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Avaliação Situacional da Segurança na Terapia Medicamentosa em farmácias hospitalares e UPAS no ERJ
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Título
Avaliação Situacional da Segurança na Terapia Medicamentosa em farmácias hospitalares e UPAS no ERJ
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2022
Referência (Vancouver)
Queiroz APA, Ribeiro RB, Silva MA, Souza MF, Silva PCP. Avaliação Situacional da Segurança na Terapia Medicamentosa em farmácias hospitalares e UPAS no ERJ. J Assist Farmac Farmacoecon. 2022;7(Suppl 1).
Identificador
2022JAFF116
Title
Situational Assessment of Medication Therapy Safety in Hospital Pharmacies and Emergency Care Units in Rio de Janeiro
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2022
Reference (Vancouver)
Queiroz APA, Ribeiro RB, Silva MA, Souza MF, Silva PCP. Avaliação Situacional da Segurança na Terapia Medicamentosa em farmácias hospitalares e UPAS no ERJ. J Assist Farmac Farmacoecon. 2022;7(Suppl 1).
Identifier
2022JAFF116
Resumo
Introdução: Na ocorrência de falhas de utilização, os medicamentos de alta vigilância (MAVs) possuem risco elevado de Eventos Adversos(EA) que podem levar a lesões permanentes ou fatais e elevar os custos associados ao cuidado com o paciente. Um desafio para a gestão em segurança do paciente tem sido a assimilação de que a causa dos EA é multifatorial e que a ocorrência pode resultar até de falhas de planejamento. Sendo assim, se faz mister obter instrumentos de identificação rápida e próxima a realidade para mitigar estas ocorrências. Objetivo: Demostrar a aplicação de ferramenta para o diagnostico realizado para obtenção de indicadores da qualidade da Assistência Farmacêutica(AF)do gerenciamento da terapia medicamentosa em farmácias hospitalares e pré-hospitalares públicas no ERJ. Metodologia: Foi aplicado questionário composto por 36 perguntas abordando aspectos legais, estrutura física, RH e processos assistenciais e de gestão no período de 18/03 à 28/03/2022 para diagnostico da AF usando o aplicativo de gerenciamento de pesquisas do google que foi disponibilizado para preenchimento pelos farmacêuticos de 38 unidades pré-hospitalares (UPAS) e hospitalares do ERJ sob gestão da FSERJ. Resultados: Das unidades avaliadas, 100 % possuem farmaceuticos, estrutura fisica adequada e POPs, 90% possuem e divulgam a lista de identificação de MAVs e 70% fazem dupla checagem de medicamentos nas etapas de prescrição, dispensação e administração de MAVs. Também foram avaliados indicadores como: número de farmacêuticos clínicos, monitoramento de EA com MAVs e tipos de serviços clínicos e de gestão realizados. Obteve-se respostas de 13 hospitais, 01 Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), CEDI (Rio Imagem) e 23 Unidades de Pronto Atendimento(UPAS) do RJ. DISCUSSÃO: Apesar de todos possuírem farmacêuticos, quase 90% sem especialidade clínica porem realizam serviços clínicos como dispensação e revisão da farmacoterapia mas não realizam conciliação medicamentosa e acompanhamento farmacoterapêutico. Existem diferentes controles dos MAVs como: limitação do acesso, sistema de cores e rotulagem. Todos realizam dupla checagem de MAVs na dispensação, recebimento e fracionamento dos MAVs. Não foram relatados erros de dispensação de MAVs. e 70% possuem indicadores para monitoramento de EA causados por MAVs. Conclusão: Nas unidades pesquisadas, o farmacêutico não realiza alguns serviços clínicos essenciais para prevenção de EA e se dividem entre serviços logísticos e assistenciais. A ferramenta permitiu o levantamento das necessidades de capacitação e a elaboração de um plano de educação permanente para a formação clínica, indicadores e documentos norteadores para o uso seguro de medicamentos.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Medications with High Alert (HA) are prone to adverse events (AEs) that can lead to permanent or fatal injuries and increase patient care costs. A challenge in patient safety management is recognizing that AE causes are multifactorial, sometimes stemming from planning failures. Therefore, it is essential to have tools for rapid identification and mitigation of these occurrences. Objective: To demonstrate the application of a diagnostic tool for obtaining indicators of the quality of Pharmaceutical Care (PC) in managing drug therapy in public hospital and pre-hospital pharmacies in the State of Rio de Janeiro (ERJ). Methodology: A questionnaire comprising 36 questions addressing legal aspects, physical structure, human resources, and clinical and management processes was administered from March 18 to March 28, 2022. The survey was conducted using the Google Forms survey management app and filled out by pharmacists from 38 pre-hospital emergency units (UPAs) and hospitals under the management of FSERJ. Results: From the evaluated units, 100% have pharmacists, adequate physical structure, and Standard Operating Procedures (SOPs). Ninety percent disclose the list of HA medications, and 70% perform double-checks at the stages of prescription, dispensing, and administration of HA medications. Additional evaluated indicators included the number of clinical pharmacists, monitoring of AEs associated with HA medications, and types of clinical and management services provided. Responses were obtained from 13 hospitals, 1 Mobile Emergency Medical Service (SAMU), CEDI (Rio Imagem), and 23 Emergency Care Units (UPAs) in RJ. Discussion: Despite all units having pharmacists, nearly 90% lack clinical specialization but perform clinical services such as dispensing and pharmacotherapy review without medication reconciliation and pharmacotherapeutic monitoring. Different controls for HA medications exist, such as restricted access, color-coded systems, and labeling. All units perform double-checks for HA medications during dispensing, receiving, and fractioning. No dispensing errors for HA medications were reported, and 70% have indicators for monitoring AEs caused by HA medications. Conclusion: In the surveyed units, pharmacists do not perform some essential clinical services for AE prevention and are divided between logistical and clinical tasks. The diagnostic tool identified training needs and facilitated the development of a continuous education plan for clinical training, indicators, and guiding documents for safe medication use.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.