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O farmacêutico na terapêutica antidepressiva e ansiolítica: utilização racional de medicamentos usados para amenizar os efeitos colaterais e reações adversas
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Título
O farmacêutico na terapêutica antidepressiva e ansiolítica: utilização racional de medicamentos usados para amenizar os efeitos colaterais e reações adversas
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2019
Referência (Vancouver)
Cavalcante EAB, Miranda JA, Sousa MSC, Filho JMTA, Silva MTA, Araújo RJ, Araújo AL, Oliveira CD. O farmacêutico na terapêutica antidepressiva e ansiolítica: utilização racional de medicamentos usados para amenizar os efeitos colaterais e reações adversas. J Assist Farmac Farmacoecon. 2019;4(Suppl 1).
Identificador
2019JAFF079
Title
The Pharmacist in Antidepressant and Anxiolytic Therapy: Rational Use of Medications to Mitigate Side Effects and Adverse Reactions
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2019
Reference (Vancouver)
Cavalcante EAB, Miranda JA, Sousa MSC, Filho JMTA, Silva MTA, Araújo RJ, Araújo AL, Oliveira CD. O farmacêutico na terapêutica antidepressiva e ansiolítica: utilização racional de medicamentos usados para amenizar os efeitos colaterais e reações adversas. J Assist Farmac Farmacoecon. 2019;4(Suppl 1).
Identifier
2019JAFF079
Resumo
Introdução: O uso de fármacos combinados para o tratamento de depressão e ansiedade tem aumentado progressivamente de forma que os antidepressivos e ansiolíticos estão envolvidos em relevantes interações farmacológicas. Na prática clínica, muitas destas interações destacam -se por potencial tóxico e caráter grave o que ressalta a importância do tema e a necessidade da prática da atenção farmacêutica mais ativa na identificação precoce dos pacientes em risco. Objetivo: O objetivo desse trabalho foi avaliar atuação do farmacêutico na terapêutica com antidepressivos e ansiolíticos bem como as interações destes e suas possíveis consequências. Métodos: O trabalho foi desenvolvido através de uma revisão bibliográfica de caráter qualitativo com busca de artigos nas bases de dados: Literatura Latino-Americana em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), BVS (Biblioteca Virtual em Saúde). Resultados: No campo da psiquiatria, a múltipla terapia tornou-se uma ferramenta de bastante utilidade incorporando o tratamento de um conjunto de distúrbios que afetam o Sistema Nervoso Central (SNC), objetivando-se ao aumento dos efeitos farmacológicos, principalmente em condições refratárias e de poucas respostas a um único medicamento. As interações mais comuns com os fármacos estudados, segundo a literatura, são: etanol, e sua interação com barbitúricos e benzodiazepínicos, podendo ocasionar depressão central importante, aumentando a possibilidade de depressão respiratória, falência cardiovascular, hipotermia e coma. A utilização de medicamentos em contato com drogas ilícitas como Anfetamina, metilfenidato, pode ocasionar potencialização do efeito na depressão. E ainda agentes hipoglicemiantes que interagem reduzindo (até 16%) a depuração da Sertralina. Desta forma é possível observar que o uso de vários medicamentos concomitantes é um dos principais fatores de risco para ocorrência de interações medicamentosas do tipo farmacocinéticas ou farmacodinâmicas, sendo fundamental a realização do Seguimento Farmacoterapêutico. Outro fator analisado foi o aspecto nutricional dos pacientes, pois os fármacos podem interagir com nutrientes, reduzindo a eficácia da terapia farmacológica e aumentando os efeitos adversos, depleção de nutrientes específicos e indução e inibição enzimática. Ainda é possível considerar as interações entre alimentos e medicamentos podem interferir na absorção e o aproveitamento dos nutrientes através de equilíbrios de complexação. Conclusão: Indivíduos que utilizam estes medicamentos devem receber acompanhamento farmacoterapêutico caso haja necessidade de utilizar qualquer outro medicamento, inclusive medicamentos de venda livre e alguns alimentos. Desta forma, o exercício da atenção farmacêutica, entre outras intervenções, pode minimizar tais ocorrências, já que o farmacêutico é o último contato que o paciente tem antes da administração do medicamento.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: The use of combination therapies for treating depression and anxiety has been steadily increasing, leading to significant pharmacological interactions between antidepressants and anxiolytics. In clinical practice, many of these interactions are notable for their potential toxicity and serious consequences, underscoring the importance of the topic and the need for more active pharmaceutical care in identifying at-risk patients early on. Objective: This study aimed to evaluate the role of pharmacists in the therapy involving antidepressants and anxiolytics, focusing on their interactions and potential consequences. Methods: The study was conducted through a qualitative literature review, searching articles in databases such as the Latin American Literature in Health Sciences (LILACS), Scientific Electronic Library Online (SCIELO), and Virtual Health Library (BVS). Results: In psychiatry, polypharmacy has become a valuable tool, incorporating the treatment of a range of disorders affecting the Central Nervous System (CNS), aimed at enhancing pharmacological effects, especially in refractory conditions with inadequate response to single-drug therapy. According to literature, the most common interactions with these drugs include ethanol, which interacts with barbiturates and benzodiazepines, potentially causing significant central depression, increasing the risk of respiratory depression, cardiovascular failure, hypothermia, and coma. The use of medications in conjunction with illicit drugs like amphetamines and methylphenidate can potentiate depressive effects. Additionally, hypoglycemic agents can reduce the clearance of Sertraline by up to 16%. Therefore, concurrent use of multiple medications is a major risk factor for pharmacokinetic or pharmacodynamic drug interactions, highlighting the crucial role of Pharmacotherapeutic Follow-up. Nutritional aspects of patients were also analyzed, as drugs can interact with nutrients, reducing pharmacological therapy efficacy, depleting specific nutrients, and inducing or inhibiting enzymes. Furthermore, interactions between food and medications can interfere with nutrient absorption and utilization through chelation balances. Conclusion: Individuals using these medications should receive pharmacotherapeutic monitoring, especially when considering the use of other prescription or over-the-counter medications, and certain foods. Thus, practicing pharmaceutical care, among other interventions, can minimize these occurrences, as pharmacists often represent the final point of contact before medication administration.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.