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Tratamento da hiperplasia prostática benigna em populações indígenas remotas: experiência na floresta amazônica brasileira com terapia minimamente invasiva
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Título
Tratamento da hiperplasia prostática benigna em populações indígenas remotas: experiência na floresta amazônica brasileira com terapia minimamente invasiva
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2025
Referência (Vancouver)
Maiara Antonio, lsabela Horti, Henrique Tortele, Anna Pereira, Murilo Contó. Treatment Of Benign Prostatic Hyperplasia Of Remote Indigenous Populations: Brazilian Amazonia Rainforest Experience With A Minimally Invasive Therapy. HTAi 2025. OP68.
Identificador
2025HTAi100
Title
Treatment of benign prostatic hyperplasia of remote indigenous populations: Brazilian Amazonia rainforest experience with a minimically invasive therapy
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2025
Reference (Vancouver)
Maiara Antonio, lsabela Horti, Henrique Tortele, Anna Pereira, Murilo Contó. Treatment Of Benign Prostatic Hyperplasia Of Remote Indigenous Populations: Brazilian Amazonia Rainforest Experience With A Minimally Invasive Therapy. HTAi 2025. OP68.
Identifier
2025HTAi100
Resumo
Introdução: Os sintomas iniciais da Hiperplasia Prostática Benigna (BPH) incluem dificuldade para urinar e baixo fluxo urinário. O agravamento da BPH pode levar à retenção urinária aguda e insuficiência renal. Embora seja totalmente tratável em centros urbanos, povos indígenas e de áreas remotas são severamente impactados. A experiência apresentada mostra como tratamentos minimamente invasivos podem promover o acesso à saúde mesmo em áreas remotas. Métodos: Em outubro de 2024, após 48 horas de viagem, 2 voos e mais de 6 horas de barco, uma equipe de 6 pessoas em associação com uma ONG especializada chegou à comunidade de Assunção do Içana, no meio da floresta amazônica brasileira. O rastreamento da população da comunidade com BPH foi iniciado um ano antes e a elegibilidade foi confirmada por LUTS-V e ultrassom. O interesse do paciente em se submeter ao procedimento foi critério de inclusão. Um centro cirúrgico móvel foi montado na comunidade. Materiais à prova d’água e isolantes térmicos foram utilizados para criar um ambiente controlado, com temperatura adequada e condições estéreis. Resultados 180 pacientes foram inicialmente rastreados por um clínico geral especializado em saúde indígena e 14 procedimentos foram realizados por um urologista. (1) Tempo médio em sala (da entrada do paciente à alta), (2) tempo da anestesia à colocação do cateter, (3) tempo de atuação do urologista no campo e (4) tempo com o dispositivo de Terapia a Vapor de Água (Rezum) foram, respectivamente, (1) 55 min, (2) 29 min, (3) 20 min e (4) 4 min. Os desafios enfrentados durante a expedição incluíram quedas de energia, ausência de suportes de pernas completos (tornando o posicionamento do paciente mais difícil) e erro na entrega de oxigênio. Todos os problemas foram rapidamente resolvidos e não afetaram o cuidado dos pacientes. Conclusões Em áreas onde pode levar dias para alcançar o hospital mais próximo, terapias minimamente invasivas que não requerem hospitalização podem ser a única opção. O Rezum demonstrou ser uma solução eficaz e adaptável. A simplicidade do procedimento e a mínima necessidade de recursos foram fundamentais para o sucesso do tratamento. Esta expedição destaca o potencial transformador de tecnologias inovadoras.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
lntroduction: Initial symptoms of Benign Prostatic Hyperplasia (BPH) include difficulty urinating and low urinary flow. Worsening of BPH can lead to acute urinary retention and renal failure. Although it is fully treatable in urban centers, indigenous and remote area people are severely impacted. The experience presented herein shows how minimally invasive treatments can promote access to healthcare even in remote areas. Methods In October 2024, after 48 hours travelling, 2 flights and more than 6 hours by boat, a team of 6 people in association with a specialized NGO arrived at the community of Assurn;:ao do l~ana, in the middle of the Brazilian Amazonia rainforest. Screening of the community population with BPH was initiated a year earlier and eligibility was double-checked through LUTS-V and ultrasound. Patient interest in undergoing the procedure was a criterion. A mobile surgical center was set up in the community. Waterproof and thermally insulating materials were used to create a controlled environment, with adequate temperature and sterile conditions. Results 180 patients were initially screened by a general practitioner specialized in indigenous health and 14 procedures were performed by a urologist. (1) Mean room time (from patient entry to discharge), (2) time from anesthesia to the placement of the catheter, (3) urologist's field time and (4) time with the Water Vapor Therapy disposable (RezQm) were (1) SSmin, (2) 29min, (3) 20min and (4) 4min respectively. Challenges faced during the expedition were power outages, lack of full leg braces (making patient positioning more difficult), and an error in oxygen delivery. All issues were quickly resolved and did not affect patient care. Conclusions In areas where it can take days to reach the nearest hospital, minimally invasive therapies that does not require hospitalization may be the only option. Rezum has proven to be an effective and adaptable solution. Simplicity of the procedure and minimal need for resources were key to treatment success. This expedition highlights the transformative potential of innovative technologies.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.
Autores
Anna Pereira | Henrique Tortele | Isabela Horti | Maiara Antonio | Murilo Contó