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Limitações dos resultados ajustados por utilidade em economia da saúde
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Título
Limitações dos resultados ajustados por utilidade em economia da saúde
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2018
Referência (Vancouver)
Santos A, Guerra A, Godman B, Morton A, Ruas C. Limitations Of UtilityAdjusted Outcomes In Health Economics. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2018 June 1-5; Vancouver, Canada. Health Technology Assessment International, HTAi; 2018. p. 167-168. PD03.
Identificador
2018HTAi009
Title
Limitations of utility-adjusted outcomes in health economics
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2018
Reference (Vancouver)
Santos A, Guerra A, Godman B, Morton A, Ruas C. Limitations Of UtilityAdjusted Outcomes In Health Economics. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2018 June 1-5; Vancouver, Canada. Health Technology Assessment International, HTAi; 2018. p. 167-168. PD03.
Identifier
2018HTAi009
Resumo
Introdução: Os desfechos ajustados pela qualidade têm sido amplamente utilizados na economia da saúde. Seu apelo está na possibilidade de unificar medidas de mortalidade e morbidade e comparar uma ampla gama de tecnologias. O objetivo deste estudo foi avaliar as limitações do uso de desfechos ajustados por utilidade em avaliações econômicas. Métodos: Foi realizada uma busca eletrônica nas bases de dados Medline, Lilacs e ScienceDirect, complementada por referências de estudos incluídos, Google Scholar e resumos de conferências. Resultados: A unidade ajustada por utilidade mais disseminada é o ano de vida ajustado por qualidade, que não é necessariamente a melhor medida de desfecho para todas as doenças, uma vez que seus valores podem ser difíceis de obter na prática; pode ser discriminatória em relação à idade; os instrumentos usados para descobrir utilidades têm sensibilidades diferentes; é um desafio avaliar se uma diferença nas utilidades é clinicamente relevante, mesmo que seja estatisticamente significativa; e comparações entre áreas só são lógicas se a utilidade for calculada com o mesmo método. O tempo é nosso recurso escasso definitivo, o que pode explicar por que tecnologias que prolongam a vida em cenários de fim de vida podem ter limiares mais altos, como na Inglaterra. Não há razão para acreditar que uma variação igual em diferentes níveis de utilidades represente o mesmo valor em termos de preferências (uma variação entre 0,1 e 0,2 pode ser diferente em termos de preferência de uma variação entre 0,8 e 0,9). Para os mesmos ganhos de utilidade, as sociedades parecem favorecer condições de saúde piores em comparação com condições de saúde melhores. Conclusões: O uso de desfechos ajustados por utilidade em tabelas de classificação pode não permitir que o sistema emita recomendações quando os estados de saúde são muito diferentes em termos de utilidades, porque o limiar pode, na verdade, ser diferente para diferentes estados de saúde. No entanto, eles podem ser a melhor abordagem para medir a efetividade em avaliações econômicas até agora.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: The quality-adjusted outcomes have been broadly used in the health economics. Their appeal is in the possibility to unify measures of mortality and morbidity and to compare between a wide range of technologies. The objective of this study was to assess the limitations of the use of utility-adjusted outcomes in economic evaluations. Methods: An electronic search on Medline, Lilacs and ScienceDirect was conducted and complemented by references of included studies, Google Scholar and conference abstracts. Results: The most widespread utility-adjusted unit is the quality-adjusted life year, which is not necessarily the best measure of outcome for all diseases since its values might be difficult to obtain in practice; it might be age discriminatory; the instruments used to uncover utilities have different sensibilities; it is a challenge to evaluate if a difference in utilities is clinically relevant even if it is statistically significant; and comparisons between areas are only logical if the utility is calculated with the same method. Time is our ultimate scarce resource, which might be why technologies that extend time of life in end-of-life scenarios can have higher thresholds, as in England. There is no reason to believe that an equal variation at different levels of utilities represent the same value in terms of preferences (a variation between 0.1 and 0.2 might be different in terms of preference from a variation between 0.8 and 0.9). For the same utility gains, societies seem to favor poorer health conditions compared to better health conditions. Conclusions: The use of utility-adjusted outcomes in league tables might not enable the system to issue recommendations when the health states are very different in terms of utilities, because the threshold might actually be different for different health states. Nevertheless, they might be the best approach to measure effectiveness in economic evaluations so far.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.
Autores
Alec Morton | André Santos | Augusto Afonso Guerra Júnior | Brian Godman | Cristina Ruas