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Interoperabilidade em sistemas de saúde – o que o Brasil pode aprender das experiências internacionais?
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Título
Interoperabilidade em sistemas de saúde - o que o Brasil pode aprender das experiências internacionais?
Tipo de documento
Texto para discussão
Descrição
Texto para discussão publicado no Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS)
Fonte
IESS
Ano de publicação
2022
Referência (Vancouver)
Reis A. Interoperabilidade em sistemas de saúde - o que o Brasil pode aprender das experiências internacionais? [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2022. (Texto para Discussão; n. 88). Disponível em: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-88-interoperabilidade-em-sistemas-de-saude-o-que
Identificador
2022IESS004
Title
Interoperability in health systems: what can Brazil learn from international experiences?
Document type
Discussion Paper
Description
Discussion paper published by the Institute for Supplementary Health Studies (IESS)
Source
IESS
Publication year
2022
Reference (Vancouver)
Reis A. Interoperabilidade em sistemas de saúde - o que o Brasil pode aprender das experiências internacionais? [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2022. (Texto para Discussão; n. 88). Available from: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-88-interoperabilidade-em-sistemas-de-saude-o-que
Identifier
2022IESS004
Resumo
O objetivo deste texto é apresentar a importância da interoperabilidade para os sistemas de saúde, como ela tem sido implementada em alguns países e em qual estágio está o sistema de saúde brasileiro, considerando saúde pública e saúde suplementar. Interoperabilidade é capacidade que dois ou mais sistemas têm para trocar informação, bem como de utilizar a informação que foi trocada. Sem interoperabilidade, há a utilização de sistemas isolados e falta de comunicação, o que dificulta a continuidade e coordenação do cuidado. Há diversos níveis de interoperabilidade, desde a interoperabilidade dentro de uma mesma organização/empresa de saúde até a interoperabilidade sistemática com a adoção do registro de saúde único do paciente. Todos os níveis têm o potencial de trazer benefícios ao funcionamento do sistema de saúde. No Canadá e no Reino Unido, os sistemas públicos adotaram o registro eletrônico de saúde do paciente. No Canadá, são compartilhadas informações como resultados laboratoriais, radiológicos e notas clínicas. O governo Canadense determina as exigências de sistema e de padronização toda vez que uma organização de saúde pública vai instalar um novo sistema, seja em ambiente hospitalar ou ambulatorial. No Reino Unido, as informações do registro eletrônico do paciente são compartilhadas até mesmo com o departamento de Serviço Social. Nos Estados Unidos, o governo tem implementado leis para incentivar a adoção de padrões e sistemas de registro do paciente certificados, tanto no setor público quando no privado. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) possui diversos sistemas digitais, mas há grandes desafios no que tange à comunicação entre eles. Na Saúde Suplementar, houve avanços a partir da adoção dos padrões TISS e TUSS, que tornou possível a troca de dados entre prestadores e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Mas ainda tem muito o que avançar, principalmente no que diz respeito à troca de informações com o setor público. É esperado que o campo da conectividade de dados de saúde evolua e cresça no futuro próximo, tornando premente a necessidade de os gestores de saúde no Brasil avançarem na implementação de padrões e adoção de sistemas. Também é importante que o governo trabalhe junto com a Saúde Suplementar numa estratégia de conectividade público/privado de longo prazo.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
This text aims to present the importance of interoperability in health systems, how it has been implemented in selected countries, and the current stage of the Brazilian health system, considering both public and supplementary healthcare; interoperability is the ability of two or more systems to exchange information and effectively use the data exchanged—without it, systems remain isolated, leading to poor communication and difficulties in care continuity and coordination; there are multiple levels of interoperability, ranging from integration within a single healthcare organization to system-wide interoperability with unified electronic health records, all of which can improve system performance; in countries like Canada and the United Kingdom, public health systems have adopted electronic health records, enabling the sharing of laboratory results, imaging, and clinical notes, with governments establishing standards and requirements for system implementation, and in the UK even extending data sharing to social services; in the United States, government initiatives have promoted the adoption of standardized and certified patient record systems across both public and private sectors; in Brazil, the Unified Health System (SUS) has several digital systems, but significant challenges remain regarding communication between them; in the supplementary health sector, progress has been made through the adoption of standards such as TISS and TUSS, enabling data exchange between providers and the National Supplementary Health Agency (ANS), although further advancement is needed, particularly in integrating data with the public sector; it is expected that health data connectivity will continue to evolve rapidly, making it essential for Brazilian health managers to advance in implementing standards and adopting interoperable systems, while fostering long-term public–private collaboration strategies.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.