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Comitê para a Incorporação de Tecnologias em Saúde no SUS e a legalização do acesso aos cuidados de saúde
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Título
Comitê para a Incorporação de Tecnologias em Saúde no SUS e a legalização do acesso aos cuidados de saúde
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2016
Referência (Vancouver)
Simabuku EMG, Brazilian Ministry of Health, Brazil. Committee For Health Technology Incorporation Into The SUS And The Legalization Of Access To Health Care. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2016 May 10-14; Tokyo, Japan. Health Technology Assessment International, HTAi; 2016. p. 226-227. Poster 81A
Identificador
2016HTAi011
Title
Committee for health technology incorporation into the SUS and the legalization of access to health care
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2016
Reference (Vancouver)
Simabuku EMG, Brazilian Ministry of Health, Brazil. Committee For Health Technology Incorporation Into The SUS And The Legalization Of Access To Health Care. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2016 May 10-14; Tokyo, Japan. Health Technology Assessment International, HTAi; 2016. p. 226-227. Poster 81A
Identifier
2016HTAi011
Resumo
Contexto e objetivos: A quantidade de decisões judiciais feitas para fornecer tecnologias em saúde, especialmente medicamentos, tem apresentado uma tendência crescente desde a Constituição Federal de 1988, criando algumas dificuldades para o Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro. O objetivo deste estudo é descrever as experiências do Comitê Nacional de Incorporação de Tecnologias em Saúde (CONITEC), sua comunicação com os Procuradores Federais, a Advocacia Geral da União e o Poder Judiciário. Métodos: Foi realizado um estudo de caso por meio de uma abordagem quantitativa e qualitativa, utilizando como fonte de dados as informações submetidas pela Secretaria Executiva do CONITEC em resposta às solicitações do Poder Judiciário, Procuradores Federais e Estaduais, Defensores Públicos, Advocacia Geral da União, Poder Legislativo, Secretarias de Saúde, associações médicas e de pacientes que ocorreram entre 2012 e 2015. Resultados: Durante esse período, foram registradas 889 respostas e 260 relatórios técnicos como assistência às solicitações de informações sobre a incorporação de tecnologias em saúde, envolvendo medicamentos, dispositivos médicos ou procedimentos. A maioria das solicitações referiu-se a tratamentos para doenças como diabetes, hipertensão, osteoporose e epilepsia, para os quais existem várias opções de tratamento no SUS. Conclusões: As análises dos dados indicam que o CONITEC contribuiu para a prevenção da judicialização, na medida em que identificou que (i) o Ministério Público tem solicitado cada vez mais informações antes de iniciar ações judiciais; (ii) durante o período de 2012 a 2014, houve uma queda no número de solicitações de informações visando defender a União em ações judiciais já estabelecidas; e (iii) o Poder Judiciário tem utilizado cada vez mais canais de comunicação via e-mail antes de decidir sobre a concessão de liminares. RESULTADOS DO WORKSHOP EDUCACIONAL SOBRE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE NA FEDERAÇÃO RUSSA E PAÍSES DA CEI Descrição: Foi realizada uma pesquisa entre os tomadores de decisão em saúde nos países da Comunidade dos Estados Independentes (CEI) sobre a possibilidade de implementar a avaliação de tecnologias em saúde (ATS) em seus sistemas de saúde durante o workshop educacional sobre ATS. Os resultados refletem o interesse desses especialistas em ATS e mostram a importância de programas educacionais sobre ATS nos países da CEI. AUTOR APRESENTADOR: Prof. Roza Yagudina, Departamento de Organização do Fornecimento de Medicamentos e Farmacoeconomia, Rússia Autores: Roza Yagudina, Dzhumber Ugrekhelidze. Contexto e objetivos: Apesar de a ATS ser uma ferramenta reconhecida globalmente para a tomada de decisões baseadas em evidências na saúde e ter sido utilizada com sucesso nos países mais economicamente desenvolvidos (EUA, Canadá, Austrália, Reino Unido e outros países da UE), os países da CEI ainda têm um longo caminho a percorrer para introduzir a ATS em seus sistemas de saúde. Um dos passos necessários para disseminar a ATS nos países da CEI é a troca de experiências e melhores práticas. Um dos exemplos de programas educacionais e workshops é o workshop educacional “Requisitos modernos para a condução de estudos farmacoeconômicos” para tomadores de decisão na saúde dos países da CEI, que foi realizado de 15 a 19 de dezembro de 2014 em Moscou, no Departamento de Organização do Fornecimento de Medicamentos e Farmacoeconomia da Primeira Universidade Médica Estatal de Moscou I.M. Sechenov. Participaram do evento funcionários dos ministérios da saúde e organizações de seguros, instituições de ensino superior de 8 países da CEI (Rússia, Uzbequistão, Quirguistão, Moldávia, Tajiquistão, Bielorrússia, Azerbaijão, Armênia). Métodos: A pesquisa continha perguntas sobre a possibilidade de implementação da ATS nos países da CEI, tipos de ATS e estrutura organizacional das futuras agências. Resultados: Como resultado da pesquisa realizada, todos os tomadores de decisão destacaram que a ATS é necessária para a tomada de decisões em seus países. A maioria dos entrevistados apontou que a esfera mais importante para a avaliação é a de medicamentos (17 entrevistados), 13 entrevistados escolheram diagnósticos e dispositivos médicos como prioridade para a ATS. 7 entrevistados destacaram programas de reabilitação e 6 propuseram sistemas organizacionais como área-chave para a ATS. 65% dos entrevistados supõem que a agência de ATS deve ser financiada pelo Ministério da Saúde, 20% consideram o papel fundamental das empresas farmacêuticas, 15% supõem que as seguradoras devem financiar as agências de ATS. No entanto, 65% dos entrevistados acreditam que a agência de ATS em seus países deve fazer parte do Ministério da Saúde e 35% consideram mais apropriada a função independente da agência de ATS em seus países. Os seguintes fatores foram identificados como inibidores do desenvolvimento da ATS em seus países: orçamento limitado, falta de pessoal qualificado, falta de vontade política, falta de informações sobre a metodologia de ATS e seus benefícios, e situação sociopolítica instável. É importante ressaltar que os tomadores de decisão aprovam a implementação de ATS regional em seus países (82% dos entrevistados) e a implementação de mini-ATS (100%). 53% dos entrevistados preferiram a criação de comitês de ATS nas instituições de saúde, enquanto 47% preferem solicitar a avaliação de especialistas de outras instituições (o modelo do Embaixador). Conclusões: Todos os participantes do programa educacional destacaram a importância de programas educacionais sobre ATS e enfatizaram a necessidade de mais treinamento para os tomadores de decisão nos países da CEI.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Background and objectives: The quantity of judicial decisions made to provide health Technologies, especially drugs, has experienced a growing trend since the Federal Constitution of 1988, creating some difficulties for the Brazilian Public Health System (SUS). This study’s goal is to describe experiences of the National Committee for Health Technology Incorporation (CONITEC), its communication with the Federal Prosecutors, the Attorney General of the Union and the Judiciary Power. Methods: A case study was conducted by means of a quantitative and qualitative approach using as a data source, information submitted by CONITEC Executive Secretariat in response to the Judiciary Power requests, Federal and State Prosecutors, Public Defenders, Attorney General of the Union, Legislative Power, Health Secretaries, medical and patient associations that took place between 2012 and 2015. Results: During this period, 889 responses and 260 technical reports as assistance to the requests for information on health technology incorporation, involving medicines, medical devices or procedures. Most requests were about treatments #HTAiTokyo2016 Posters 227 for diseases, like diabetes, blood pressure, osteoporosis and epilepsy, for which there are several treatment options in SUS. Conclusions: The data analyses indicate that CONITEC has contributed to the prevention of judicialization, to the extent that it identified that (i) the Prosecutors Office has been increasingly requesting information before beginning judicial actions; (ii) during the period from 2012 to 2014 there was a drop in the number of requests for information aiming to defend the Union in judicial actions that were already established; and (iii) the Judiciary Power has increasingly used communications channels via email before deciding about the concession of injunctions. Poster 82A The Results Of Educational Workshop On Health Technology Assessment In The Russian Federation And CIS Countries Description: A survey among the healthcare decision-makers in Commonwealth of Independent States (CIS) countries on the possibility of implementing health technology assessment into the healthcare systems was conducted during the educational workshop on HTA. The results reflect the interest of these specialists in HTA and show the importance of educational programs on HTA in CIS countries. PRESENTING AUTHOR: Prof. Roza Yagudina, Department of Organization of Medicinal Provision and Pharmacoeconomics, Russia Authors: Roza Yagudina, Dzhumber Ugrekhelidze Background and objectives: Despite the fact that HTA is a globally recognized tool for evidence-based decision making in health care and has been used successfully in the most economically developed countries (USA, Canada, Australia, UK and other EU countries), Commonwealth of Independent States (CIS) countries still have a long way of introducing HTA in their healthcare system. One of the steps necessary to disseminate HTA in CIS countries is the exchange of experience and best practices. One of the examples of educational programs and workshops is the educuational workshop “Modern requirements for conducting pharmacoeconomic studies” for decision makers (DM) in the healthcare of the CIS countries, which was held on 15 - 19 December 2014 in Moscow at the Department of organization of medicinal provision and pharmacoeconomics of I.M. Sechenov First Moscow State Medical University. It was attended by officials from the ministries of health and insurance organizations, higher educational institutions of 8 CIS countries (Russia, Uzbekistan, Kyrgyzstan, Moldova, Tajikistan, Belarus, Azerbaijan, Armenia). Methods: The survey contained questions on the possibility of implementation of HTA in CIS countries, types of HTA and organizational structure of future agencies. Results: As a result of the conducted survey all DM note that HTA is necessary for decision-making in their countries. The majority of respondents note that the most important sphere for assessment is medicinal drugs (17 respondents), 13 respondents chose diagnostics and medical devices as a priority for HTA. 7 respondents payed attention to rehabilitation programs and 6 ones proposed organizational systems as the key area for HTA. 65% of respondents suppose that HTA agency should be financed by the Ministry of Health, 20% consider the key role of pharmaceutical companies, 15 % 228 Posters #HTAiTokyo2016 suppose that insurance companies should finance HTA agencies. However 65% of respondents suppose that HTA agency in their country should be a part of Ministry of Health and 35% ones consider the independent role of HTA agency more appropriate for their country. The following factors were identified as inhibiting the development of HTA in their countries: limited budget, lack of qualified personnel, lack of political will, lack of information about the HTA Methodology and its benefits, unstable socio-political situation. It should be noted that the decision-makers approve the implementation of regional HTA in their countries (82% of respondents) and implementation of miniHTA (100%). 53% of the respondents preferred the establishment of committees for HTA in health facilities, 47% prefer the request of expert evaluation consultants from other institutions (the Ambassador model). Conclusions: All participants of the educational program noted the importance of educational programs on HTA and stressed the need for further training of decision-makers in the CIS countries.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.