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Impacto da não adesão ao imatinibe na sobrevida livre de progressão como primeiro tratamento para leucemia mieloide crônica no Brasil – acompanhamento de dois anos
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Título
Impacto da não adesão ao imatinibe na sobrevida livre de progressão como primeiro tratamento para leucemia mieloide crônica no Brasil - acompanhamento de dois anos
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2011
Referência (Vancouver)
Funke VAM, Moellmann-Coelho A, Asano E, Nita ME, Donato BM, Rahal E. Impact of non-adherence to imatinib on progression-free survival as 1st treatment for chronic myeloid leukemia in Brazil- two years follow up [Internet]. In: ISPOR 2011; Baltimore, MD, USA. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-16th-annual-international-meeting/impact-of-non-adherence-to-imatinib-on-progression-free-survival-as-1st-treatment-for-chronic-myeloid-leukemia-in-brazil-two-years-follow-up
Identificador
2011ISPOR004
Title
Impact of Non-adherence to Imatinib on Progression-free Survival As 1st Treatment For Chronic Myeloid Leukemia in Brazil- Two Years Follow Up.
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2011
Reference (Vancouver)
Funke VAM, Moellmann-Coelho A, Asano E, Nita ME, Donato BM, Rahal E. Impact of non-adherence to imatinib on progression-free survival as 1st treatment for chronic myeloid leukemia in Brazil- two years follow up [Internet]. In: ISPOR 2011; Baltimore, MD, USA. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-16th-annual-international-meeting/impact-of-non-adherence-to-imatinib-on-progression-free-survival-as-1st-treatment-for-chronic-myeloid-leukemia-in-brazil-two-years-follow-up
Identifier
2011ISPOR004
Resumo
Objetivos: Imatinibe é considerado o padrão de tratamento para a 1ª linha de tratamento da leucemia mieloide crônica (LMC) no Brasil. No entanto, a eficácia do tratamento a longo prazo é prejudicada por questionáveis níveis de adesão entre os pacientes que recebem imatinibe. O objetivo deste estudo é documentar a adesão dos pacientes com LMC ao imatinibe e o impacto desses níveis de adesão no prognóstico a longo prazo. Métodos: Foi realizada uma análise de coorte longitudinal utilizando dados do SIA/DATASUS de janeiro de 2008 até junho de 2010. Os critérios de inclusão foram pacientes com ≥ 18 anos; diagnosticados com LMC (CID10 92.1) em Fase Crônica; iniciando o tratamento de 1ª linha com imatinibe entre 1º de janeiro de 2008 e 31 de dezembro de 2008; e um período mínimo de acompanhamento de 6 meses. A adesão de todos os pacientes que atenderam aos critérios de inclusão foi calculada com base na razão de posse de medicação (MPR) ao longo de um período de 15 meses. Os pacientes foram classificados como aderentes (MPR ≥ 0,9) ou não aderentes (MPR <0,9). Usando regressão logística uni e multivariada, analisamos as seguintes variáveis: adesão, idade, gênero, região do país e outras comorbidades quanto à sua influência nas taxas de progressão. Resultados: No total, 386 pacientes, 56% homens e idade média (DP) de 48 (15) anos, foram incluídos no estudo. Houve 210 (54%) pacientes classificados como aderentes (MPR ≥ 0,9). No final dos 24 meses de acompanhamento, 20% dos pacientes do grupo não aderente tinham progredido, contra 10% no grupo aderente (log-rank p=0,02). Pacientes das regiões Norte, Sul e Sudeste do Brasil apresentaram adesão significativamente maior em comparação com aqueles do Nordeste ou Centro-Oeste. De acordo com a regressão logística multivariada, a menor adesão está significativamente associada a maiores taxas de progressão. Conclusões: A adesão ao imatinibe está associada a um melhor perfil de sobrevida livre de progressão, com significância estatística observada após um período de 24 meses. A não adesão foi observada em 46% da população estudada.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: Imatinib is considered standard of care for 1st line treatment of chronic myeloid leukemia (CML) in Brazil. Long-term treatment effectiveness, however, is jeopardized by questionable adherence among patients receiving imatinib. The goal of this study is to document the adherence of CML patients to imatinib and the impact of these adherence levels on long-term prognosis. Methods: A longitudinal cohort analysis was performed using SIA/DATASUS data from January 2008 through Jun 2010. Inclusion criteria included patients ≥ 18 years old; diagnosed with CML (ICD10 92.1) in Chronic Phase; beginning 1st line treatment with imatinib from January 1, 2008 to December 31, 2008; and a minimum follow-up period of 6 months. Adherence of all patients that met inclusion criteria was calculated based on medication possession ratio (MPR) over a 15-month period. Patients were categorized as adherent (MPR ≥ 0.9) or non-adherent (MPR <0.9). Using uni and multivariate logistic regression we analyzed the following covariates: adherence, age, gender, region of country and other comorbidities for their influence on progression rates. Results: In total, 386 patients, 56% males and mean (SD) age 48 (15) years, were included in the study. There were 210 (54%) patients calculated as being adherent (MPR ≥ 0.9). At the end of the 24-months of follow-up, 20% patients from the non-adherent group had progressed, versus 10% in the adherent group (log-rank p=0,02). Patients from North, South and Southeast regions of Brazil had significantly higher adherence as compared with those from Northeast or Centerwest. According to the multivariate logistic regression, lower adherence is significantly associated with higher progression rates. Conclusions: Adherence to imatinib is associated with a better progression-free survival profile, with statistical significance being observed after a 24-months period. Non-adherence was observed in 46% of the population studied.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.