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Gastos elevados com medicamentos do programa de medicamentos excepcionais do Ministério da Saúde/Brasil
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Título
Gastos elevados com medicamentos do programa de medicamentos excepcionais do Ministério da Saúde/Brasil
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2009
Referência (Vancouver)
Brandao CMR, Acurcio FA, Andrade IG, Cherchiglia ML, Silva GD, Guerra Jr AA, Almeida AM, Queiroz OV, SZuter DC, Faleiros DR, Jorge EA. Gastos elevados com medicamentos do programa de medicamentos excepcionais do ministério da saúde/Brasil [Internet]. In: ISPOR Latin America 2009; Rio de Janeiro, Brazil. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-2nd-latin-america-conference/gastos-elevados-com-medicamentos-do-programa-de-medicamentos-excepcionais-do-ministerio-da-saude-Brasil
Identificador
2009ISPOR039
Title
High Expenditures on Medications from the Exceptional Medicines Program of the Ministry of Health, Brazil
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2009
Reference (Vancouver)
Brandao CMR, Acurcio FA, Andrade IG, Cherchiglia ML, Silva GD, Guerra Jr AA, Almeida AM, Queiroz OV, SZuter DC, Faleiros DR, Jorge EA. Gastos elevados com medicamentos do programa de medicamentos excepcionais do ministério da saúde/Brasil [Internet]. In: ISPOR Latin America 2009; Rio de Janeiro, Brazil. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-2nd-latin-america-conference/gastos-elevados-com-medicamentos-do-programa-de-medicamentos-excepcionais-do-ministerio-da-saude-Brasil
Identifier
2009ISPOR039
Resumo
Objetivos: Analisar gastos elevados com medicamentos do Programa de Medicamentos Excepcionais do Ministério da Saúde. Metodologia: Trata-se de um estudo de gastos do Ministério da Saúde com medicamentos do Programa de Medicamentos Excepcionais. Os dados foram provenientes dos registros das Autorizações de Procedimentos de Alta Complexidade, obtidos por pareamento probabilístico-determinístico, o qual gerou uma coorte histórica com 611,419 indivíduos com registros de gastos no período de 2000-2004. Foram analisadas as características dos usuários que apresentaram gastos elevados no período de 2000-2004, que incluíram os gastos totais situados a partir do percentil 99, em uma distribuição de gastos feitos para cada indivíduo, ordenada em ordem crescente. Fez-se uma descrição segundo a distribuição etária, sexo, região de residência, medicamentos utilizado no início do tratamento e diagnóstico no início do tratamento, agrupados por capítulos da Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Resultados: Dentre os usuários, 6,114 indivíduos (1%) produziram os maiores gastos no período, num total de R$772 milhões (26.3% do total). Desses pacientes, 55.1% eram do sexo feminino, 76.5% tinham de 20-59 anos (média de 36 anos) e 56.8% residiam na região sudeste. Os maiores gastos foram observados em maior frequência nos pacientes que iniciaram o tratamento utilizando imiglucerase e interferon (Beta 1a, 1b, alfa peguilado) e que tinham diagnóstico de doenças do sistema nervoso e de doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas. Conclusões: Os medicamentos mais caros são responsáveis por altos gastos do Ministério da Saúde e destinados a uma pequena parcela da população, predominantemente adultos, residentes na região sudeste e portadores de doenças crônicas. Deve-se salientar a importância de sistemas universais de saúde, que possibilitam o acesso ao tratamento dessas doenças, mas que deve ser fundamentado no uso racional de medicamentos. A maioria da população não teria como arcar com estes gastos, tendo em vista a renda per capita nacional.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objectives: To analyze high expenditures on medications within the Ministry of Health's Exceptional Medications Program. Methodology: This study examines the Ministry of Health's spending on medications under the Exceptional Medications Program. Data were sourced from records of High Complexity Procedure Authorizations, obtained through probabilistic-deterministic matching, which created a historical cohort of 611,419 individuals with recorded expenditures from 2000 to 2004. The study analyzed the characteristics of users with high expenditures during this period, focusing on total expenditures at or above the 99th percentile in a distribution of expenditures made for each individual, ordered in ascending order. The analysis included descriptions by age distribution, sex, region of residence, medications used at the start of treatment, and diagnosis at the start of treatment, grouped by chapters of the International Classification of Diseases (ICD-10). Results: Among the users, 6,114 individuals (1%) accounted for the highest expenditures during the period, totaling R$772 million (26.3% of the total). Of these patients, 55.1% were female, 76.5% were between 20-59 years old (average age of 36 years), and 56.8% resided in the southeast region. The highest expenditures were most frequently observed in patients who began treatment with imiglucerase and interferon (Beta 1a, 1b, pegylated alpha) and had diagnoses of nervous system diseases and endocrine, nutritional, and metabolic diseases. Conclusions: The most expensive medications are responsible for significant expenditures by the Ministry of Health and are directed toward a small segment of the population, predominantly adults residing in the southeast region and suffering from chronic diseases. The importance of universal health systems is emphasized, as they provide access to treatment for these conditions, but it should be based on the rational use of medications. Most of the population would not be able to afford these costs, given the national per capita income.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the aid of artificial intelligence.
Autores
Alessandra Maciel Almeida | Augusto Afonso Guerra Júnior | Cristina Mariano Ruas Brandão | Daniel Resende Faleiros | Daniele Araújo Campos Szuster | Eli Iola Gurgel Andrade | Elias Antônio Jorge | Francisco de Assis Acurcio | Grazielle Dias Silva | Mariângela Leal Cherchiglia | Odilon Vanni Queiroz