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Acesso do paciente, conhecimento sobre HbA1c e resultados de saúde entre pacientes com diabetes tipo 2 no Brasil
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Título
Acesso do paciente, conhecimento sobre HbA1c e resultados de saúde entre pacientes com diabetes tipo 2 no Brasil
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2012
Referência (Vancouver)
Annunziata K, Pomerantz D, DiBonaventura MD, Follador W. Patient access, hba1c knowledge, and health outcomes among type 2 diabetes patients in Brazil [Internet]. In: ISPOR Europe 2012; Berlin, Germany. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-15th-annual-european-congress/patient-access-hba1c-knowledge-and-health-outcomes-among-type-2-diabetes-patients-in-brazil
Identificador
2012ISPOR045
Title
Patient Access, Hba1c Knowledge, and Health Outcomes Among Type 2 Diabetes Patients in Brazil.
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2012
Reference (Vancouver)
Annunziata K, Pomerantz D, DiBonaventura MD, Follador W. Patient access, hba1c knowledge, and health outcomes among type 2 diabetes patients in Brazil [Internet]. In: ISPOR Europe 2012; Berlin, Germany. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-15th-annual-european-congress/patient-access-hba1c-knowledge-and-health-outcomes-among-type-2-diabetes-patients-in-brazil
Identifier
2012ISPOR045
Resumo
Objetivos: Embora o objetivo principal entre pacientes com diabetes tipo 2 (T2D) seja o controle glicêmico, a falta de educação dos pacientes e acesso aos cuidados de saúde pode representar um grande obstáculo para o manejo adequado da doença, especialmente em mercados emergentes como o Brasil. O objetivo deste estudo foi documentar o nível de conhecimento dos pacientes sobre os níveis de HbA1c e seu efeito nos resultados de saúde. Métodos: Os dados foram analisados a partir da Pesquisa Nacional de Saúde e Bem-Estar do Brasil de 2011, um levantamento transversal de saúde de adultos no Brasil (N=12.000). Foram avaliados para todos os respondentes dados demográficos (idade, sexo, educação, status socioeconômico, tipo de seguro), histórico de saúde (nível de HbA1c, nível de glicemia em jejum, frequência de testes) e resultados de saúde (estado de saúde usando o SF-12v2, perda de produtividade no trabalho usando o WPAI e uso de recursos de saúde). Resultados: Um total de 480 respondentes (4,0%) relataram diagnóstico de T2D, dos quais 85,38% não conheciam seu nível de HbA1c. Entre aqueles que estavam cientes de seu nível de HbA1c, 60,34% relataram estar descontrolados (ou seja, nível maior que 7%). Pacientes descontrolados relataram significativamente pior estado de saúde física (39,43 vs. 46,68) e uma porcentagem significativamente maior de perda de produtividade no trabalho (42,93% vs. 25,58%) em comparação com aqueles controlados (todos p <0,05). O acesso aos cuidados também foi associado a melhores resultados, já que aqueles com seguro privado tinham significativamente mais probabilidade de terem realizado um teste de HbA1c nos últimos 3 meses (15,57% vs. 6,57%) e significativamente menos probabilidade de nunca terem sido testados (38,32% vs. 43,01%) do que aqueles com seguro público (todos p <0,05). Conclusões: A falta de consciência dos níveis de HbA1c sugere uma lacuna significativa na educação dos pacientes. Dada a alta probabilidade de estarem descontrolados, essa falta de educação pode ter consequências humanísticas e econômicas significativas para o Brasil do ponto de vista societal. Melhorias no acesso e na educação podem ajudar a melhorar o manejo geral do T2D.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: Although the primary goal among patients with type 2 diabetes (T2D) is gylcemic control, lack of patient education and healthcare access may represent a major obstacle to proper disease management, particularly in emerging markets such as Brazil. The aim of the current study was to document the level of patient knowledge of HbA1c levels and its effect on health outcomes. Methods: Data were analyzed from the Brazil 2011 National Health and Wellness Survey, a cross-sectional health survey of adults in Brazil (N=12,000). Demographics (age, gender, education, socioeconomic status, insurance type), health history (HbA1c level, FPG level, frequency of testing), and health outcomes (health status using the SF-12v2, work productivity loss using the WPAI, and healthcare resource use) were assessed for all respondents. Results: A total of 480 respondents (4.0%) reported a diagnosis of T2D of whom 85.38% did not know their level of HbA1c. Among those who were aware of their HbA1c level, 60.34% reported being uncontrolled (i.e., a level greater than 7%). Patients who were uncontrolled reported significantly worse physical health status (39.43 vs. 46.68) and a significantly greater percentage work overall impairment (42.93% vs. 25.58%) compared with those who were controlled (all p<.05). Access to care also was associated with better outcomes as those with private insurance were significantly more likely to have an HbA1c test in the past 3 months (15.57% vs. 6.57%) and significantly less likely to have never been tested (38.32% vs. 43.01%) than those with just public insurance (all p<.05). Conclusions: The lack of awareness of HbA1c levels suggests a significant gap in patient education. Given the high probability of being uncontrolled, this lack of patient education may have significant humanistic and economic consequences for Brazil from a societal perspective. Improvement in access and education may help improve overall T2D management.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.