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Impacto orçamentário da introdução da vacina HPV no SUS: uma ferramenta para formuladores de políticas
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Título
Impacto orçamentário da introdução da vacina HPV no SUS: uma ferramenta para formuladores de políticas
Tipo de documento
Artigo
Descrição
Artigo científico publicado no Jornal Brasileiro de Economia da Saúde (JBES)
Fonte
JBES
Ano de publicação
2012
Referência (Vancouver)
Wichmann R, Silva M. Impacto orçamentário da introdução da vacina HPV no SUS: uma ferramenta para formuladores de políticas. J Bras Econ Saude. 2012;4(3):424-429.
Identificador
2012JBES019
Title
Budget impact analysis of the introduction of HPV vaccine in the Brazilian Public Healthcare System: a tool for policymakers
Document type
Article
Description
Scientific article published in the Brazilian Journal of Health Economics (JBES)
Source
JBES
Publication year
2012
Reference (Vancouver)
Wichmann R, Silva M. Impacto orçamentário da introdução da vacina HPV no SUS: uma ferramenta para formuladores de políticas. J Bras Econ Saude. 2012;4(3):424-429.
Identifier
2012JBES019
Resumo
Objetivo: Estimar o impacto orçamentário da introdução da vacina contra o HPV no Sistema Único de Saúde. Métodos: Para a estimação do impacto orçamentário foi delineado um cenário baseado em evidências científicas, considerando a cobertura previamente esperada da vacina e respeitando treze hipóteses fundamentais. Foram criados diferentes subgrupos de análise de acordo com faixas etárias distintas. Para calcular o custo da vacina somou-se o custo da vacinação com o custo da logística. Resultados: A vacinação é mais cara no primeiro ano, ou seja, em 2013, se for considerado mais de uma faixa etária. Porém, no ano seguinte, ocorre uma queda do impacto orçamentário e no último ano observa-se um aumento marginal do impacto. Os resultados deixam evidente que a vacinação do subgrupo que engloba todas as meninas entre 9 e 13 anos de idade se torna inviável, já que seus custos utilizariam o orçamento do Programa Nacional de Imunizações em quase 40%. Os impactos orçamentários da vacina tetravalente são equivalentes aos da vacina bivalente em termos de trajetória. Porém, em geral, o impacto orçamentário dessa vacina é um pouco maior do que a bivalente, já que a tetravalente é ligeiramente mais cara. Conclusão: Quando a vacinação abrange duas faixas etárias, a incorporação da vacina contra o HPV no Sistema Único de Saúde parece razoável.
Palavras-chave
Assistência farmacêutica | Doenças crônicas | Gerenciamento de doenças | Qualidade de vida
Abstract
Objective: To estimate the budget impact of the introduction of the HPV vaccine in the Brazilian Public Healthcare System. Methods: To estimate the budget impact, the study uses a scenario based on scientific evidence that considers previously expected vaccine coverage and respects thirteen fundamental assumptions. The study creates different subgroups of analysis according to different age groups. To calculate the cost of the vaccine we add the vaccination cost to the logistic cost. Results: Vaccination is the most expensive in the first year, i.e. in 2013, if considered more than one age. However, in the following year, a drop occurs on the budge impact and in the last year there is a marginal increase on the impact. The results indicate that vaccination of the subgroup comprising all girls between ages of 9 and 13 is unfeasible since the costs amount to almost 40% of the budget of the National Program on Immunization. The budgetary impact of the tetravalent vaccine is equivalent to the bivalent vaccine in terms of trajectory. However, in general, the budget impact of this vaccine is slightly larger than that of the bivalent, as the tetravalent is slightly more expensive. Conclusion: When vaccination covers two age groups, the incorporation of HPV vaccine in the Brazilian Public Healthcare System seems reasonable.