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Anticorpos monoclonais (erenumabe, galcanezumabe, eptinezumabe e fremanezumabe) no tratamento do transtorno de enxaqueca: uma revisão sistemática e metanálise
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Título
Anticorpos monoclonais (erenumabe, galcanezumabe, eptinezumabe e fremanezumabe) no tratamento do transtorno de enxaqueca: uma revisão sistemática e metanálise
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Documento publicado na Rebrats (Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde) que sintetiza informações, evidências e resultados de estudos ou avaliações em saúde, facilitando a compreensão e o acesso ao conhecimento científico.
Fonte
Rebrats
Ano de publicação
2023
Referência (Vancouver)
Araújo BC de, Lyrio AO, Ferreira FPS, Soares RSdS, Leandro ARL, Itria A. Anticorpos monoclonais (erenumabe, galcanezumabe, eptinezumabe e fremanezumabe) no tratamento do transtorno de enxaqueca: uma revisão sistemática e metanálise. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl. 1).
DOI
10.22563/2525-7323.2024.v9.s1.p.210
Identificador
2023REB187
Title
Monoclonal Antibodies (Erenumab, Galcanezumab, Eptinezumab, and Fremanezumab) in the Treatment of Migraine Disorder: A Systematic Review and Meta-Analysis
Document type
Summary
Description
A document published by Rebrats (Brazilian Network for Health Technology Assessment) that synthesizes information, evidence, and results from health studies or assessments, facilitating understanding of and access to scientific knowledge.
Source
Rebrats
Year of publication
2023
Reference (Vancouver)
Araújo BC de, Lyrio AO, Ferreira FPS, Soares RSdS, Leandro ARL, Itria A. Anticorpos monoclonais (erenumabe, galcanezumabe, eptinezumabe e fremanezumabe) no tratamento do transtorno de enxaqueca: uma revisão sistemática e metanálise. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl. 1).
DOI
10.22563/2525-7323.2024.v9.s1.p.210
Identifier
2023REB187
Resumo
Introdução: A enxaqueca é um distúrbio neurológico altamente incapacitante que afeta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo anualmente. A assistência aos pacientes com enxaqueca pode ser muito dispendiosa para o país devido à ausência nas atividades laborais. O tratamento atual para epi-sódios de enxaqueca inclui anti-inflamatórios não esteroidais e outros analgésicos, mas esses medica-mentos não são específicos. Os anticorpos monoclonais são uma classe recente de medicamentos pre-ventivos desenvolvidos para atuar especificamente na fisiopatologia da enxaqueca, representando uma opção terapêutica inovadora e promissora. Devido à alta prevalência da doença e às falhas terapêuticas em muitos tratamentos disponíveis, torna-se necessário avaliar medicamentos eficazes que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas com enxaqueca. Este estudo tem como objetivo avaliar se os anticorpos monoclonais (erenumabe, galcanezumabe, eptinezumabe e fremanezumabe) são eficazes e seguros para o tratamento de adultos com enxaqueca ao comparar com outros tratamentos ou placebo.Métodos: Foram incluídos estudos de ECR fase III que avaliaram anticorpos monoclonais em adultos com pelo menos 4 dias de enxaqueca por mês. As fontes de informação foram MEDLINE através do PubMed; Embase; LILACS; Cochrane Library; Scopus; Clinical Trials e as listas de referências dos arti-gos selecionados. Foi realizada a avaliação do risco de viés dos estudos com o RoB 2. A análise quali-tativa dos estudos incluídos foi apresentada em forma de quadro. A metanálise foi realizada para todos os desfechos possíveis. A heterogeneidade estatística foi medida por meio do I² de Higgins e Thompson, avaliando a magnitude da inconsistência.Resultados: A revisão sistemática incluiu 16 ensaios clínicos randomizados envolvendo 12.315 pacien-tes com enxaqueca crônica ou episódica, avaliando o efeito dos anticorpos monoclonais no tratamento da enxaqueca. A metanálise mostrou que os anticorpos monoclonais reduziram significativamente a frequência de episódios de enxaqueca (diferença média ponderada: -4,18(-6,18; -2,94); I2 100%) e o uso de medicação específica para cefaleia aguda (diferença média ponderada: -1,19(-1,96; -0,41); I2 100%), mas não apresentaram diferenças significativas na incapacidade relacionada à cefaleia (di-ferença média ponderada: -0,26(-3,07; 2,54); I2 100%). Além disso, os estudos relataram melhorias na qualidade de vida dos pacientes.Discussão e conclusões: Embora os resultados da metanálise tenham sido promissores, houve uma considerável heterogeneidade entre os estudos. Além disso, a maioria dos estudos usou placebo como grupo controle e a comparação com outros tratamentos foi limitada. No entanto, a análise de sensibi-lidade manteve os resultados favoráveis aos anticorpos monoclonais. Esses resultados sugerem que os anticorpos monoclonais são eficazes no tratamento da enxaqueca, mas são necessários mais estudos para confirmar esses achados e avaliar sua eficácia a longo prazo.
Palavras-chave
Anticorpos Monoclonais | Transtornos da Cefaleia | Transtornos de Enxaqueca
Observações
O registro foi originalmente publicado no idioma nativo em Português. As traduções foram geradas por inteligência artificial para o idioma Inglês.
Abstract
Introduction: Migraine is a highly disabling neurological disorder that affects more than one billion people worldwide annually. Care for patients with migraine can be very costly for the country due to absence from work activities. Current treatment for migraine episodes includes nonsteroidal anti-inflammatory drugs and other analgesics, but these medications are not specific. Monoclonal antibodies are a recent class of preventive drugs developed to specifically target the pathophysiology of migraine, representing an innovative and promising therapeutic option. Due to the high prevalence of the disease and the therapeutic failures of many available treatments, it is necessary to evaluate effective drugs that can improve the quality of life of people with migraine. This study aims to evaluate whether monoclonal antibodies (erenumab, galcanezumab, eptinezumab and fremanezumab) are effective and safe for the treatment of adults with migraine when compared with other treatments or placebo. Methods: Phase III RCT studies that evaluated monoclonal antibodies in adults with at least 4 migraine days per month were included. The sources of information were MEDLINE through PubMed; Embase; LILACS; Cochrane Library; Scopus; Clinical Trials and the reference lists of the selected articles. The risk of bias of the studies was assessed using RoB 2. The qualitative analysis of the included studies was presented in a table. Meta-analysis was performed for all possible outcomes. Statistical heterogeneity was measured using Higgins and Thompson's I², assessing the magnitude of inconsistency. Results: The systematic review included 16 randomized clinical trials involving 12,315 patients with chronic or episodic migraine, evaluating the effect of monoclonal antibodies in the treatment of migraine. The meta-analysis showed that monoclonal antibodies significantly reduced the frequency of migraine episodes (weighted mean difference: -4.18 (-6.18; -2.94); I2 100%) and the use of specific medication for acute headache (weighted mean difference: -1.19 (-1.96; -0.41); I2 100%), but did not present significant differences in headache-related disability (weighted mean difference: -0.26 (-3.07; 2.54); I2 100%). Furthermore, the studies reported improvements in the quality of life of patients. Discussion and conclusions: Although the results of the meta-analysis were promising, there was considerable heterogeneity among the studies. Furthermore, most studies used placebo as a control group and comparison with other treatments was limited. However, sensitivity analysis maintained the results favorable to monoclonal antibodies. These results suggest that monoclonal antibodies are effective in the treatment of migraine, but further studies are needed to confirm these findings and evaluate their long-term efficacy.
Observation
The record was originally published in its native language, Portuguese. The translations were generated by artificial intelligence into English.