efetivo após alterações nos parâmetros individuais do modelo (até 20% de variabilidade), considerando uma disposição para pagar de BRL57,000/QALY ganho (3 vezes o PIB per capita Brasileiro). Análise de sensibilidade multivariada mostrou que 89,2% das iterações favoreceram denosumabe. Conclusões: Denosumabe foi custo-efetivo sobre zoledronato na perspectiva do ambiente de saúde privado no Brasil, agregando ganhos em benefícios a um custo inferior na prevenção de fraturas osteoporóticas em mulheres pós-menopáusicas.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: To assess the cost-effectiveness of denosumab and zoledronate in preventing fractures related to osteoporosis in postmenopausal women from the private healthcare sector perspective in Brazil. Methods: A previously validated Markov model comprising eight health states (no fracture, hip, vertebral, wrist and other osteoporotic fractures, post hip and post vertebral fractures, and death) quantified lifetime costs and benefits within six-month intervals. Analyzed population consisted of postmenopausal women ≥72 years. Age-related risk fracture was modeled and fracture-specific risk reductions of each targeted therapy were computed. Efficacy data were derived from published randomized clinical trials. The analysis included direct costs using ex-factory drug prices. Medical and laboratory costs came from the Brazilian Medical Association reimbursement list. Fracture-related (i.e., hospitalization, surgery) and follow-up (i.e., rehabilitation) costs were extracted from a private healthcare database (BI2im). Costs were reported in 2012 Brazilian currency (1BRL=0.52USD). Outcomes assessed were 10-year fracture event incidence and quality-adjusted life years (QALYs). Costs and benefits were discounted 5% yearly. Univariate and multivariate (probabilistic) sensitivity analyses tested model robustness. Results: Average morbidity costs were BRL2,722 and BRL2,839 for denosumab and zoledronate, respectively. Intervention costs were BRL5,153 for denosumab and BRL5,481 for zoledronate. Lifetime cost difference between alternatives was BRL446 per patient treated. Ten-year fracture incidence was lower with denosumab: reductions of 0.5% and 1.5% for hip and vertebral fractures, respectively, over zoledronate. Average QALYs were 6.861 and 6.841 for denosumab and zoledronate. Denosumab reduced fracture incidence and improved QALYs at a lower cost. Denosumab remained cost-efffective after changes in individual model parameters (up to 20% variability), considering a willingness-to-pay of BRL57,000/QALY gained (3x Brazilian GDP/capita). Multivariate sensitivity analysis, showed 89.2% of iterations favored denosumab. Conclusions: Denosumab was cost-effective over zoledronate from the private healthcare setting perspective in Brazil, adding gains in benefits at a lower cost in preventing osteoporotic fractures in postmenopausal women.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.