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Estimativa do impacto clínico e econômico da dor crônica nos beneficiários de um plano de saúde privado no Brasil
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Título
Estimativa do impacto clínico e econômico da dor crônica nos beneficiários de um plano de saúde privado no Brasil
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2009
Referência (Vancouver)
Reis Neto JP, Stefani S. Estimation of clinical and economic impact of chronic pain on the beneficiaries of a private health plan in Brazil [Internet]. In: ISPOR 2009; Orlando, FL, USA. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-14th-annual-international-meeting/estimation-of-clinical-and-economic-impact-of-chronic-pain-on-the-beneficiaries-of-a-private-health-plan-in-brazil
Identificador
2009ISPOR041
Title
Estimation of Clinical and Economic Impact of Chronic Pain on the Beneficiaries of a Private Health Plan in Brazil
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2009
Reference (Vancouver)
Reis Neto JP, Stefani S. Estimation of clinical and economic impact of chronic pain on the beneficiaries of a private health plan in Brazil [Internet]. In: ISPOR 2009; Orlando, FL, USA. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-14th-annual-international-meeting/estimation-of-clinical-and-economic-impact-of-chronic-pain-on-the-beneficiaries-of-a-private-health-plan-in-brazil
Identifier
2009ISPOR041
Resumo
Objetivos: Não há avaliações detalhadas para o Brasil quanto à prevalência da dor crônica. A literatura descreve prevalências de 8% a 60%. O objetivo deste estudo é estimar o impacto dessa doença em uma população de um plano de saúde privado e a associação com despesas financeiras. Métodos: Foi realizada uma pesquisa epidemiológica com 46.407 beneficiários (37,8% da cobertura global de vida), dos quais 4.700 relataram uma variedade de sintomas, incluindo 1.469 (31%) com queixas de dor. Dados primários, relacionados a despesas com hospitalização e uso de serviços médicos durante um período de 12 meses, dos beneficiários que relataram dor, foram analisados e comparados com aqueles de indivíduos sem esse sintoma. Dados, baseados em um programa de benefícios farmacêuticos, referentes a 54.843 unidades de medicamentos reembolsados, foram coletados para identificar os medicamentos mais frequentemente usados para esse sintoma. Resultados: Entre os beneficiários que mencionaram dor, 30% relataram dor predominantemente nos membros inferiores, 30% dor lombar, 18% nas articulações, 9% no abdômen e 14% em outros locais. A correlação entre os dois grupos demonstrou que pacientes com dor crônica apresentaram um uso 2,6 vezes maior de serviços médicos e hospitalares (consultas, exames e internações) e um gasto anual per capita de U$ 581,35, comparado a U$ 233,55 no grupo sem queixas de dor (p<0,001). Entre os medicamentos mais frequentemente reembolsados, 36% eram produtos comumente usados para alívio da dor: 10,5% anti-inflamatórios não esteroides, 9% antiepilépticos, 7,3% não opioides, 4,4% ansiolíticos, 3,8% antidepressivos e 1% neurolépticos. Conclusões: Esta pesquisa epidemiológica e a correlação com dados de benefícios farmacêuticos demonstraram uma alta prevalência de queixas espontâneas de dor e uma maior demanda por recursos do seguro saúde por parte dos pacientes que mencionaram esse sintoma. Os achados deste estudo sugerem a necessidade de implementar medidas de suporte eficazes para pacientes com dor crônica.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: There are no detailed assessments for Brazil regarding the prevalence of chronic pain. The literature describes prevalence of 8% to 60%. The Objetive of this study is to estimate the impact of this disease on a population of a private health plan and the association with financial expenses. Methods An epidemiological survey was performed on 46,407 beneficiaries (37.8% from the global life coverage), 4,700 of whom referred a variety of symptoms, including 1,469 (31%) with pain complaints. Primary data, concerning expenses with hospitalization and use of medical services during a period of 12 months, of beneficiaries who referred pain, were analyzed and compared with those of individuals without this symptom. Data, based on a pharmacy benefit program, concerning 54,843 units of reimbursed medications, was collected to identify the most frequently drugs used for this symptom. Results From the beneficiaries who mentioned pain, 30% were predominantly in the lower limbs, 30% low back pain, 18% joints, 9% abdomen and 14% other kinds. The correlation between two groups demonstrated that patients who had chronic pain had a 2.6 higher use of physician and hospital services (clinic, exams and inpatient care) and an annual expenditure per capita of U$ 581.35 compared to $ 233.55 in the group without pain complaints (p<0.001). Among the most frequently reimbursed medications, 36% were products commonly used for pain relief: 10.5% non steroidal anti-inflammatory drugs, 9% antiepileptic, 7.3% non opioid; 4.4% ansiolytics, 3.8% antidepressant and 1% neuroleptic drugs. Conclusions This epidemiological survey and the correlation with pharmacy benefit data, demonstrated a high prevalence of spontaneous pain complaints and a higher demand of the health insurance resources by those patients who mentioned this symptom spontaneously. The findings of this study suggest the need implementing effective support measurements for chronic pain patients.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.