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Mapeamento da situação de saúde dos beneficiários de planos de assistência médica no Brasil: microdados da PNAD Covid-19 de novembro de 2020
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Título
Mapeamento da situação de saúde dos beneficiários de planos de assistência médica no Brasil: microdados da PNAD Covid-19 de novembro de 2020
Tipo de documento
Texto para discussão
Descrição
Texto para discussão publicado no Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS)
Fonte
IESS
Ano de publicação
2021
Referência (Vancouver)
Minami B. Mapeamento da situação de saúde dos beneficiários de planos de assistência médica no Brasil: microdados da PNAD Covid-19 de novembro de 2020 [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2021. (Texto para Discussão; n. 83). Disponível em: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-83-mapeamento-da-situacao-de-saude-dos
Identificador
2021IESS003
Title
Mapping the health status of health plan beneficiaries in Brazil: microdata from the PNAD COVID-19 (November 2020)
Document type
Discussion Paper
Description
Discussion paper published by the Institute for Supplementary Health Studies (IESS)
Source
IESS
Publication year
2021
Reference (Vancouver)
Minami B. Mapeamento da situação de saúde dos beneficiários de planos de assistência médica no Brasil: microdados da PNAD Covid-19 de novembro de 2020 [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2021. (Texto para Discussão; n. 83). Available from: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-83-mapeamento-da-situacao-de-saude-dos
Identifier
2021IESS003
Resumo
A Pnad Covid-19 do IBGE foi realizada entre maio e novembro de 2020 com o objetivo de estimar o número de pessoas com sintomas referidos associados à síndrome gripal e monitorar os impactos da pandemia da Covid-19 no mercado de trabalho brasileiro. Com os microdados desta pesquisa, este estudo objetiva descrever brevemente o perfil sociodemográfico dos beneficiários de planos de assistência médica, suas características e sintomas de saúde no contexto da Covid-19 no Brasil e, assim, contribuir com o planejamento, monitoramento e conhecimento das estatísticas de saúde suplementar disponíveis até o momento. Resultados desse inquérito mostraram que, em novembro de 2020, havia 212 milhões de brasileiros. Desses, 58 milhões (ou 27% da população) tinham um plano de saúde de assistência médica (seja particular, de empresa ou de órgão público) e 154 milhões (ou 73%) não tinham acesso à saúde suplementar (utilizavam o Sistema Único de Saúde, o SUS, ou pagavam os serviços do próprio bolso). Entre os 58 milhões de beneficiários de planos de saúde, em novembro de 2020: 317 mil pessoas referiram ter tido algum sintoma conjugado1 de síndrome gripal que podia estar associado à Covid-19; 256 mil pessoas relataram que tiveram “perda de cheiro ou sabor”, sendo esse o sintoma mais comum entre os respondentes; 15 milhões tinham alguma comorbidade2; 8 milhões tinham hipertensão, 4 milhões de asma/bronquite/enfisema/doenças respiratória crônica ou doença de pulmão, 3 milhões de diabetes, 2 milhões de depressão, 2 milhões de doenças do coração (como infarto, angina, insuficiência cardíaca, arritmia) e 924 mil de câncer. A proporção de pessoas com doenças crônicas e fatores de risco foi mais alta entre os beneficiários do que entre os não beneficiários de planos de saúde; Entre maio e novembro de 2020: observou-se que quanto maior o nível de escolaridade, maior foi o percentual de pessoas que fizeram algum teste para saber se estavam infectadas pelo vírus, independentemente se a pessoa tem ou não plano de saúde. Para o total da população, essa relação foi de 7,3% entre os “sem instrução ou fundamental incompleto”, 17% entre os com “médio completo e superior incompleto” e 28% entre os com “superior completo ou pós-graduação”. Entre faixas etárias, o grupo com maior percentual de testes foram os de 30 a 39 anos (19%), seguido de 40 a 49 (19%) e 50 a 59 (16%). Destaca-se que as taxas sempre foram maiores entre os que possuem plano de saúde; daqueles que possuem plano de saúde, 13 milhões disseram ter feito o teste para saber se estavam infectadas pelo vírus. O tipo de teste mais realizado foi o SWAB. Foram 6,7 milhões de testes e desses, 1,8 milhão deu positivo (26%). O segundo teste mais realizado foi o exame de sangue com furo no dedo, foram 4,8 milhões de beneficiários testados e 635 mil deram positivo (13%), seguido do exame de sangue através da veia do braço – foram 3,9 milhões de exames e 829 mil deram positivo (21%).
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
The PNAD COVID-19 survey conducted by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE) between May and November 2020 aimed to estimate the number of individuals reporting symptoms associated with flu-like syndrome and to monitor the impacts of the COVID-19 pandemic on Brazil’s labor market; using its microdata, this study sought to describe the sociodemographic profile, health characteristics, and reported symptoms of beneficiaries of medical health plans in the context of COVID-19 in Brazil, contributing to planning, monitoring, and the understanding of supplementary health statistics; results showed that in November 2020 Brazil had 212 million inhabitants, of whom 58 million (27%) had a medical health plan (private, employer-based, or public sector), while 154 million (73%) did not have access to supplementary health care and relied on the public system (SUS) or out-of-pocket payments; among the 58 million beneficiaries, 317,000 reported experiencing combined symptoms of flu-like syndrome potentially associated with COVID-19, and 256,000 reported loss of smell or taste, the most commonly reported symptom; additionally, 15 million beneficiaries had at least one comorbidity, including 8 million with hypertension, 4 million with chronic respiratory diseases (such as asthma, bronchitis, or emphysema), 3 million with diabetes, 2 million with depression, 2 million with heart diseases (including heart attack, angina, heart failure, or arrhythmia), and 924,000 with cancer, with a higher proportion of chronic conditions and risk factors observed among beneficiaries compared to non-beneficiaries; between May and November 2020, higher levels of education were associated with greater likelihood of undergoing COVID-19 testing regardless of health plan status, with testing rates of 7.3% among those with low education, 17% among those with secondary education, and 28% among those with higher education, while the highest testing rates by age group were observed among individuals aged 30–39 and 40–49 (both 19%), followed by 50–59 (16%), with consistently higher rates among health plan beneficiaries; among beneficiaries, 13 million reported having taken a COVID-19 test, with the most common being the swab test (6.7 million tests, 1.8 million positive—26%), followed by finger-prick blood tests (4.8 million tests, 635,000 positive—13%) and venous blood tests (3.9 million tests, 829,000 positive—21%).
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.