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Atuação do farmacêutico na terapêutica antineoplásica: objetivando a prevenção de interações medicamentosas
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Título
Atuação do farmacêutico na terapêutica antineoplásica: objetivando a prevenção de interações medicamentosas
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2019
Referência (Vancouver)
Cavalcante EAB, Miranda JA, Sousa MSC, Filho JMTA, Silva MTA, Cabral LJS, Batista MP, Andrade RAS. Atuação do farmacêutico na terapêutica antineoplásica: objetivando a prevenção de interações medicamentosas. J Assist Farmac Farmacoecon. 2019;4(Suppl 1).
Identificador
2019JAFF030
Title
Role of the Pharmacist in Antineoplastic Therapy: Aimed at Preventing Drug Interactions
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2019
Reference (Vancouver)
Cavalcante EAB, Miranda JA, Sousa MSC, Filho JMTA, Silva MTA, Cabral LJS, Batista MP, Andrade RAS. Atuação do farmacêutico na terapêutica antineoplásica: objetivando a prevenção de interações medicamentosas. J Assist Farmac Farmacoecon. 2019;4(Suppl 1).
Identifier
2019JAFF030
Resumo
Introdução: O papel do profissional farmacêutico na terapia antineoplásica é relevante para a qualidade do processo farmacoterapêutico, de forma que é dever desse profissional “avaliar os componentes presentes na prescrição médica, quanto à quantidade, qualidade, compatibilidade, estabilidade e suas interações medicamentosas”. Desta forma, é de fundamental importância que o farmacêutico compreenda que vários fatores afetam a resposta à quimioterapia, tais como a carga tumoral, dose e resistência aos fármacos, e fatores específicos do paciente que estarão relacionados à alimentação e utilização de outros medicamentos de forma que estes fatores são de risco potencial no desenvolvimento de interações medicamentosas. Objetivo: objetivo desse trabalho foi avaliar atuação do farmacêutico na terapêutica antineoplásica bem como as interações medicamentosas entre antineoplásicos, medicamentos, alimentos e/ou outros elementos naturais. Métodos: O trabalho foi desenvolvido através de uma revisão bibliográfica de caráter qualitativo com busca de artigos nas bases de dados: Literatura Latino-Americana em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Eletronic Library Online (SCIELO) e BVS (Biblioteca Virtual em Saúde). Resultados: a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determina que a competência legal para a preparação de drogas antineoplásicas é papel do farmacêutico, bem como avaliar a prescrição médica no que diz respeito à viabilidade, estabilidade e compatibilidade físico-química dos componentes entre si. Além disso, este profissional deve examinar a sua adequação aos protocolos estabelecidos pela equipe multidisciplinar de terapia antineoplásica. Desta forma, percebe-se ainda a relevância do farmacêutico na terapêutica antineoplásica para compreensão e garantia da utilização racional de muitos outros medicamentos usados para amenizar os efeitos colaterais e reações adversas como vômitos, diarreia, náuseas, cefaleias e imunossupressão. O uso de vários medicamentos concomitantemente é um dos principais fatores de risco para ocorrência de interações medicamentosas do tipo farmacocinéticas ou farmacodinâmicas, sendo fundamental a realização do Seguimento Farmacoterapêutico. Outro fator analisado foi o aspecto nutricional dos pacientes, pois os fármacos possuem o potencial de interagir com nutrientes, podendo resultar em redução na eficácia da terapia farmacológica, aumento dos efeitos adversos, depleção de nutrientes específicos, alterações no estado nutricional, indução e inibição enzimática. Observando-se também a associação com produtos naturais e/ou plantas medicinais, que em alguns casos pode ser uma medida paliativa para aliviar os sinais e sintomas, por outro lado essas interações podem ser altamente. Conclusão: Desta forma conclui-se que a presença do farmacêutico diante da terapia com antineoplásicos e na elaboração de manuais de normas e procedimentos farmacêuticos pode diminuir a frequência de erros de medicação e possíveis interações.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: The role of the pharmacist in antineoplastic therapy is crucial for ensuring the quality of the pharmacotherapeutic process, which includes evaluating the components of medical prescriptions in terms of quantity, quality, compatibility, stability, and potential drug interactions. Therefore, it is essential for pharmacists to understand that several factors influence chemotherapy response, such as tumor burden, drug dosage, resistance, and patient-specific factors related to diet and concurrent medication use, all of which pose potential risks for drug interactions. Objective: This study aimed to evaluate the pharmacist's role in antineoplastic therapy and the interactions among antineoplastic drugs, other medications, food, and natural elements. Methods: The study conducted a qualitative literature review, searching articles in databases such as the Latin American Literature in Health Sciences (LILACS), Scientific Electronic Library Online (SCIELO), and Virtual Health Library (BVS). Results: The Brazilian Health Regulatory Agency (ANVISA) mandates that pharmacists have the legal responsibility for preparing antineoplastic drugs and evaluating medical prescriptions for viability, stability, and physicochemical compatibility of drug components. Pharmacists also ensure compliance with protocols established by the multidisciplinary team involved in antineoplastic therapy. This underscores the pharmacist's critical role in antineoplastic therapy to ensure the rational use of medications aimed at mitigating side effects and adverse reactions such as vomiting, diarrhea, nausea, headaches, and immunosuppression. Concurrent use of multiple medications is a primary risk factor for pharmacokinetic or pharmacodynamic drug interactions, emphasizing the importance of Pharmacotherapeutic Follow-up. The study also considered the nutritional aspect of patients, as drugs can interact with nutrients, potentially reducing the efficacy of pharmacological therapy, increasing adverse effects, depleting specific nutrients, altering nutritional status, and inducing or inhibiting enzymes. Additionally, interactions with natural products and medicinal plants were examined, which can provide relief for symptoms but may also pose significant risks. Conclusion: In conclusion, the pharmacist's involvement in antineoplastic therapy and the development of pharmaceutical norms and procedures manuals can help reduce medication errors and potential interactions.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.