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Uma metodologia pragmática para diretrizes de prática clínica adaptadas: desenvolvimento de recomendações de cuidados de suporte para câncer infantil em cenários globais
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Título
Uma metodologia pragmática para diretrizes de prática clínica adaptadas: desenvolvimento de recomendações de cuidados de suporte para câncer infantil em cenários globais
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na conferência anual da Global Evidence Summit (GEN)
Fonte
GES
Ano de publicação
2024
Referência (Vancouver)
Mukkada S, Mukkada SM, Reljic T, Abdelhafeez H, Abib S, Farmer J, et al. A Pragmatic Methodology for Adapted Clinical Practice Guidelines: Development of Supportive Care Recommendations for Childhood Cancer Across Global Settings. In: Abstracts of the 2nd Global Evidence Summit; 2024 Sep 10-13; Prague, Czech Republic. Cochrane Database Syst Rev. 2024;(1 Suppl 1):281.
Identificador
2024GES013
Title
A Pragmatic Methodology for Adapted Clinical Practice Guidelines: Development of Supportive Care Recommendations for Childhood Cancer Across Global Settings
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at the Global Evidence Summit (GEN) annual conference
Source
GES
Publication year
2024
Reference (Vancouver)
Mukkada S, Mukkada SM, Reljic T, Abdelhafeez H, Abib S, Farmer J, et al. A Pragmatic Methodology for Adapted Clinical Practice Guidelines: Development of Supportive Care Recommendations for Childhood Cancer Across Global Settings. In: Abstracts of the 2nd Global Evidence Summit; 2024 Sep 10-13; Prague, Czech Republic. Cochrane Database Syst Rev. 2024;(1 Suppl 1):281.
Identifier
2024GES013
Resumo
Histórico: Para atender às necessidades globais de diretrizes de prática clínica (CPGs), é necessária a consideração de vários contextos de implementação. Em cenários com recursos limitados, muitas vezes faltam evidências para apoiar o desenvolvimento tradicional de CPG. Objetivo: Testamos um novo método pragmático para adaptar as diretrizes existentes para o Adapted Resource and Implementation Application (ARIA Guide) usando um estudo de caso de recomendações de cuidados de suporte para cânceres infantis. Métodos: Desenvolvemos e testamos um processo de cinco etapas: 1) Busca sistemática de diretrizes existentes; 2) Avaliação crítica usando o instrumento AGREE II; 3) Síntese de recomendações; 4) Revisão de conteúdo; 5) Revisão de contexto. Apenas CPGs baseadas em evidências foram elegíveis para inclusão e passaram por avaliação independente por dois revisores treinados. CPGs que receberam pontuações ≥5 para avaliação geral e rigor de desenvolvimento foram resumidos. Se recomendações conflitantes foram identificadas, ambas avançaram para revisão de conteúdo. Se nenhuma CPG foi identificada, recomendações de protocolos de ensaios clínicos de grupo cooperativo foram resumidas. Um painel de especialistas no assunto (painel de conteúdo), incluindo um oncologista pediátrico, enfermeiro e farmacêutico, revisou recomendações sintetizadas para abrangência, clareza e precisão e destacou áreas que requerem adaptação. Um painel de contexto avaliou a viabilidade e adequação das recomendações para cenários como o deles e forneceu feedback específico sobre as adaptações necessárias durante um mínimo de duas rodadas de pesquisa. Recomendações adaptadas foram recirculadas para o painel para avaliação de aceitabilidade antes da finalização. Painéis de contexto foram reunidos por meio de sociedades/organizações profissionais visando a população de interesse e intencionalmente equilibrada em termos de gênero, definindo nível de recursos e experiência clínica, ao mesmo tempo em que incluíam representação de todas as regiões da Organização Mundial da Saúde. Resultados: 132 profissionais de saúde de 50 países participam atualmente do desenvolvimento de diretrizes de cuidados de suporte por meio do Guia ARIA. Até o momento, treinamos 36 profissionais de saúde para selecionar sistematicamente e avaliar criticamente as diretrizes. 21 tópicos estão atualmente em desenvolvimento: 11 em revisão de evidências, 8 em revisão de conteúdo e 2 em revisão de contexto. Conclusões: Nosso modelo pragmático para adaptar recomendações de CPGs existentes é viável e promove a prática baseada em evidências, ao mesmo tempo em que incorpora modificações para facilitar o atendimento de alta qualidade para pacientes em cenários com recursos variados. Essa abordagem se baseia em modelos de adaptação anteriores, adaptando recomendações para contextualizar evidências para impacto local e desenvolve capacidade global na síntese de evidências.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Background: To meet global needs for clinical practice guidelines (CPGs), consideration of varying implementation contexts is required. In resource limited settings, evidence to support traditional CPG development is often lacking. Objective: We tested a novel pragmatic method to adapt existing guidelines for the Adapted Resource and Implementation Application (ARIA Guide) using a case study of supportive care recommendations for childhood cancers. Methods: We developed and tested a five-step process: 1) Systematic search for existing guidelines; 2) Critical appraisal using AGREE II instrument; 3) Synthesis of recommendations; 4) Content Review; 5) Context Review. Only evidence-based CPGs were eligible for inclusion and underwent independent appraisal by two trained reviewers. CPGs receiving scores ≥5 for overall assessment and rigor of development were abstracted. If conflicting recommendations were identified, both advanced to content review. If no CPGs were identified, recommendations from cooperative group clinical trial protocols were abstracted. A panel of subject matter experts (content panel) including a pediatric oncologist, nurse and pharmacist reviewed synthesized recommendations for comprehensiveness, clarity, and accuracy and highlighted areas requiring adaptation. A context panel evaluated feasibility and appropriateness of recommendations to settings like theirs and provided specific feedback on adaptations needed during a minimum of two survey rounds. Adapted recommendations were recirculated to the panel for evaluation of acceptability prior to finalization. Context panels were assembled through professional societies/organizations targeting the population of interest and intentionally balanced gender, setting resource level and clinical experience while including representation from all World Health Organization regions. Results: 132 healthcare workers from 50 countries currently participate in the development of supportive care guidelines through the ARIA Guide. To date, we have trained 36 healthcare workers to systematically screen and critically appraise guidelines. 21 topics are currently under development: 11 in evidence review, 8 in content review, and 2 in context review. Conclusions: Our pragmatic model to adapt recommendations from existing CPGs is feasible and promotes evidence-based practice while incorporating modifications to facilitate high quality care for patients across variably-resourced settings. This approach builds on prior adaptation models by tailoring recommendations to contextualize evidence for local impact, and develops global capacity in evidence synthesis.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.