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Carga da doença em mulheres com osteoporose no Brasil – resultados da pesquisa nacional de saúde e bem-estar de 2011 (NHWS)
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Título
Carga da doença em mulheres com osteoporose no Brasil - resultados da pesquisa nacional de saúde e bem-estar de 2011 (NHWS)
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2012
Referência (Vancouver)
Mould JF, Fujii RK, Boulos FC, Manfrin DF. Burden of disease in women with osteoporosis in Brazil- results from 2011 national health and wellness survey (NHWS) [Internet]. In: ISPOR 2012; Washington, DC, USA. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-17th-annual-international-meeting/burden-of-disease-in-women-with-osteoporosis-in-brazil-results-from-2011-national-health-and-wellness-survey-nhws
Identificador
2012ISPOR049
Title
Burden of Disease in Women with Osteoporosis in Brazil- Results from 2011 National Health and Wellness Survey (NHWS).
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2012
Reference (Vancouver)
Mould JF, Fujii RK, Boulos FC, Manfrin DF. Burden of disease in women with osteoporosis in Brazil- results from 2011 national health and wellness survey (NHWS) [Internet]. In: ISPOR 2012; Washington, DC, USA. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-17th-annual-international-meeting/burden-of-disease-in-women-with-osteoporosis-in-brazil-results-from-2011-national-health-and-wellness-survey-nhws
Identifier
2012ISPOR049
Resumo
Objetivos: A má nutrição, baixa ingestão de cálcio na dieta, deficiência de vitamina D, exercício insuficiente, tabagismo e uso de álcool são fatores de risco modificáveis que afetam diretamente os ossos e estão associados à osteoporose. No Brasil, não há estimativas sólidas da magnitude dessa condição, devido à heterogeneidade racial, cultural e econômica do país. Este estudo teve como objetivo avaliar comorbidades, qualidade de vida (QV), perda de trabalho/produtividade e utilização de recursos médicos em mulheres com osteoporose no Brasil. Métodos: Foram coletados dados autorrelatados de um total de 12.000 indivíduos (idade ≥ 18 anos) na Pesquisa Nacional de Saúde e Bem-Estar de 2011 no Brasil. A QV foi medida pelo escore do componente físico (PCS) e do componente mental (MCS) do Short Form-12 (SF-12). A perda de trabalho/produtividade foi medida pelo instrumento validado Work Productivity and Activity Impairment. A utilização de recursos médicos foi medida por provedor de cuidados de saúde, visitas à sala de emergência e hospitalização nos últimos seis meses. Resultados: Dos 6.017 respondentes do sexo feminino, 179 (3,0%) foram diagnosticados com osteoporose (com ou sem osteopenia) e 156 (1,8%) foram diagnosticados apenas com osteopenia. A idade média para mulheres diagnosticadas com osteoporose/osteopenia foi de 59,6 anos. O grupo diagnosticado com osteoporose/osteopenia relatou mais comorbidades (dor de cabeça 44%, dor 36%, insônia 26%, enxaqueca 23%, depressão 22%, artrite 22%), menores escores médios de PCS (42,6 vs. 47,33) e MCS (45,7 vs. 50,3), mais pacientes visitaram provedores de saúde (93% vs. 79%), e um percentual maior estava utilizando alguma estratégia de economia de custos (55% vs. 37%) nos últimos seis meses em comparação com o grupo sem osteoporose/osteopenia. Além disso, o grupo com osteoporose/osteopenia relatou 35,8% de comprometimento na atividade diária em comparação com 23,0% no grupo sem osteoporose/osteopenia. Todas as comparações foram estatisticamente significativas com p <0,05. Conclusões: Com base nos resultados da Pesquisa Nacional de Saúde e Bem-Estar do Brasil, mulheres diagnosticadas com osteoporose/osteopenia sofrem com comprometimento na QV, perda de trabalho/produtividade, maior utilização de recursos de saúde e mais comorbidades. Os achados indicam que ainda existe uma necessidade médica não atendida em pacientes com osteoporose/osteopenia no Brasil.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: Poor nutrition, low dietary calcium intake, vitamin D deficiency, insufficient exercise, smoking and alcohol usage are modifiable risk factors that directly affect bones and are associated with osteoporosis. In Brazil, there are no solid estimates of the magnitude of the condition, due to being a country with a very heterogeneous racial, cultural and economic Background. This study is aimed to assess co-morbidity, quality of life (QOL), work/productivity loss, and medical resource utilization in women with osteoporosis in Brazil. Methods: A total of 12,000 individuals’ (age 18+) self-reported data were collected from 2011 National Health and Wellness Survey (NHWS) in Brazil. QOL was measured by the physical component score (PCS) and mental component score (MCS) of the Short Form-12 (SF-12). Loss of work/productivity was measured by the validated Work Productivity and Activity Impairment instrument. Medical resource utilization was measured by health care provider, emergency room visits and hospitalization in the past six months. Results: Of the 6017 female respondents, 179 (3.0%) were diagnosed with osteoporosis (with or without osteopenia) and 156 (1.8%) were diagnosed with osteopenia only. Average age for women diagnosed with osteoporosis/osteopenia was 59.6 years. Diagnosed osteoporosis/osteopenia group reported more co-morbidities (headache 44%, pain 36%, insomnia 26%, migraine 23%, depression 22%, arthritis 22%), lower mean scores of PCS (42.6 vs.47.33) and MCS (45.7 vs. 50.3), more patients visited healthcare providers (93%vs. 79%), and a higher percentage were using any cost-saving strategy (55% vs. 37%) over the past 6 months compared to non-osteoporosis/osteopenia group. Furthermore, osteoporosis/osteopenia group reported 35.8% impairment in daily activity compared to 23.0% in non-osteoporosis/osteopenia group. All comparisons were statistically significant at p<0.05. Conclusions: Based on Results from the Brazil NHWS, women diagnosed with osteoporosis/osteopenia suffer from impairment in QOL, work/productivity loss, greater usage of health care resources and more co-morbidities. Findings indicate there is still an unmet medical need in osteoporosis/osteopenia patients in Brazil.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.