-
Evolução dos contratantes e beneficiários de planos coletivos empresariais de assistência médico-hospitalar no Brasil (2020–2024)
- Voltar
Título
Evolução dos contratantes e beneficiários de planos coletivos empresariais de assistência médico-hospitalar no Brasil (2020–2024)
Tipo de documento
Texto para discussão
Descrição
Texto para discussão publicado no Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS)
Fonte
IESS
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Minami B. Evolução dos contratantes e beneficiários de planos coletivos empresariais de assistência médico-hospitalar no Brasil (2020–2024) [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2026. (Texto para Discussão; n. 118). Disponível em: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-118-evolucao-dos-contratantes-e-beneficiarios-de
Identificador
2026IESS002
Title
Evolution of contractors and beneficiaries of employer-sponsored group medical-hospital health plans in Brazil (2020–2024)
Document type
Discussion Paper
Description
Discussion paper published by the Institute for Supplementary Health Studies (IESS)
Source
IESS
Publication year
2026
Reference (Vancouver)
Minami B. Evolução dos contratantes e beneficiários de planos coletivos empresariais de assistência médico-hospitalar no Brasil (2020–2024) [Internet]. São Paulo: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar; 2026. (Texto para Discussão; n. 118). Available from: https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-118-evolucao-dos-contratantes-e-beneficiarios-de
Identifier
2026IESS002
Resumo
Os planos coletivos empresariais constituem o principal tipo de contratação da saúde suplementar no Brasil, concentrando cerca de 71% dos vínculos e aproximadamente 37 milhões de beneficiários com assistência médico hospitalar em 2024. Entre 2020 e 2024, o número de empresas contratantes cresceu 48%, enquanto o número de beneficiários aumentou 17%. Como resultado, a razão média de beneficiários por contratante reduziu-se de 20 para 16 no período, evidenciando a redução da escala média dos contratos e o desacoplamento entre a expansão contratual e a expansão da cobertura assistencial. A ampliação da base contratual concentrou se em empresas de pequeno porte, especialmente aquelas com até quatro titulares, ao passo que a maior parte dos beneficiários permaneceu vinculada a grandes contratantes, responsáveis por cerca de 40% das vidas cobertas. Nos recortes setorial e de abrangência geográfica, observou se crescimento mais intenso do número de contratantes em segmentos mais pulverizados e em contratos de cobertura territorial mais restrita, sem alterações relevantes na distribuição dos beneficiários, que permaneceu concentrada em contratos de maior escala. Houve recomposição do perfil dos contratos, com maior difusão de mecanismos de compartilhamento de custos, especialmente a coparticipação, movimento mais pronunciado na base de contratantes do que na cobertura assistencial. Em conjunto, os resultados indicam que o período foi marcado por ampliação da capilaridade contratual, com continuidade estrutural na organização da cobertura dos planos coletivos empresariais no Brasil.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Employer-sponsored group health plans are the main type of contracting in Brazil’s supplementary health sector, accounting for about 71% of all contracts and approximately 37 million beneficiaries with medical-hospital coverage in 2024; between 2020 and 2024, the number of contracting companies increased by 48%, while the number of beneficiaries grew by 17%, resulting in a decline in the average number of beneficiaries per contractor from 20 to 16 over the period, indicating a reduction in the average scale of contracts and a decoupling between contractual expansion and the expansion of healthcare coverage; the growth in the contracting base was concentrated among small companies, especially those with up to four primary beneficiaries, while most beneficiaries remained linked to large contractors, which accounted for about 40% of covered lives; across sectoral and geographic scope analyses, there was stronger growth in the number of contractors in more fragmented segments and in contracts with more limited territorial coverage, with no significant changes in the distribution of beneficiaries, which remained concentrated in larger-scale contracts; there was also a reconfiguration of contract profiles, with greater adoption of cost-sharing mechanisms, particularly copayments, a trend more pronounced among contractors than in overall coverage; overall, the results indicate that the period was marked by an expansion in contractual reach, alongside structural continuity in the organization of coverage within employer-sponsored group health plans in Brazil.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.