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Antibioticoprofilaxia em sítio cirúrgico em um ambiente hospitalar
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Título
Antibioticoprofilaxia em sítio cirúrgico em um ambiente hospitalar
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2019
Referência (Vancouver)
Lima RJA, Gomes MGS, Castro EFP, Ferreira TCM, Silva RMAC, Rodrigues AG, Silva SM Neto, Lins KRS. Antibioticoprofilaxia em sítio cirúrgico em um ambiente hospitalar. J Assist Farmac Farmacoecon. 2019;4(Suppl 1).
Identificador
2019JAFF024
Title
Antibiotic Prophylaxis in Surgical Sites in a Hospital Environment
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2019
Reference (Vancouver)
Lima RJA, Gomes MGS, Castro EFP, Ferreira TCM, Silva RMAC, Rodrigues AG, Silva SM Neto, Lins KRS. Antibioticoprofilaxia em sítio cirúrgico em um ambiente hospitalar. J Assist Farmac Farmacoecon. 2019;4(Suppl 1).
Identifier
2019JAFF024
Resumo
Introdução: A Infecção do Sítio Cirúrgico (ISC) ocupa a terceira posição nas infecções relacionadas aos serviços de saúde, sendo 14% a 16% daquelas encontradas em pacientes hospitalizados e é uma das mais importantes complicações do ato cirúrgico. Em 1999, o guia de prevenção de infecção do sítio cirúrgico (CDC) publicou os principais pontos de profilaxia. A antibioticoprofilaxia tem como finalidade a redução do risco e das ocorrências de infecções no ISC, sendo o início do antimicrobiano profilático até 60 minutos no máximo antes da incisão cirúrgica e em casos obstétricos pode ser administrado após o clampeamento do cordão. Objetivo: Evidenciar a importância da profilaxia antibiótica antes de procedimentos invasivos, bem como o uso racional de antimicrobiano em cirurgias. Método: Tratou-se de uma revisão de literatura realizada pelas bases de dados National Library of Medicine and National Institutes of Health (MEDLINE/PubMed), Scientific Eletronic Library Online (SciELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). Os critérios de inclusão considerados foram publicações de 2010 a 2018, excluindo-se textos incompletos, não científicos e sem disponibilidade na sua íntegra on-line. Resultados: A prevenção de uma infecção pode ser feita através de uma dose única de antibiótico com curta duração (24h) ou se prolongar até 48 horas. As cefalosporinas de primeira e segunda geração são geralmente as drogas de escolha, possuindo uma duração de ação desejável, espectro de atividade contra organismos comumente encontrados em cirurgia, segurança razoável e baixo custo. Conclusão: É importante que o uso de antimicrobianos não seja a principal medida para a prevenção de infecção do sítio cirúrgico. Diagnosticar e tratar infecções antes da cirurgia, corrigir ou compensar doenças de base, fazer um bom preparo pré-operatório, antissepsia de pele e utilizar uma técnica cirúrgica adequada são medidas fundamentais. O antibiótico deve ser selecionado observando aspectos como espectro de ação, toxicidade, farmacocinética, custo e fatores relacionados às especificidades das cirurgias. A profilaxia cirúrgica é necessária pois pode reduzir eventos adversos e infecções relacionadas a procedimentos cirúrgicos contribuindo para a segurança do paciente.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Surgical Site Infection (SSI) ranks third among healthcare-associated infections, accounting for 14% to 16% of those found in hospitalized patients and representing one of the most important complications of surgical procedures. In 1999, the Surgical Site Infection Prevention Guide (CDC) published the key prophylaxis points. Antibiotic prophylaxis aims to reduce the risk and occurrences of SSI, with the antimicrobial prophylaxis starting up to 60 minutes before surgical incision, and in obstetric cases, it can be administered after umbilical cord clamping. Objective: To highlight the importance of antibiotic prophylaxis before invasive procedures, as well as the rational use of antimicrobials in surgeries. Method: This was a literature review conducted using the National Library of Medicine and National Institutes of Health (MEDLINE/PubMed), Scientific Electronic Library Online (SciELO), and Latin American and Caribbean Health Sciences Literature (LILACS) databases. Inclusion criteria considered publications from 2010 to 2018, excluding incomplete, non-scientific, and unavailable texts. Results: Infection prevention can be achieved through a single dose of short-acting antibiotics (24 hours) or prolonged up to 48 hours. First and second-generation cephalosporins are generally the drugs of choice, providing desirable duration of action, spectrum of activity against commonly found surgical organisms, reasonable safety, and low cost. Conclusion: It is important that the use of antimicrobials is not the primary measure for preventing surgical site infections. Diagnosing and treating infections before surgery, correcting or compensating for underlying diseases, proper preoperative preparation, skin antisepsis, and employing appropriate surgical techniques are fundamental measures. Antibiotics should be selected considering aspects such as spectrum of action, toxicity, pharmacokinetics, cost, and factors related to surgical specificities. Surgical prophylaxis is necessary as it can reduce adverse events and surgical procedure-related infections, contributing to patient safety.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.