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Tendências do infarto agudo do miocárdio na saúde suplementar
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Título
Tendências do infarto agudo do miocárdio na saúde suplementar
Tipo de documento
Texto para discussão
Descrição
Texto para discussão publicado no Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS)
Fonte
IESS
Ano de publicação
2025
Referência (Vancouver)
Delpino F. Tendências do infarto agudo do miocárdio na saúde suplementar [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2025. (Texto para Discussão; n. 112). Disponível em: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-112-tendencias-do-infarto-agudo-do-miocardio-na
Identificador
2025IESS004
Title
Trends in acute myocardial infarction in Brazil’s supplementary health sector
Document type
Discussion Paper
Description
Discussion paper published by the Institute for Supplementary Health Studies (IESS)
Source
IESS
Publication year
2025
Reference (Vancouver)
Delpino F. Tendências do infarto agudo do miocárdio na saúde suplementar [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2025. (Texto para Discussão; n. 112). Available from: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-112-tendencias-do-infarto-agudo-do-miocardio-na
Identifier
2025IESS004
Resumo
As doenças cardiovasculares representam a principal causa de morte no Brasil, sendo responsáveis por aproximadamente 400.000 óbitos anuais, com o infarto agudo do miocárdio figurando como a principal causa isolada de morte cardiovascular, constituindo um dos maiores desafios para os sistemas de saúde; Este estudo analisa a evolução dos casos de infarto agudo do miocárdio entre beneficiários de planos de saúde no período de 2015 a 2024, utilizando dados do sistema D-TISS/ANS, com o objetivo de conscientizar a população sobre a prevenção das doenças cardiovasculares em alusão ao Dia Mundial do Coração; Os casos de infarto agudo do miocárdio por 100.000 beneficiários aumentaram 70,8% no período, passando de 20,59 casos em 2015 para 35,16 casos em 2024, com pico de 44,12 casos em 2023; A análise por número de prestadores revela crescimento de 36,6% nos casos de infarto agudo do miocárdio por prestador entre 2015 e 2024, passando de 4,94 para 6,75 casos por prestador, indicando aumento na carga assistencial da rede prestadora e concentração de casos nos serviços de saúde; Os homens apresentam risco superior às mulheres, com taxas 2,0 a 2,5 vezes maiores ao longo de todo o período analisado; O risco de infarto aumenta drasticamente com a idade, sendo que pessoas com 60 anos ou mais têm até 57 vezes mais chances de ter infarto do que menores de 40 anos; O período de 2020-2023 registrou o maior crescimento acumulado, possivelmente relacionado à pandemia de COVID-19 e mudanças nos padrões de busca por atendimento médico.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Cardiovascular diseases are the leading cause of death in Brazil, responsible for approximately 400,000 deaths annually, with acute myocardial infarction as the main isolated cause of cardiovascular mortality, representing one of the greatest challenges for health systems; this study analyzes the evolution of acute myocardial infarction cases among health plan beneficiaries between 2015 and 2024, using data from the D-TISS/ANS system, with the aim of raising awareness about cardiovascular disease prevention in reference to World Heart Day; cases of acute myocardial infarction per 100,000 beneficiaries increased by 70.8% over the period, rising from 20.59 cases in 2015 to 35.16 in 2024, with a peak of 44.12 cases in 2023; analysis by number of providers shows a 36.6% increase in cases per provider between 2015 and 2024, from 4.94 to 6.75 cases per provider, indicating increased care burden on the provider network and a concentration of cases within health services; men present higher risk than women, with rates 2.0 to 2.5 times higher throughout the analyzed period; the risk of myocardial infarction increases sharply with age, with individuals aged 60 years or older having up to 57 times higher risk compared to those under 40; the period from 2020 to 2023 recorded the highest cumulative growth, possibly associated with the COVID-19 pandemic and changes in healthcare-seeking behavior.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.