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Análogos de insulina de ação prolongada no Brasil: impacto clínico e econômico
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Título
Análogos de insulina de ação prolongada no Brasil: impacto clínico e econômico
Tipo de documento
Vinhetas
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2019
Referência (Vancouver)
Marra LP, Pereira DS, Araújo de Oliveira GL. Long-Acting Insulin Analogues In Brazil: Clinical And Economic Impact . In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2019 June 15-19; Cologne, Germany. Health Technology Assessment International, HTAi; 2019.
Identificador
2019HTAi008
Title
Long-acting insulin analogues in Brazil: clinical and economic impact
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2019
Reference (Vancouver)
Marra LP, Pereira DS, Araújo de Oliveira GL. Long-Acting Insulin Analogues In Brazil: Clinical And Economic Impact . In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2019 June 15-19; Cologne, Germany. Health Technology Assessment International, HTAi; 2019.
Identifier
2019HTAi008
Resumo
Introdução: O objetivo foi avaliar a eficácia, a segurança e o impacto econômico dos análogos de insulina de ação prolongada (IAAD) em comparação à NPH para diabetes mellitus tipo 1 (DM1). Métodos: Foi realizada uma busca em cinco bases de dados eletrônicas para encontrar revisões sistemáticas (RS) comparando pelo menos um IAAD à insulina NPH para DM1. A análise de impacto orçamentário foi realizada sob a perspectiva do sistema público de saúde brasileiro (SUS), tendo a insulina NPH como cenário base. Os custos foram extraídos do Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais (SIASG). A participação de mercado foi calculada por mês, utilizando uma função logarítmica com difusão máxima de 50% ao final do horizonte temporal - cinco anos. Resultados: Um total de 160 estudos foram identificados e sete RS de baixo a incerto risco de viés foram selecionadas. Os IAAD têm demonstrado benefício clínico modesto e seu efeito é mais proeminente para o controle de hipoglicemia grave e noturna. As insulinas glargina e detemir comparadas à NPH foram associadas à redução dos níveis de HbA1c entre 0,16% e 0,40% e associadas ao menor risco de episódios de hipoglicemia grave. A insulina degludeca comparada à NPH não apresentou diferença estatisticamente significativa na redução dos níveis de HbA1c e nos episódios de hipoglicemia grave. O impacto orçamentário varia de US$ 210 milhões (detemir) a US$ 670 milhões (degludeca) em cinco anos. Conclusões: O uso da LAIA como regime de insulina basal para DM1 pode beneficiar mais pacientes com episódios recorrentes de hipoglicemia. Entretanto, a fragilidade dos desfechos considerados para avaliar o impacto clínico da LAIA e o alto impacto orçamentário com seu uso devem ser considerados, podendo comprometer a sustentabilidade do SUS. Diante desses aspectos, a CONITEC recomendou a incorporação de uma das LAIA, caso o tratamento seja igual ou inferior ao da insulina NPH e de acordo com os critérios estabelecidos por uma diretriz.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: The aim was to evaluate the effectiveness, safety and economic impact of long-acting insulin analogues (LAIA) compared to NPH for type 1 diabetes mellitus (DM1). Methods: A search was performed in five electronic databases to find systematic reviews (SR) comparing at least a LAIA to NPH insulin for DM1. Budget impact analysis was performed from the perspective of Brazilian public health system (SUS), with NPH insulin as the base scenario. The costs were extracted from the Integrated System of Administration of General Services (SIASG). The market share was calculated per month, using a logarithmic function with maximum diffusion of 50% at the end of the time horizon - five years. Results: A total of 160 studies were identified and seven SR of low to uncertain risk of bias were selected. LAIA have shown modest clinical benefit and its effect is more prominent for the control of severe and nocturnal hypoglycaemia. Insulins glargine and detemir compared to NPH were associated with reduction in HbA1c levels between 0.16% and 0.40% and associated with lower risk of episodes of severe hypoglycemia. Insulin degludec compared to NPH showed no statistically significant difference in the reduction of HbA1c levels and in the episodes of severe hypoglycemia. The budget impact ranges from USD 210 million (detemir) to USD 670 million (degludec) over five years. Conclusions: The use of LAIA as a basal insulin regimen for DM1 may benefit more patients with recurrent episodes of hypoglycemia. However, the fragility of the outcomes considered to evaluate the clinical impact of LAIA and the high budget impact with its use should be considered, and may compromise SUS sustainability. In view of these aspects, CONITEC recommended the incorporation of one of the LAIA, if the treatment is equal to or less than that of NPH insulin and according to the criteria established by a guideline.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.