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Tecnologias assistivas para populações idosas em países de baixa e média renda: uma revisão sistemática
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Título
Tecnologias assistivas para populações idosas em países de baixa e média renda: uma revisão sistemática
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2016
Referência (Vancouver)
Marasinghe KM, Lapitan JM, Ross A. Assistive Technologies For Ageing Populations In Low- And Middle-Income Countries: A Systematic Review. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2016 May 10-14; Tokyo, Japan. Health Technology Assessment International, HTAi; 2016. p. 365-366. Poster 113B.
Identificador
2016HTAi025
Title
Assistive technologies for ageing populations in low- and middle-income countries: a systematic review
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2016
Reference (Vancouver)
Marasinghe KM, Lapitan JM, Ross A. Assistive Technologies For Ageing Populations In Low- And Middle-Income Countries: A Systematic Review. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2016 May 10-14; Tokyo, Japan. Health Technology Assessment International, HTAi; 2016. p. 365-366. Poster 113B.
Identifier
2016HTAi025
Resumo
Apesar dos benefícios derivados do uso de tecnologias assistivas (TA), algumas partes do mundo têm acesso mínimo ou inexistente a essas tecnologias. Em muitos países de baixa e média renda (PMR), apenas 5-15% das pessoas que necessitam de TA têm acesso a elas. Mudanças demográficas rápidas agravarão essa situação, já que a população acima de 60 anos, assim como as limitações funcionais entre os idosos nos PMR, devem ser maiores do que em países de alta renda nos próximos anos. Diante dessas tendências, as TA provavelmente estarão em alta demanda e proporcionarão muitos benefícios para enfrentar os desafios relacionados ao envelhecimento saudável e produtivo. Esta revisão investigou as TA atualmente disponíveis, a legislação existente que permite a oferta de TA e as iniciativas que promovem TA para idosos no Brasil, Camboja, Egito, Índia, Turquia e Zimbábue. O objetivo é explorar na literatura publicada se as TA atualmente disponíveis e a legislação existente relacionadas à oferta de TA são suficientes para apoiar o "envelhecimento no local" em vez de envelhecer em lares de cuidados institucionalizados; facilitar uma melhor saúde para os idosos, especialmente em termos de funcionalidade e independência; incentivar a inclusão e a participação plena nas atividades comunitárias; e melhorar o bem-estar geral e a qualidade de vida dos idosos. Métodos: Várias bases de dados foram pesquisadas em busca de literatura em inglês. Três grupos de palavras-chave foram combinados: aquelas relacionadas a TA, população idosa e PMR selecionados para este estudo, a saber, Brasil, Camboja, Egito, Índia, Turquia e Zimbábue. Espera-se que esses países vejam o crescimento mais rápido da população acima de 65 anos nos próximos anos. Resultados: Os resultados indicam que todos os países tinham TA projetadas para idosos com deficiências e incapacidades existentes, mas apresentavam TA limitadas projetadas para prevenir incapacidades entre os idosos que não possuem deficiências. Todos os países ratificaram a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Conclusões: Os resultados concluem que as TA para populações envelhecidas receberam alguma atenção nos PMR, conforme comprovado pelos resultados limitados da literatura. A análise das conclusões da revisão indica a necessidade de uma abordagem abrangente e integrada de saúde e assistência social para aumentar a disponibilidade atual de TA para populações envelhecidas nos PMR. Isso envolveria, mas não se limitando a, trabalho em: (1) promover iniciativas para TA de baixo custo; (2) sensibilização e capacitação sobre TA; (3) reduzir a lacuna entre políticas e práticas de TA; e (4) fomentar pesquisas direcionadas sobre TA.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Background and objectives: Despite the benefits derived from the use of assistive technologies (AT), some parts of the world have minimal or no access to AT. In many low and middle-income countries (LMIC), only 5-15% of people who require AT have access to them. Rapid demographic changes will exacerbate this situation as populations over 60 years of age, as well as functional limitations among older populations in LMIC are expected to be higher than in highincome countries in the coming years. Given both these trends, AT are likely to be in high demand and provide many benefits to respond to challenges related to healthy and productive ageing. This review investigated the currently available AT, existing enabling legislation for provision of AT and initiatives that promote AT for older adults in Brazil, Cambodia, Egypt, India, Turkey and Zimbabwe. The objective is to explore in the published literature if currently available AT and existing legislation related to AT-provision are sufficient to support ‘ageing in place’ rather than ageing in institutionalised care homes; facilitate better health for older adults, especially in terms of functioning and independence; encourage inclusion and full participation in community activities; and enhance older adults’ overall well-being and quality of life. Methods: Multiple databases were searched for English literature. Three groups of keywords were combined: those relating to AT, ageing population and LMIC selected for this study, namely Brazil, Cambodia, Egypt, India, Turkey and Zimbabwe. These countries are expected to see the most rapid growth in the 65 and above population in the coming years. Results: Results indicate that all countries had AT designed for older adults with existing impairment and disability, but had limited AT that are designed to prevent impairment and disability among older adults who do not currently have any disabilities. All countries have ratified the UN Convention on the Rights of Persons with Disabilities. Conclusions: The findings conclude that AT for ageing populations have received some attention in LMIC as attested by the limited literature results. Analysis of review findings indicate the need for a comprehensive, integrated health and social system approach to increase the current availability of AT for ageing populations in LMIC. These would entail, yet not be limited to, work on: (1) promoting initiatives for low-cost AT; (2) awareness raising and capacity building on AT; (3) bridging the gap between AT policy and practice; and (4) fostering targeted research on AT.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.