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Comparação da sobrevida livre de progressão entre trastuzumabe e trastuzumabe-pertuzumabe no câncer de mama HER2-positivo em hospital brasileiro: coorte retrospectiva unicêntrica
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Título
Comparação da sobrevida livre de progressão entre trastuzumabe e trastuzumabe-pertuzumabe no câncer de mama HER2-positivo em hospital brasileiro: coorte retrospectiva unicêntrica
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Pôster apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Martins B, Figueiredo L, Freitas I, Prata W, Lula M, Cardoso F, Carvalho A, Staino I, Borin M, Alvares-Teodoro J, Júnior A. Progression-free survival comparison of trastuzumab versus trastuzumab-pertuzumab in HER2-positive breast cancer at a Brazilian hospital: single-center retrospective cohort. In HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2026 Jun; Istanbul, Türkiye. Health Technology Assessment International, HTAi; 2026. PP06.
Identificador
2026HTAi002
Title
Progression-free survival comparison of trastuzumab versus trastuzumab-pertuzumab in HER2-positive breast cancer at a Brazilian hospital: single-center retrospective cohort
Document type
Poster
Description
Poster presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2026
Reference (Vancouver)
Martins B, Figueiredo L, Freitas I, Prata W, Lula M, Cardoso F, Carvalho A, Staino I, Borin M, Alvares-Teodoro J, Júnior A. Progression-free survival comparison of trastuzumab versus trastuzumab-pertuzumab in HER2-positive breast cancer at a Brazilian hospital: single-center retrospective cohort. In HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2026 Jun; Istanbul, Türkiye. Health Technology Assessment International, HTAi; 2026. PP06.
Identifier
2026HTAi002
Resumo
Introdução O câncer de mama é o tumor maligno mais comum no mundo e, no Brasil, o câncer mais frequente entre as mulheres, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Um subgrupo de pacientes apresenta superexpressão de HER2 e é elegível para tratamento com trastuzumabe isolado (T) ou em combinação com pertuzumabe (TP). Este estudo teve como objetivo comparar a sobrevida livre de progressão (SLP) entre esses esquemas em uma coorte de um hospital de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.Métodos Foram incluídas pacientes diagnosticadas com câncer de mama que receberam T ou TP por pelo menos 30 dias. Os dois grupos foram balanceados de acordo com as características basais por meio da ponderação por probabilidade inversa de tratamento (IPTW). A SLP foi avaliada por meio de curvas de Kaplan-Meier, e um modelo de regressão de Cox ponderado foi aplicado para explorar os desfechos de SLP.Resultados Após a IPTW, 192 pacientes foram incluídas (96 em cada grupo). A SLP em 60 meses foi de 73% no grupo T e 88% no grupo TP. No modelo de Cox ponderado, apenas a doença em estágio IV esteve associada a maior risco de progressão ou morte (HR = 8,33; IC 95%: 2,40–28,94; p < 0,001), enquanto os estágios II e III e o esquema de tratamento inicial não apresentaram associação significativa. O modelo de regressão demonstrou boa acurácia (concordância = 0,77).Conclusão A diferença de SLP entre os grupos pode refletir, em parte, maior gravidade basal em algumas pacientes, apesar do ajuste por IPTW. A amostra foi insuficiente para análises restritas à doença metastática de primeira linha, limitando a comparação com os estudos de fase pivotal. Ainda assim, os achados são consistentes com, ou mais favoráveis que, os do estudo CLEOPATRA, que sustenta o uso de trastuzumabe mais pertuzumabe e docetaxel.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction Breast cancer is the most common malignant tumor worldwide and, in Brazil, the most frequent cancer among women after non-melanoma skin cancer. A subset of patients presents HER2 overexpression and is eligible for treatment with trastuzumab alone (T) or in combination with pertuzumab (TP). This study aimed to compare progression-free survival (PFS) between these regimens in a cohort from a hospital in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil. Methods We included patients diagnosed with breast cancer Who received T or TP for at least 30 days. The two groups were balanced according to baseline characteristics using Inverse Probability of Treatment Weighting (IPTW). PFS was assessed using Kaplan—Meier curves, and a weighted Cox regression model was applied to explore PFS outcomes. Results After IPTW, 192 patients were included (96 in each group). The 60-month PFS was 73% in the T group and 88% in the TP group. In the weighted Cox model, only stage IV disease was associated with a higher risk Of progression or death (HR = 8.33; 95% Cl: 2.40—28.94; p < 0001), whereas stages II and III and the initial treatment regimen showed no significant association. The regression model demonstrated good accuracy (concordance = 0.77). Conclusion The difference in PFS between groups may partly reflect greater baseline severity in some patients, despite IPTW adjustment. The sample was insuficient for analyses restricted to first-line metastatic disease, limiting comparison with pivotal trials. Still, the findings are consistent with or more favorable than those from the CLEOPATRA trial supporting trastuzumab plus pertuzumab and docetaxel.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.