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Avaliação de valores e preferências relacionados à saúde sobre a redução de alimentos ricos em gordura saturada: uma análise conjunta de 7 países
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Título
Avaliação de valores e preferências relacionados à saúde sobre a redução de alimentos ricos em gordura saturada: uma análise conjunta de 7 países
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na conferência anual da Global Evidence Summit (GEN)
Fonte
GES
Ano de publicação
2024
Referência (Vancouver)
Alonso-Coello P, Bała MM, Castro Reyes B, Cruz Lopes L, Serio dos Santos DM, Žuljević MF, et al. Evaluating health-related values and preferences about reducing foods high in saturated fat: a pooled analysis from 7 countries. In: Abstracts of the 2nd Global Evidence Summit; 2024 Sep 10-13; Prague, Czech Republic. Cochrane Database Syst Rev. 2024;(1 Suppl 1):173.
Identificador
2024GES009
Title
Evaluating health-related values and preferences about reducing foods high in saturated fat: a pooled analysis from 7 countries
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at the Global Evidence Summit (GEN) annual conference
Source
GES
Publication year
2024
Reference (Vancouver)
Alonso-Coello P, Bała MM, Castro Reyes B, Cruz Lopes L, Serio dos Santos DM, Žuljević MF, et al. Evaluating health-related values and preferences about reducing foods high in saturated fat: a pooled analysis from 7 countries. In: Abstracts of the 2nd Global Evidence Summit; 2024 Sep 10-13; Prague, Czech Republic. Cochrane Database Syst Rev. 2024;(1 Suppl 1):173.
Identifier
2024GES009
Resumo
Contexto: Pouco se sabe sobre os valores e preferências do público relacionados à ingestão de gordura na dieta, particularmente com relação às evidências atuais sobre a associação entre gordura saturada (FS) e resultados de saúde. O estudo faz parte da NutriRECS Collaboration e informará as diretrizes de nutrição de saúde pública sobre FS. Objetivos: Investigar valores e preferências relacionados à redução de alimentos ricos em FS em resposta a informações baseadas em evidências sobre o efeito de tal mudança no risco de saúde cardiovascular — infarto do miocárdio (IM) como um resultado. Métodos: O estudo transversal foi conduzido no Brasil, Canadá, China, Croácia, Polônia, Espanha e Estados Unidos. Usando um questionário comum, coletamos informações sobre as características demográficas dos entrevistados, seu estilo de vida e histórico médico. Estratificamos os participantes em 1 de 4 categorias de risco cardiovascular (CV) de base. Com base em uma revisão sistemática e meta-análise de alta qualidade da Cochrane 2020, os entrevistados receberam infográficos sobre redução do risco absoluto (RRA) de IM se reduzissem sua ingestão de SF — para participantes com baixo risco CV, foram 2 casos a menos de IM por 1.000 pessoas; para moderado, 7 a menos; para alto, 18 a menos; e para muito alto, 24 casos a menos de IM. A certeza da evidência apresentada foi baixa. Os participantes foram questionados sobre a probabilidade, dada essa redução potencial, de reduzirem sua ingestão de SF. Resultados: Mais de 50% dos entrevistados estavam dispostos a reduzir sua ingestão de SF quando souberam sobre a evidência de baixa certeza e a RRA relativamente pequena de IM. As mulheres estavam mais dispostas a reduzir sua ingestão de SF (β = -0,53, P < 0,001), assim como as pessoas com padrão alimentar não onívoro (β = 0,22, P = 0,02) e um histórico recente de dieta com baixo teor de gordura (β = 0,88, P < 0,001). Em contraste, aquelas com histórico de dieta rica em gordura estavam menos dispostas (β = -0,44, P < 0,001). Não houve associações entre os 4 grupos de risco CV e o nível de disposição. Conclusões: Qualquer experiência anterior de mudança na dieta pode aumentar a flexibilidade cognitiva e comportamental; no entanto, convicções fortes sobre SF podem entrar em conflito com as recomendações alimentares e interferir no processo de mudança alimentar. Identificar atitudes individuais em relação às gorduras e informações baseadas em evidências pode aprimorar o processo de implementação de diretrizes.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Background: Little is known about the public’s values and preferences related to dietary fat intake, particularly with respect to the current evidence on association between saturated fat (SF) and health outcomes. The study is a part of NutriRECS Collaboration and will inform public health nutrition guidelines on SF. Objectives: To investigate values and preferences related to reducing foods high in SF in response to evidence-based information about the effect of such change on cardiovascular health risk—myocardial infarction (MI) as an outcome. Methods: The cross-sectional study was conducted in Brazil, Canada, China, Croatia, Poland, Spain, and the United States. Using a common questionnaire, we gathered information on demographic characteristics of the respondents, their lifestyle, and medical history. We stratified participants into 1 of 4 baseline cardiovascular (CV) risk categories. Based on a high-quality Cochrane 2020 systematic review and meta-analysis, the respondents were presented with infographics on absolute risk reduction (ARR) of MI if they reduced their SF intake—for participants with low CV risk, it was 2 fewer MI cases per 1000 people; for moderate, 7 fewer; for high, 18 fewer; and for very high, 24 fewer MI cases. The certainty of the presented evidence was low. Participants were asked how likely, given this potential reduction, they were to reduce their SF intake. Results: Over 50% of respondents were willing to reduce their SF intake when they learned about the low-certainty evidence and the relatively small ARR of MI. Women were more willing to reduce their SF intake (β = -0.53, P < 0.001), as were people with non omnivore dietary pattern (β = 0.22, P = 0.02) and a recent history of a low-fat diet (β = 0.88, P < 0.001). In contrast, those with a history of high-fat diet were less willing (β = -0.44, P < 0.001). There were no associations between the 4 CV risk groups and level of willingness. Conclusions: Any prior experience of changing one's diet may increase cognitive and behavioral flexibility; however, strong convictions about SF could stay in conflict with dietary recommendations and interfere with the process of dietary change. Identifying individual attitudes towards fats and evidence-based information could enhance guidelines implementation process.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.
Autores
Anna Prokop-Dorner | Boris Castro Reyes | Bradley C Johnston | Clara Pons Boyero | Claudia Valli | Danielle Maria de Souza Serio dos Santos | Gordon Guyatt | Heloisa Theodoro | Jessica Gillespie-Friesen | Joanna Zajac | Karolina Majdak | Katarzyna Zawisza | Lehana Thabane | Long Ge | Luciane Cruz Lopes | Luis Philipe Nagem | Małgorzata Maraj | Małgorzata Maria Bała | Marija Franka Žuljević | Nirjhar R Ghosh | Pablo Alonso-Coello | Qi Wang | Sylwia Warzecha | Tina Poklepović-Peričić