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Gasto tributário como ferramenta para o desenvolvimento econômico e social do País
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Título
Gasto tributário como ferramenta para o desenvolvimento econômico e social do País
Tipo de documento
Texto para discussão
Descrição
Texto para discussão publicado no Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS)
Fonte
IESS
Ano de publicação
2020
Referência (Vancouver)
Lara N. Gasto tributário como ferramenta para o desenvolvimento econômico e social do País [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2020. (Texto para Discussão; n. 77). Disponível em: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-77-gasto-tributario-como-ferramenta-para-o
Identificador
2020IESS001
Title
Tax expenditure as a tool for the country’s economic and social development
Document type
Discussion Paper
Description
Discussion paper published by the Institute for Supplementary Health Studies (IESS)
Source
IESS
Publication year
2020
Reference (Vancouver)
Lara N. Gasto tributário como ferramenta para o desenvolvimento econômico e social do País [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2020. (Texto para Discussão; n. 77). Available from: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-77-gasto-tributario-como-ferramenta-para-o
Identifier
2020IESS001
Resumo
O Brasil é um dos trinta países que apresentam maior carga tributária no mundo e que apresenta baixo desempenho em retorno à sociedade; O sistema tributário brasileiro é altamente complexo em relação aos demais países. No país estão em vigor 63 tipos de tributos e 97 obrigações acessórias; A Dinamarca tem 14 taxas e impostos; a Espanha possui 13 tipos de cobranças em vigor; e a Argentina cobra 85 taxas e impostos; As empresas brasileiras gastam em média 1.958 horas e R$ 60 bilhões por ano de burocracia apenas para o cumprimento do regime tributário vigente, o que representa 1,5% do seu faturamento; O gasto tributário, em 2019, projetado pela Receita Federal foi de R$ 306,40 bilhões que representam 4,12% do PIB e 21,05% das receitas de tributos; A isenção ao Simples Nacional é o gasto tributário de maior participação no valor total (28,48%) na projeção de 2019; seguem os Rendimentos Isentos e Não Tributáveis do IRPF (10,49%); da Agricultura e Agroindústria – Desoneração da Cesta Básica (9,87%); da Zona Franca de Manaus e Áreas de Livre Comércio (8,07%); Os maiores gastos tributários per capita por região verificam-se no Centro Oeste (R$ 1.661,11) e Norte (R$1.621,23); Os setores que apresentam os maiores gastos tributários na projeção de 2019 são Comércio e Serviço (28,37%), seguido do setor de Trabalho (13,80%) e Saúde (13,49%); Os principais itens que compõe de gastos tributários no setor da saúde são: as Despesas Médicas (5,06%), Entidades Filantrópicas (2,23%) e Medicamentos (2,18%); O gasto per capita do SUS com assistência à saúde foi de R$ 1.742,83 em 2018, enquanto, no mesmo ano, as deduções fiscais per capita por beneficiário da saúde suplementar foi de R$ 442,32. Ou seja, isso equivale a uma economia do governo de R$ 1.300,21 por beneficiário que deixa de ir ao SUS para utilizar serviço privado
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Brazil is one of the thirty countries with the highest tax burden in the world and demonstrates low performance in terms of return to society; the Brazilian tax system is highly complex compared to other countries. There are currently 63 types of taxes and 97 ancillary obligations in force in the country; Denmark has 14 rates and taxes; Spain has 13 types of charges in force; and Argentina levies 85 rates and taxes. Brazilian companies spend on average 1,958 hours and R$ 60 billion per year on bureaucracy just to comply with the current tax regime, which represents 1.5% of their revenue. Tax expenditures in 2019, projected by the Federal Revenue Service, amounted to R$ 306.40 billion, representing 4.12% of GDP and 21.05% of tax revenues. The exemption for Simples Nacional accounted for the largest share of total tax expenditure (28.48%) in the 2019 projection, followed by Exempt and Non-Taxable Income from the Personal Income Tax (IRPF) (10.49%); Agriculture and Agribusiness – Exemption of the Basic Basket (9.87%); and the Manaus Free Trade Zone and Free Trade Areas (8.07%). The highest tax expenditures per capita by region were found in the Central-West (R$ 1,661.11) and North (R$ 1,621.23). The sectors with the highest projected tax expenditures in 2019 were Commerce and Services (28.37%), followed by the Labor sector (13.80%) and Health (13.49%). The main items composing tax expenditures in the health sector are: Medical Expenses (5.06%), Philanthropic Entities (2.23%), and Medications (2.18%). The per capita SUS expenditure on healthcare was R$ 1,742.83 in 2018, while in the same year, the per capita tax deductions per beneficiary of supplementary health were R$ 442.32. That is, this represents a government saving of R$ 1,300.21 per beneficiary who leaves SUS to use private services.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.