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Disparidades na mortalidade prematura por câncer no Brasil: projeções até 2030 e objetivos de desenvolvimento sustentável
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Título
Disparidades na mortalidade prematura por câncer no Brasil: projeções até 2030 e objetivos de desenvolvimento sustentável
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2020
Referência (Vancouver)
Cancela MC, Schilithz AC, Souza LB, Martins LF, Souza DB, Hanly P, Barchuk A, Soerjomataram I, Sharp L, Pearce A. Disparities In Cancer Premature Mortality In Brazil: Predictions Up To 2030 And Sustainable Development Goals [Internet]. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2020 June 20-24; Beijing, China. Health Technology Assessment International, HTAi; 2020. p. 31. OP513. Disponível em: https://htai.eventsair.com/htaibeijing2020/
Identificador
2020HTAi005
Title
Disparities in cancer premature mortality in Brazil: predictions up to 2030 and Sustainable Development Goals
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2020
Reference (Vancouver)
Cancela MC, Schilithz AC, Souza LB, Martins LF, Souza DB, Hanly P, Barchuk A, Soerjomataram I, Sharp L, Pearce A. Disparities In Cancer Premature Mortality In Brazil: Predictions Up To 2030 And Sustainable Development Goals [Internet]. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2020 June 20-24; Beijing, China. Health Technology Assessment International, HTAi; 2020. p. 31. OP513. Disponível em: https://htai.eventsair.com/htaibeijing2020/
Identifier
2020HTAi005
Resumo
Introdução: A mortalidade prematura afeta diretamente a economia devido à perda de produtividade dos indivíduos que morrem, deixando assim de contribuir economicamente para o país. A redução de um terço na mortalidade prematura (30–69 anos) por doenças crônicas não transmissíveis é a meta 3.4 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS da ONU). Embora o câncer seja uma doença crônica, ele compreende mais de 100 condições diferentes, com diferentes fatores de risco e prognóstico. Este estudo teve como objetivo calcular a mortalidade prematura atual e prevista até 2030 para o Brasil e regiões, em comparação com a meta do ODS 3.4 e identificar o progresso regional e as necessidades futuras. Métodos: Os dados de mortalidade foram extraídos do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Brasil (SIM) e posteriormente corrigidos para causas mal definidas. Foram calculadas taxas de mortalidade bruta e padronizada por idade por 100.000 habitantes. O pacote NordPred do software R foi utilizado para calcular as previsões até 2030 e comparadas com a meta de redução de um terço das mortes prematuras. Resultados: A comparação das taxas de mortalidade observadas (2011–2015) e previstas (2026–2030) mostra uma redução de 12,0% na probabilidade de morte entre homens e 4,6% entre mulheres nacionalmente. Embora as taxas previstas para 2026–2030 sejam menores do que as observadas em 2011–2015, o número previsto de mortes aumenta em 75.341 para homens e 90.513 para mulheres. As taxas de mortalidade por câncer de pulmão devem diminuir mais entre homens do que mulheres, enquanto a mortalidade por câncer colorretal aumentará para ambos os sexos. Conclusões: O perfil da mortalidade prematura por câncer é diverso no Brasil. Nacionalmente, apenas o câncer de pulmão masculino estará perto de atingir a meta do ODS 3.4, endossando os esforços de longo prazo do governo para reduzir o consumo de tabaco. A mortalidade por câncer colorretal aumenta na maioria das regiões, refletindo a transição epidemiológica. Apesar do progresso no controle do câncer cervical, ele continuará sendo um grande desafio, especialmente no Norte e Nordeste. Nossos resultados fornecem uma linha de base para políticas públicas de prevenção e acesso ao tratamento para reduzir a mortalidade prematura no Brasil. As diferenças nos padrões de câncer mostram a necessidade de planejamento e adaptação regional para cada realidade.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction. Premature mortality affects the economy directly due to the loss of productivity of individuals who die, thus ceasing to contribute economically to the country. The one-third reduction in premature mortality (30–69 years) from chronic noncommunicable diseases is goal 3.4 of the United Nations Sustainable Development Goals (UN SDG). Although cancer is a chronic disease, it comprises more than 100 different conditions, with different risk factors and prognosis. This study aimed to calculate current and predicted premature mortality by 2030 for Brazil and regions, compared with the SDG 3.4 target and identify regional progress and future needs. Methods. Mortality data were extracted from the National Mortality Information System of Brazil (SIM) and subsequently corrected for ill-defined causes. Crude and age-standardized mortality rates per 100,000 inhabitants were calculated. NordPred package by software R was used to calculate predictions up to 2030 and compared with the goal of one-third reduction of premature deaths. Results. Comparison of observed (2011–2015) and predicted (2026–2030) mortality rates show a 12.0% reduction in the likelihood of death among men and 4.6 percent among women nationally. Although predicted rates for 2026–2030 are lower than those observed in 2011–2015, the predicted number of deaths increases by 75,341 for men and 90,513 for women. Lung cancer mortality rates are predicted to decrease more among men than women, while colorectal cancer mortality will increase for both sexes. Conclusions. The profile of cancer premature mortality is diverse in Brazil. Nationally, only male lung cancer will be close to reaching the SDG 3.4 target, endorsing the government’s long-term efforts to reduce tobacco consumption. Colorectal cancer mortality increases in most regions, reflecting the epidemiological transition. Despite progress in cervical cancer control, it will continue to be a major challenge, especially in the North and Northeast. Our results provide a baseline for public policies for both prevention and access to treatment to reduce premature mortality in Brazil. Differences in cancer patterns show the need to plan and to adapt regionally for each reality.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.