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Consultas Públicas da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec): perfil dos contribuintes dos formulários de experiência e opinião
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Título
Consultas Públicas da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec): perfil dos contribuintes dos formulários de experiência e opinião
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2022
Referência (Vancouver)
Losco LN, Sacramento AP, Almeida AO, Portugal CM, Barros MSR, Souza AB, Prado CCL, Santos VCC. Consultas Públicas da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec): perfil dos contribuintes dos formulários de experiência e opinião. J Assist Farmac Farmacoecon. 2022;7(Suppl 1).
Identificador
2022JAFF072
Title
Public Consultations of the National Commission for the Incorporation of Technologies in the Unified Health System (Conitec): Profile of Contributors to Experience and Opinion Forms
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2022
Reference (Vancouver)
Losco LN, Sacramento AP, Almeida AO, Portugal CM, Barros MSR, Souza AB, Prado CCL, Santos VCC. Consultas Públicas da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec): perfil dos contribuintes dos formulários de experiência e opinião. J Assist Farmac Farmacoecon. 2022;7(Suppl 1).
Identifier
2022JAFF072
Resumo
Introdução: A Conitec é um órgão colegiado de caráter permanente, que tem por objetivo assessorar o Ministério da Saúde nas atribuições relativas à incorporação, exclusão ou alteração de tecnologias em saúde no Sistema Único de Saúde (SUS), bem como na constituição ou alteração de protocolo clínico ou de diretriz terapêutica. Para isso, a Comissão realiza reuniões mensais para discutir e emitir recomendações sobre as tecnologias em saúde em avaliação. Cada tema avaliado pela Conitec recebe uma recomendação preliminar. Após esse parecer, abre-se uma consulta pública para que a sociedade possa opinar sobre o tema. As consultas públicas são disponibilizadas no site da Conitec e, ordinariamente, ficam abertas durante 20 dias. Desde o final de 2014, as consultas públicas sobre a avaliação de tecnologias em saúde apresentam dois tipos de formulários eletrônicos: um para contribuições técnico-científicas e outro para contribuições de experiência ou opinião. As contribuições recebidas nesses formulários são apresentadas em nova reunião da Conitec para emissão da recomendação final acerca da tecnologia avaliada. Objetivos: Analisar o perfil dos participantes dos formulários de experiência e opinião das consultas públicas abertas pela Conitec, sobre a avaliação de tecnologias em saúde, no período de 2015 a 2021. Métodos: Foram analisados dados contendo informações fornecidas pela Secretaria-Executiva da Conitec sobre as contribuições recebidas nos formulários entre os anos de 2015 e 2021. Para a construção do perfil do participante foram extraídas: tipo de tecnologia em saúde avaliada, tipo de participante, sexo, idade, cor/etnia e Unidade Federativa (UF) de residência. A variável de idade foi agrupada em faixas etárias quinquenais e as UFs de residência em regiões. Resultados: No período, foram realizadas 256 consultas públicas para avaliação de medicamentos, 46 de procedimentos e 22 sobre produtos de saúde. Com relação ao tipo de participante, 39% são familiares, amigos ou cuidadores de pacientes com a doença relacionada à tecnologia em avaliação, 32% interessados no tema, 15% profissionais de saúde, 13% pacientes e 1% grupos, associações ou organizações de pacientes. Verificou- se entre os participantes que 70% são do sexo feminino e 30% do sexo masculino. Com relação à idade, 48% dos participantes tem de 25 a 39 anos e 36% de 40 a 59 anos. A participação por cor/etnia é de 69% de pessoas brancas, 24% pardas, 5% pretas e 2% amarelas. Sobre as Regiões de residência dos participantes, 55% é do Sudeste, 18% doSul, 17% do Nordeste, 7% Centro-Oeste e 3% do Norte. Conclusão: Com os resultados observa-se desigualdades no perfil dos participantes, indicando fragilidades no alcance das consultas públicas. Evidenciar esses dados contribui para planejar ações futuras,alinhadas aos princípios de igualdade do SUS e que contribuam para a construção de uma participação plural, no que diz respeito à diversidade etária, racial, de sexo e regional.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Medication reconciliation plays a crucial role in detecting and preventing medication errors, thereby enhancing the safety of pharmacotherapy administered to hospitalized patients. Changes made to medication therapy upon patient admission and throughout their hospital stay can lead to medication errors and increased adverse drug events. Pharmacist intervention in this context serves as a tool for preventing or resolving issues identified during the reconciliation process, constituting an integral part of pharmacotherapeutic monitoring. Objective: The objective of this study is to quantify and evaluate medication reconciliations and pharmacist interventions conducted at the Clinical Pharmacy Unit of a University Hospital in Salvador, Bahia. Methods: This is a retrospective, quantitative, and descriptive study. It includes patients admitted to 13 units supervised by clinical pharmacists from September 2020 to September 2022, with an expected length of stay exceeding 48 hours. Medication reconciliation was performed by comparing the admission prescription with information obtained from the patient and/or family within 48 hours of admission based on the patient's home medication list. Pharmacist interventions were carried out with the prescribing professionals through critical analysis of the prescription. This study is approved by the Ethics Committee under number 4,465,789. Results and Discussion: During the study period, 14,342 patients were assisted. Out of these, 6,103 patients met the criteria for medication reconciliation, and 5,126 patients (84%) underwent reconciliation. Among the reconciliations performed, 8,054 discrepancies were identified, with 7,495 (93.06%) being justified and 559 (6.94%) unjustified discrepancies. A total of 9,810 pharmacist interventions were conducted, with 8,770 (89.2%) fully accepted, 628 (6.4%) partially accepted, and 412 (4.2%) not accepted. Within these interventions, 874 (8.9%) were related to inconsistencies found in the wording of medical prescriptions. Prescription errors are preventable events but still pose a significant risk of medication errors, even with the implementation of electronic prescriptions, thereby remaining a challenge in clinical pharmacy practice. Conclusion: The performance of clinical pharmacists in medication reconciliation and their early intervention are essential for ensuring the continuity of patient treatment safely. This approach allows for the identification and prevention of potential medication errors and medication-related problems.Introduction: The National Commission for the Incorporation of Technologies in the Unified Health System (Conitec) plays a crucial role in advising Brazil's Ministry of Health on decisions regarding the incorporation, exclusion, or modification of health technologies within the Unified Health System (SUS). Conitec's decisions are based on technical and scientific evaluations, as well as public input through consultations. These consultations are made available on Conitec's website, allowing individuals and organizations to express their opinions and share their experiences regarding the technologies under assessment. Objectives: This study aims to analyze the profile of participants who contributed to experience and opinion forms during public consultations conducted by Conitec for the evaluation of health technologies from 2015 to 2021. Methods: Data analyzed were provided by the Executive Secretariat of Conitec and included information from contributions received through experience and opinion forms during the mentioned public consultations. The analysis focused on the type of health technology evaluated, participant profiles by type (family members, friends, caregivers, interested parties, healthcare professionals, patients, groups/associations/organizations of patients), gender, age group, race/ethnicity, and region of residence. Results: During the analyzed period, 256 public consultations were held for the evaluation of medications, 46 for procedures, and 22 for health products. Regarding participant profiles, it was found that 39% were family members, friends, or caregivers of patients related to the evaluated technology, followed by 32% interested parties, 15% healthcare professionals, 13% patients, and 1% groups/associations/organizations of patients. In terms of gender, 70% of participants were female and 30% were male. Regarding age groups, 48% of participants were aged 25-39 years and 36% were aged 40-59 years. Participants identified as White accounted for 69%, mixed-race (Pardo) 24%, Black 5%, and Asian 2%. Regarding regions of residence, 55% were from the Southeast, 18% from the South, 17% from the Northeast, 7% from the Midwest, and 3% from the North. Conclusion: The results highlight disparities in participant profiles, indicating weaknesses in the outreach of public consultations. This data underscores the need to plan future actions aligned with SUS equality principles, aiming to foster diverse participation in terms of age, race/ethnicity, gender, and region.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.