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Análise de custo-efetividade da quimioprofilaxia da influenza A (H1N1)
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Título
Análise de custo-efetividade da quimioprofilaxia da influenza A (H1N1)
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2018
Referência (Vancouver)
Galvao T, Vecoso L, Silva M, Silva E, Resende M. Cost-effectiveness Analysis Of Influenza A (H1N1) Chemoprophylaxis. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2018 June 1-5; Vancouver, Canada. Health Technology Assessment International, HTAi; 2018. p. 334-335. PP138.
Identificador
2018HTAi041
Title
Cost-effectiveness analysis of influenza a (H1N1) chemoprophylaxis
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2018
Reference (Vancouver)
Galvao T, Vecoso L, Silva M, Silva E, Resende M. Cost-effectiveness Analysis Of Influenza A (H1N1) Chemoprophylaxis. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2018 June 1-5; Vancouver, Canada. Health Technology Assessment International, HTAi; 2018. p. 334-335. PP138.
Identifier
2018HTAi041
Resumo
Introdução: O vírus Influenza A (H1N1) é o vírus mais relevante nas mortes por complicações da gripe. Oseltamivir e zanamivir são usados para a profilaxia da influenza em epidemias. Nosso objetivo foi avaliar a eficácia da quimioprofilaxia para a influenza A (H1N1) no sistema de saúde brasileiro. Métodos: Realizamos uma busca sistemática na literatura para identificar resultados de eficácia. Os custos avaliados sob a perspectiva do sistema foram obtidos de sistemas oficiais do Ministério da Saúde do Brasil e complementados com dados de atendimento médico em um hospital universitário de Campinas, São Paulo. Os desfechos do modelo foram anos de vida ajustados pela qualidade (QALY) com disposição a pagar BRL 30.000,00/QALY e a prevenção de H1N1. Um modelo de árvore de decisão foi utilizado para calcular as razões incrementais de custo-efetividade para o cenário de profilaxia, comparado à ausência de profilaxia. Análises de sensibilidade determinística e probabilística foram usadas para testar a robustez. Resultados: A profilaxia teve 70% de adesão ao tratamento, 9% de eventos adversos, eficácia em evitar H1N1 (risco relativo = 0,43; intervalo de confiança de 95%: 0,33, 0,57); não foram encontradas evidências da eficácia da profilaxia para complicações, hospitalização e morte. Ambos os cenários apresentaram taxa de ataque de H1N1 de 14%, 67% de consultas ambulatoriais, 43% de atendimento hospitalar, 14% de mortes hospitalares, 23% de internações em unidade de terapia intensiva, onde a mortalidade foi de 40%. A utilidade foi de 0,50 durante a infecção por H1N1, 0,23 com hospitalização, 0,195 a menos com eventos adversos, 0 para mortes e 0,885 para saudáveis. O custo foi de BRL 39,42 para quimioprofilaxia; BRL 12,47 para atendimento ambulatorial; BRL 5.727,59 para internação hospitalar; BRL 19.217,25 para terapia intensiva; e BRL 292,05 para eventos adversos. O custo incremental da profilaxia foi de BRL 39,70 e a utilidade aumentou 0,004, o que representa uma economia de BRL 2.921,14/QALY. A profilaxia economiza BRL 337,84 por caso de H1N1 evitado. A análise de sensibilidade univariada e probabilística assegura a robustez dos resultados, com 43% de probabilidade de ser de menor custo e maior eficácia. Conclusões: A profilaxia é custo-efetiva sob a perspectiva do sistema de saúde utilizando utilidade e desfechos de casos de H1N1 evitados.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Influenza A (H1N1) virus is the most relevant virus in death by flu complications. Oseltamivir and zanamivir are used for influenza prophylaxis in epidemics. We aimed to evaluate the efficacy of chemoprophylaxis for influenza A (H1N1) for the Brazilian health care system. Methods: We systematically searched the literature to identify efficacy results. Costs assessed for the system perspective were obtained from official Brazilian Ministry of Health systems and completed from medical care at a university hospital of Campinas, Sao Paulo. Model outcomes were qualityadjusted life years (QALY) with willingness to pay BRL 30,000.00/QALY and prevention of H1N1. A decision-tree model was used for calculation of cost-effectiveness incremental ratios for prophylaxis scenario, compared to no prophylaxis. Deterministic and probabilistic sensitivity analysis were used to test robustness. Results: Prophylaxis had 70% adherence to treatment, 9% adverse events, effectiveness in avoiding H1N1 (relative risk = 0.43; 95% confidence interval: 0.33, 0.57); no evidence of prophylaxis efficacy for complication, hospitalization and death was found. Both scenarios had 14% H1N1 attack rate, 67% of ambulatorial consult, 43% of inpatient care, 14% of deaths in hospital, 23% of intensive care where death was 40%. Utility was 0.50 during H1N1 infection, 0.23 with hospitalization, 0.195 less with adverse events, 0 for deaths and 0.885 for healthy. Cost was BRL39.42 for chemoprophylaxis; BRL12.47 for outpatient care; BRL5,727.59 for hospital admission; BRL19,217.25 for intensive care; and BRL292.05 for adverse events. Incremental cost of prophylaxis was BRL39.70 and utility increased 0.004, which mean saving of BRL2,921.14/QALY. Prophylaxis saves BRL337.84 per H1N1 case avoided. Univariate and probabilistic sensitivity analysis assure the robustness of results, with 43% probability of being of lower cost and higher effectiveness. Conclusions: Prophylaxis is cost-effective in the health care system perspective using utility and avoided H1N1 cases outcomes.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.