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Doenças raras: panorama dos gastos com internações nos planos de saúde do Brasil (2021 e 2022)
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Título
Doenças raras: panorama dos gastos com internações nos planos de saúde do Brasil (2021 e 2022)
Tipo de documento
Texto para discussão
Descrição
Texto para discussão publicado no Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS)
Fonte
IESS
Ano de publicação
2024
Referência (Vancouver)
Lara N. Doenças raras: panorama dos gastos com internações nos planos de saúde do Brasil (2021 e 2022) [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2024. (Texto para Discussão; n. 101). Disponível em: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-101-doencas-raras-panorama-dos-gastos-com
Identificador
2024IESS008
Title
Rare diseases: overview of hospitalization expenditures in Brazil’s health plans (2021 and 2022)
Document type
Discussion Paper
Description
Discussion paper published by the Institute for Supplementary Health Studies (IESS)
Source
IESS
Publication year
2024
Reference (Vancouver)
Lara N. Doenças raras: panorama dos gastos com internações nos planos de saúde do Brasil (2021 e 2022) [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2024. (Texto para Discussão; n. 101). Available from: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-101-doencas-raras-panorama-dos-gastos-com
Identifier
2024IESS008
Resumo
Doença rara é aquela que coloca em risco a vida do paciente ou é cronicamente debilitante, com uma baixa prevalência que afeta até 65 pessoas em cada 10 mil habitantes; No Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas são afetadas por doenças raras; Este estudo é de natureza quantitativa e descritiva, utilizando dados de gastos com internações por doenças raras provenientes da Troca de Informações na Saúde Suplementar (D-TISS) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) durante o período de 2021 a 2022; O Estado de São Paulo destacou-se como a federação com o maior custo em relação às demais, representando 48,2% do total dos gastos com doenças raras em 2021 e 45,9% em 2022. Os gastos totais do Brasil apresentaram um aumento significativo de 26% em 2022 relativamente a 2021. E a frequência de internações teve um crescimento de 20,4% para o mesmo período. As operadoras de médio porte registraram a maior alta no custo médio de internação, com um aumento de 10,9% ao longo de 12 meses; A modalidade de operadora que apresentou o maior custo médio e maior crescimento em doze meses foi a autogestão, com valores de R$ 2.267,6 em 2021 e R$ 2.612,4 em 2022, representando um crescimento anual dos gastos de 15,2%. O custo médio de atendimento eletivo em internações teve um valor superior ao de urgência emergência. Em 2021, a doença que teve o custo médio mais alto foi a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), custando R$ 7.091,40 por internação. Já em 2022, o maior custo médio por internação foi associado à Atrofia Muscular Espinhal (AME), alcançando R$ 10.243,10.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
A rare disease is defined as a condition that is life-threatening or chronically debilitating, with low prevalence affecting up to 65 individuals per 10,000 inhabitants; in Brazil, approximately 13 million people are affected by rare diseases; this study is quantitative and descriptive in nature, using data on hospitalization expenditures related to rare diseases from the Supplementary Health Information Exchange system (D-TISS) of the National Supplementary Health Agency (ANS) for the period from 2021 to 2022; the state of São Paulo stood out as the federation unit with the highest costs compared to others, accounting for 48.2% of total rare disease expenditures in 2021 and 45.9% in 2022; total expenditures in Brazil increased significantly by 26% in 2022 compared to 2021, while hospitalization frequency grew by 20.4% over the same period; mid-sized operators recorded the highest increase in average hospitalization cost, with a 10.9% rise over 12 months; the operator modality with both the highest average cost and the greatest growth over the 12-month period was self-managed plans, with costs rising from R$2,267.60 in 2021 to R$2,612.40 in 2022, representing a 15.2% annual increase; the average cost of elective hospital care was higher than that of emergency care; in 2021, the disease with the highest average cost per hospitalization was amyotrophic lateral sclerosis (ALS), at R$7,091.40 per admission, while in 2022, the highest average cost was associated with spinal muscular atrophy (SMA), reaching R$10,243.10 per hospitalization.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.