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Medidas não farmacológicas no controle da dor e do estresse em recém-nascidos prematuros em UTIN: revisão sistemática e meta-análise em rede
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Título
Medidas não farmacológicas no controle da dor e do estresse em recém-nascidos prematuros em UTIN: revisão sistemática e meta-análise em rede
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Documento publicado na Rebrats (Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde) que sintetiza informações, evidências e resultados de estudos ou avaliações em saúde, facilitando a compreensão e o acesso ao conhecimento científico.
Fonte
Rebrats
Ano de publicação
2023
Referência (Vancouver)
Lopes TCP, Vieira AG da S, Silva LN da S, Cordeiro SA, Barreto CA, Miralha AL, Cardoso MSL, Andrade EO, Boechat AL, Gonçalves RL. Medidas não farmacológicas no controle da dor e do estresse em recém-nascidos prematuros em UTIN: revisão sistemática e meta-análise em rede. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl. 1).
DOI
10.22563/2525-7323.2024.v9.s1.p.162
Identificador
2023REB139
Title
Non-Pharmacological Measures for Pain and Stress Control in Preterm Newborns in Neonatal Intensive Care Units: A Systematic Review and Network Meta-Analysis
Document type
Summary
Description
A document published by Rebrats (Brazilian Network for Health Technology Assessment) that synthesizes information, evidence, and results from health studies or assessments, facilitating understanding of and access to scientific knowledge.
Source
Rebrats
Year of publication
2023
Reference (Vancouver)
Lopes TCP, Vieira AG da S, Silva LN da S, Cordeiro SA, Barreto CA, Miralha AL, Cardoso MSL, Andrade EO, Boechat AL, Gonçalves RL. Medidas não farmacológicas no controle da dor e do estresse em recém-nascidos prematuros em UTIN: revisão sistemática e meta-análise em rede. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl. 1).
DOI
10.22563/2525-7323.2024.v9.s1.p.162
Identifier
2023REB139
Resumo
Introdução: Todo ano nascem 15 milhões de prematuros no mundo, cerca de 1 milhão morre por com-plicações da prematuridade. Devido à imaturidade fisiológica, muitos prematuros necessitam de cui-dados especializados na UTIN e são submetidos a procedimentos dolorosos e estressantes que podem aumentar a FR, FC, PA e taxa metabólica, causar hipoglicemia, diminuir a SpO2 e alterar a expressão facial (choro, sono e vigília). Intensivistas têm implementado estratégias de humanização no controle da dor durante procedimentos dolorosos, com medidas farmacológicas e não farmacológicas, incluindo toque terapêutico, posição funcional, sucção não nutritiva, entre outras. No entanto, as evidências sobre essas medidas são limitadas, com baixa confiança e não é clara qual é mais eficaz. Este estudo teve como objetivo estabelecer quais medidas não farmacológicas são mais efetivas no controle da dor e do estresse em prematuros na UTIN.Métodos: Revisão sistemática com metanálise em rede de ensaios clínicos randomizados, publicados em inglês, português ou espanhol, com enfoque no prematuro em UTIN, comparando medidas far-macológicas e não farmacológicas para controle da dor e do estresse. A busca foi realizada nas bases de dados Medline/PubMed, Lilacs, Embase, Biblioteca Cochrane e PEDro, no período de abril/2020 a abril/2022, a partir de descritores encontrados no MeSH, definida por meio do acrônimo PICO(S): P (População) prematuro; I (Intervenção) medidas não farmacológicas para controle da dor e do estresse; C (Comparação) Analgesia sedativa ou nenhuma intervenção; O (Desfecho) Diminuição da dor e do estresse (desfecho primário), ganho de peso ou melhora nos parâmetros comportamentais (desfecho secundário) e S (desenho do estudo) ensaios clínicos randomizados. As ferramentas RoB2 e GRADE avaliaram a qualidade metodológicas e a qualidade da evidência e força da recomendação, respectiva-mente, dos artigos incluídos.Resultados: Foram identificados 210 estudos. Após seleção, 12 artigos relacionados ao desfecho pri-mário foram incluídos no estudo. As medidas usadas foram: sacarose ou glicose oral, batimento cardía-co ou música, odor/sabor do leite materno, sucção não nutritiva com chupeta, acupuntura magnética, contato pele a pele, contenção facilitada, saturação sensorial, fentanil e proparacaína. A metanálise incluiu 10 artigos. Foram agrupadas: “medidas com açúcares” (sacarose, glicose e dextrose); “terapias múltiplas” saturação sensorial (três ou mais medidas juntas) e “controle” (placebo, rotina padrão e incubadora). Terapias múltiplas foi a combinação odor/sabor do leite materno, batimentos cardíacos maternos e sucção não nutritiva com chupeta. A medida mais efetiva foi “terapias múltipla” (saturação sensorial), seguida de açúcar na chupeta e chupeta. O controle apresentou o pior resultado para esse desfecho.Discussão e conclusões: Identificar medidas não farmacológicas efetivas para o controle da dor e do es-tresse em prematuros internados em UTIN agrega opções terapêuticas custo-efetivas, orienta a tomada de decisão baseada em evidências científicas e amplia o conhecimento no manejo da dor neonatal. O uso de medidas não farmacológicas tem crescido nas UTIN. A primeira recomendação brasileira para estimulação sensório-motora de RNs e lactentes em UTIN recomendou a saturação sensorial (estimu-lação multimodal) para reduzir a dor e o estresse ou melhorar o estado comportamental dos RNs com forte grau de certeza. O açúcar é uma das medidas mais utilizadas para acalmar e reduzir a dor no RN, inclusive na UTIN. Com moderada qualidade de evidência, recomenda-se fortemente que medidas não farmacológicas sejam consideradas para o manejo da dor e do estresse em prematuros na UTIN, em especial saturação sensorial e açúcares.
Palavras-chave
Analgesia | Controle da Dor | Me-didas não Farmacológicas | Prematuro | Unidades de Terapia Intensiva Neonatal
Observações
O registro foi originalmente publicado no idioma nativo em Português. As traduções foram geradas por inteligência artificial para o idioma Inglês.
Abstract
Introduction: Every year, 15 million premature infants are born worldwide, and approximately 1 million die from complications of prematurity. Due to their physiological immaturity, many premature infants require specialized care in the NICU and are subjected to painful and stressful procedures that can increase RR, HR, BP, and metabolic rate, cause hypoglycemia, decrease SpO2, and alter facial expression (crying, sleep, and wakefulness). Intensivists have implemented humanization strategies to control pain during painful procedures, with pharmacological and nonpharmacological measures, including therapeutic touch, functional positioning, and nonnutritive sucking, among others. However, the evidence on these measures is limited, with low confidence, and it is unclear which is most effective. This study aimed to establish which non-pharmacological measures are most effective in controlling pain and stress in premature infants in the NICU. Methods: Systematic review with network meta-analysis of randomized clinical trials, published in English, Portuguese or Spanish, focusing on premature infants in the NICU, comparing pharmacological and non-pharmacological measures for pain and stress control. The search was carried out in the Medline/PubMed, Lilacs, Embase, Cochrane Library and PEDro databases, from April/2020 to April/2022, based on descriptors found in MeSH, defined by the acronym PICO(S): P (Population) premature; I (Intervention) non-pharmacological measures for pain and stress control; C (Comparison) sedative analgesia or no intervention; (Outcome) Decreased pain and stress (primary outcome), weight gain or improvement in behavioral parameters (secondary outcome), and S (study design) randomized clinical trials. The RoB2 and GRADE tools assessed the methodological quality and quality of evidence and strength of recommendation, respectively, of the included articles. Results: 210 studies were identified. After selection, 12 articles related to the primary outcome were included in the study. The measures used were: oral sucrose or glucose, heartbeat or music, odor/taste of breast milk, non-nutritive sucking with a pacifier, magnetic acupuncture, skin-to-skin contact, facilitated containment, sensory saturation, fentanyl, and proparacaine. The meta-analysis included 10 articles. The following were grouped: “measurements with sugars” (sucrose, glucose, and dextrose); “multiple therapies” sensory saturation (three or more measures together); and “control” (placebo, standard routine, and incubator). Multiple therapies were the combination of breast milk odor/taste, maternal heartbeat, and non-nutritive sucking with a pacifier. The most effective measure was “multiple therapies” (sensory saturation), followed by sugar in the pacifier and pacifier. The control presented the worst result for this outcome. Discussion and conclusions: Identifying effective non-pharmacological measures for controlling pain and stress in premature infants admitted to the NICU adds cost-effective therapeutic options, guides decision-making based on scientific evidence, and expands knowledge in the management of neonatal pain. The use of non-pharmacological measures has grown in the NICU. The first Brazilian recommendation for sensorimotor stimulation of newborns and infants in the NICU recommended sensory saturation (multimodal stimulation) to reduce pain and stress or improve the behavioral state of newborns with a high degree of certainty. Sugar is one of the most used measures to calm and reduce pain in newborns, including in the NICU. With moderate quality of evidence, it is strongly recommended that non-pharmacological measures be considered for the management of pain and stress in premature infants in the NICU, especially sensory saturation and sugars.
Keywords
Analgesia | Neonatal Intensive Care Units | Non-Pharmacological Measures | Pain Management | Premature
Observation
The record was originally published in its native language, Portuguese. The translations were generated by artificial intelligence into English.