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Transtornos do espectro autista: uma estratégia para o gerenciamento pelas operadoras de plano de saúde
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Título
Transtornos do espectro autista: uma estratégia para o gerenciamento pelas operadoras de plano de saúde
Tipo de documento
Artigo
Descrição
Artigo publicado na Revista Brasileira de Saúde Suplementar (RBSS)
Fonte
RBSS
Ano de publicação
2025
Referência (Vancouver)
Dopazo MA, Neves IN, Freitas AG, Silveira GL, Diniz SSA. Transtornos do espectro autista: uma estratégia para o gerenciamento pelas operadoras de plano de saúde. Rev Bras Saú Sup. 2025;1(1).
Identificador
2025RBSS008
Title
Autism Spectrum Disorder: a strategy for management by Health Insurance Providers
Document type
Article
Description
Article published in the Revista Brasileira de Saúde Suplementar (RBSS)
Source
RBSS
Publication year
2025
Reference (Vancouver)
Dopazo MA, Neves IN, Freitas AG, Silveira GL, Diniz SSA. Transtornos do espectro autista: uma estratégia para o gerenciamento pelas operadoras de plano de saúde. Rev Bras Saú Sup. 2025;1(1).
Identifier
2025RBSS008
Resumo
O artigo apresenta um modelo de gestão para atendimento de beneficiários com Transtorno do Espectro Autista (TEA) por Operadoras de Planos de Saúde (OPS), baseado na legislação vigente, normativas da ANS e evidências epidemiológicas. O aumento da prevalência de TEA, conforme dados do CDC americano, evidencia a necessidade de organizar a assistência com intervenções adequadas, precoces e individualizadas através de abordagem multidisciplinar. Trata-se de uma revisão da literatura, realizada na Unimed Federação Minas entre dezembro de 2024 e abril de 2025, analisando 16 legislações e 10 resoluções normativas. Destacou-se a obrigatoriedade de cobertura de tratamentos indicados pelo médico assistente, incluindo sessões ilimitadas com fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas, elevando custos operacionais sem garantia de resultados terapêuticos. Os investimentos em terapias para TEA já superam gastos oncológicos. A estratégia proposta enfatiza seis passos: mapeamento do perfil da carteira, construção de rede assistencial qualificada, disponibilidade de serviços, qualidade profissional, alinhamento entre prescritores e equipe executante, conformidade regulatória e alinhamento intersetorial com acolhimento. O modelo utiliza juntas médicas em casos de divergência técnica, buscando assegurar a sustentabilidade das operadoras e garantir atendimento eficaz e humanizado aos beneficiários com TEA.
Abstract
The article presents a management model for the care of beneficiaries with Autism Spectrum Disorder (ASD) by Health Plan Operators (HPOs), based on current legislation, ANS regulations, and epidemiological evidence. The increase in the prevalence of ASD, according to data from the US CDC, highlights the need to organize care with appropriate, early, and individualized interventions through a multidisciplinary approach. This is a literature review, conducted at Unimed Federação Minas between December 2024 and April 2025, analyzing 16 laws and 10 regulatory resolutions. It highlighted the mandatory coverage of treatments indicated by the attending physician, including unlimited sessions with speech therapists, psychologists, occupational therapists, and physical therapists, increasing operating costs without guaranteeing therapeutic results. Investments in ASD therapies already exceed oncology expenses. The proposed strategy emphasizes six steps: mapping the portfolio profile, building a qualified care network, service availability, professional quality, alignment between prescribers and the executing team, regulatory compliance, and intersectoral alignment with reception. The model uses medical boards in cases of technical divergence, seeking to ensure the sustainability of operators and guarantee effective and humanized care for beneficiaries with ASD.