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Mudanças climáticas e efeitos na saúde: desafios e oportunidades para a saúde suplementar no Brasil
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Título
Mudanças climáticas e efeitos na saúde: desafios e oportunidades para a saúde suplementar no Brasil
Tipo de documento
Texto para discussão
Descrição
Texto para discussão publicado no Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS)
Fonte
IESS
Ano de publicação
2025
Referência (Vancouver)
Delpino F. Mudanças climáticas e efeitos na saúde: desafios e oportunidades para a saúde suplementar no Brasil [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2025. (Texto para Discussão; n. 110). Disponível em: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-110-mudancas-climaticas-e-efeitos-na-saude
Identificador
2025IESS006
Title
Climate change and health impacts: challenges and opportunities for Brazil’s supplementary health sector
Document type
Discussion Paper
Description
Discussion paper published by the Institute for Supplementary Health Studies (IESS)
Source
IESS
Publication year
2025
Reference (Vancouver)
Delpino F. Mudanças climáticas e efeitos na saúde: desafios e oportunidades para a saúde suplementar no Brasil [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2025. (Texto para Discussão; n. 110). Available from: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-110-mudancas-climaticas-e-efeitos-na-saude
Identifier
2025IESS006
Resumo
As mudanças climáticas são um dos maiores desafios do século XXI, com impactos significativos sobre os sistemas naturais e a saúde humana. No Brasil, os efeitos variam conforme a região, exigindo respostas específicas para minimizar os riscos e fortalecer os sistemas de saúde; Este estudo visa apresentar os principais efeitos das mudanças climáticas na saúde, analisando desafios e oportunidades para o setor de Saúde Suplementar, com foco em estratégias de adaptação e mitigação; Temperaturas extremas e poluentes atmosféricos, como o ozônio, particulados, metais pesados, óxidos de várias substâncias, etc., elevam o risco cardiovascular, afetando principalmente populações vulneráveis, como idosos e grupos socioeconomicamente desfavorecidos; Estudo global indica uma relação em formato de U entre temperatura do ar e IMC, sugerindo que extremos térmicos podem contribuir para o aumento da obesidade, especialmente em países em desenvolvimento, devido a fatores como redução nos níveis de atividade física, regulação do organismo a temperaturas elevadas (reduzindo a necessidade de termogênese adaptativa) e mudanças nos padrões de alimentação; A adaptação às mudanças climáticas requer ampliação da vigilância em saúde, fortalecimento de programas preventivos e adoção de práticas sustentáveis nas operadoras de planos de saúde; A implementação de tecnologias como telemedicina, uso de energia limpa e práticas ESG são fundamentais para aumentar a resiliência do setor, promovendo uma abordagem integrada e sustentável para enfrentar os desafios climáticos.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Climate change is one of the greatest challenges of the 21st century, with significant impacts on natural systems and human health; in Brazil, these effects vary by region, requiring tailored responses to mitigate risks and strengthen health systems; this study aims to present the main health impacts of climate change, analyzing challenges and opportunities for the supplementary health sector, with a focus on adaptation and mitigation strategies; extreme temperatures and air pollutants—such as ozone, particulate matter, heavy metals, and various oxides—increase cardiovascular risk, particularly affecting vulnerable populations such as the elderly and socioeconomically disadvantaged groups; a global study indicates a U-shaped relationship between air temperature and BMI, suggesting that thermal extremes may contribute to rising obesity rates, especially in developing countries, due to factors such as reduced physical activity, physiological regulation at higher temperatures (reducing the need for adaptive thermogenesis), and changes in dietary patterns; adapting to climate change requires expanding health surveillance, strengthening preventive programs, and adopting sustainable practices among health plan operators; the implementation of technologies such as telemedicine, the use of clean energy, and ESG practices are essential to enhance sector resilience, promoting an integrated and sustainable approach to addressing climate-related challenges.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.