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Perfil, características do emprego e avaliação dos beneficiários de planos de saúde de assistência médica no Brasil: análise da Pesquisa Nacional de Saúde, 2019
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Título
Perfil, características do emprego e avaliação dos beneficiários de planos de saúde de assistência médica no Brasil: análise da Pesquisa Nacional de Saúde, 2019
Tipo de documento
Texto para discussão
Descrição
Texto para discussão publicado no Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS)
Fonte
IESS
Ano de publicação
2021
Referência (Vancouver)
Minami B. Perfil, características do emprego e avaliação dos beneficiários de planos de saúde de assistência médica no Brasil: análise da Pesquisa Nacional de Saúde, 2019 [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2021. (Texto para Discussão; n. 80). Disponível em: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-80-perfil-emprego-e-avaliacao-dos-beneficiarios
Identificador
2021IESS006
Title
Profile, employment characteristics, and health assessment of medical health plan beneficiaries in Brazil: analysis of the 2019 National Health Survey
Document type
Discussion Paper
Description
Discussion paper published by the Institute for Supplementary Health Studies (IESS)
Source
IESS
Publication year
2021
Reference (Vancouver)
Minami B. Perfil, características do emprego e avaliação dos beneficiários de planos de saúde de assistência médica no Brasil: análise da Pesquisa Nacional de Saúde, 2019 [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2021. (Texto para Discussão; n. 80). Available from: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-80-perfil-emprego-e-avaliacao-dos-beneficiarios
Identifier
2021IESS006
Resumo
A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019 foi o inquérito domiciliar de saúde mais amplo do território brasileiro. Com os microdados dessa pesquisa, este estudo teve como objetivo descrever o perfil, as características do emprego e a avaliação dos beneficiários de planos de saúde de assistência médica no Brasil em 2019. Espera-se que esse mapeamento seja a base de futuras análises e instigue estudos no setor de saúde. Os resultados demonstraram que dos 209,6 milhões de brasileiros, 54,6 milhões (ou 26% da população brasileira) possuíam um plano de assistência médica particular, de empresa ou órgão público, e 155,0 milhões (74%) não tinham acesso à saúde suplementar, ou seja, a maioria da população brasileira dependia do Sistema Único de Saúde (SUS) ou dos serviços privados (pagos do próprio bolso). Desses 54,6 milhões de beneficiários: 97% disseram ter apenas um plano de saúde; 83% disseram que consideravam o seu estado de saúde como bom ou muito bom; 78% disseram ter o plano há mais de 2 anos (sem interrupções); 77% avaliaram o plano de saúde como bom ou muito bom; 66% tinham ensino médio ou superior completo ou incompleto; 61% se autodeclararam brancos; 58% tinham entre 20 e 59 anos de idade; 54% residiam em SP, RJ ou MG; e 54% eram do sexo feminino. Do total de beneficiários, 29,6 milhões tinham idade de trabalhar (≥ 14 anos) e estavam ocupados. Desses: 77% disseram que a principal atividade da empresa que trabalhava era do segmento da “Educação, saúde e serviços sociais”, “Indústria”, “Comércio e Reparação” ou “Outras atividades”; 55% disseram que eram “Profissionais das ciências e intelectuais”, “Trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados” ou “Técnicos e profissionais de nível médio”; e 53% disseram ser empregados do setor privado. A taxa de cobertura por planos de saúde no Brasil foi de 26%. No entanto, por categorias, destaca-se que essa taxa foi de: 87% (quase nove em cada dez) entre os com rendimento acima de 5 salários-mínimos (s.m.); 76% entre os trabalhadores (idade ≥ 14 anos) que disseram que a sua empresa era do setor de “atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados”; 70% (sete em cada dez) entre os com rendimento maior que 3 até 5 s.m.; 70% entre os militares (do exército, da marinha, da aeronáutica, da polícia militar ou do corpo de bombeiros militar e idade ≥ 14 anos); 65% entre “Profissionais das ciências e intelectuais” (idade ≥ 14 anos); 62% entre diretores e gerentes (idade ≥ 14 anos); 60% (três em cada cinco) entre os com ensino superior completo ou incompleto; 52% entre os com rendimento maior que 2 até 3 s.m.; 39%entre os que se autodeclararam amarelos e 37% entre os brancos; e 38% entre os que residiam em SP e 37% entre os brasilienses.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
The 2019 National Health Survey (PNS) was the most comprehensive household health survey conducted across Brazil. Using the microdata from this survey, this study aimed to describe the profile, employment characteristics, and health assessment of beneficiaries of medical health plans in Brazil in 2019. This mapping is expected to serve as a foundation for future analyses and to stimulate studies in the health sector. The results showed that, out of 209.6 million Brazilians, 54.6 million (or 26% of the Brazilian population) had a private, employer-provided, or public medical health plan, while 155.0 million (74%) did not have access to supplementary health care, meaning that the majority of the Brazilian population relied on the Unified Health System (SUS) or private services (paid out-of-pocket). Among these 54.6 million beneficiaries: 97% reported having only one health plan; 83% considered their health status to be good or very good; 78% had held the plan for more than 2 years (without interruptions); 77% rated their health plan as good or very good; 66% had completed or partially completed secondary or higher education; 61% self-identified as white; 58% were between 20 and 59 years old; 54% lived in the states of São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), or Minas Gerais (MG); 54% were female. Of the total beneficiaries, 29.6 million were of working age (≥14 years) and employed. Among them: 77% reported that their company’s main activity was in “Education, health, and social services,” “Industry,” “Commerce and Repair,” or “Other activities”; 55% reported being “Science and intellectual professionals,” “Service workers, salespeople in commerce and markets,” or “Mid-level technical professionals”; 53% reported being employed in the private sector. The overall health plan coverage rate in Brazil was 26%. However, by category, the rates were: 87% (almost nine out of ten) among those earning more than 5 minimum wages; 76% among workers (≥14 years old) whose company was in “Financial, insurance, and related services”; 70% (seven out of ten) among those earning between 3 and 5 minimum wages; 70% among military personnel (army, navy, air force, military police, or fire department, aged ≥14 years); 65% among “Science and intellectual professionals” (≥14 years old); 62% among directors and managers (≥14 years old); 60% (three out of five) among those with some or complete higher education; 52% among those earning between 2 and 3 minimum wages; 39% among those who self-identified as yellow and 37% among whites; 38% among residents of SP and 37% among residents of Brasília.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.