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que influencia a aceitação da simulação realista na área da saúde? Uma análise qualitativa de modelos e desenvolvimento de um modelo de aceitação.
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Título
que influencia a aceitação da simulação realista na área da saúde? Uma análise qualitativa de modelos e desenvolvimento de um modelo de aceitação.
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Tiecher R, Paula F, Dionisio M, Moll J, Escudeiro A. What shapes acceptance of realistic simulation in healthcare? A qualitative template analysis and acceptance-model development [Internet]. In: ISPOR Europe 2026; 2026 nov; Viena, Áustria. Disponível em: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-europe-2026/poster-session-3-4/what-shapes-acceptance-of-realistic-simulation-in-healthcare-a-qualitative-template-analysis-and-acceptance-model-development
Identificador
2026ISPOR134
Title
What shapes acceptance of realistic simulation in healthcare? A qualitative template analysis and acceptance-model development
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2026
Reference (Vancouver)
Tiecher R, Paula F, Dionisio M, Moll J, Escudeiro A. What shapes acceptance of realistic simulation in healthcare? A qualitative template analysis and acceptance-model development [Internet]. In: ISPOR Europe 2026; 2026 Nov; Vienna, Austria. Available from: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-europe-2026/poster-session-3-4/what-shapes-acceptance-of-realistic-simulation-in-healthcare-a-qualitative-template-analysis-and-acceptance-model-development
Identifier
2026ISPOR134
Resumo
OBJETIVOS: A simulação realista com suporte tecnológico (TERS, na sigla em inglês) melhora a competência clínica e a segurança do paciente quando os profissionais de saúde a aceitam e as organizações a integram à prática rotineira. Os modelos de aceitação de tecnologia estabelecidos (TAM, UTAUT) foram projetados para sistemas de informação em geral e não capturam completamente a aceitação da TERS. Este estudo desenvolve um modelo conceitual de aceitação da TERS, seus antecedentes e resultados, para fundamentar um instrumento de mensuração. MÉTODOS: Realizamos um estudo qualitativo em um hospital público brasileiro com um programa de simulação consolidado. Utilizando amostragem intencional por máxima variação, analisamos entrevistas semiestruturadas com 42 profissionais de diferentes áreas, incluindo clínica, gestão, educação e funções não clínicas. Um modelo de codificação hierárquica foi desenvolvido por meio da Análise de Modelos, combinando cinco lentes teóricas (UTAUT; Difusão de Inovações; Tecnologia-Organização-Ambiente; Visão Baseada em Recursos; Transferência de Aprendizagem) com codificação indutiva. O rigor foi assegurado por um registro de auditoria, versão do modelo e justificativa de alterações; definições de temas fixadas antes da codificação; notas reflexivas; e revisão iterativa até a saturação temática. RESULTADOS: A análise resultou em sete temas que abrangem avaliação individual, experiência de simulação, condições organizacionais e benefício coletivo. A partir destes, a aceitação da TERS foi modelada como um construto de ordem superior com sete facetas: valor profissional percebido, acesso prático percebido, gerenciabilidade percebida, qualidade experiencial percebida, compatibilidade, influência social e legitimidade social. O modelo posiciona a aceitação entre três antecedentes organizacionais (apoio institucional, infraestrutura de simulação e legitimidade externa) e seus resultados (participação sustentada; competência autoavaliada e mudança na prática; e benefícios coletivos para pacientes, equipes e a organização). Valor profissional e qualidade experiencial foram as facetas mais fortemente endossadas; acesso prático limitado e apoio institucional foram as principais barreiras à participação. CONCLUSÕES: O domínio de conteúdo da aceitação da TERS é mais extenso e multidimensional do que as estruturas gerais de aceitação de tecnologia capturam. O modelo fornece uma base teoricamente fundamentada para um instrumento de aceitação do TERS, desenvolvido em uma fase subsequente de validação quantitativa, e para abordar as condições organizacionais que restringem o benefício da simulação para a qualidade do atendimento ao paciente.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
OBJECTIVES: Technology-enabled realistic simulation (TERS) improves clinical competence and patient safety when healthcare professionals accept it and organizations integrate it into routine practice. Established technology-acceptance models (TAM, UTAUT) were designed for general information systems and do not fully capture acceptance of TERS. This study develops a conceptual model of TERS acceptance, its antecedents, and outcomes, to ground a measurement instrument.
METHODS: We conducted a qualitative study at a Brazilian public hospital with an established simulation program. Using purposive maximum-variation sampling, we analyzed semi-structured interviews with 42 professionals across clinical, managerial, educational, and non-clinical roles. A hierarchical coding template was developed through Template Analysis, combining five theoretical lenses (UTAUT; Diffusion of Innovations; Technology-Organization-Environment; Resource-Based View; Learning Transfer) with inductive coding. Rigor was supported by an audit trail, template version, and change rationale; theme definitions fixed before coding; reflexive notes; and iterative revision to thematic saturation.
RESULTS: Analysis yielded seven themes spanning individual evaluation, simulation experience, organizational conditions, and collective benefit. From these, TERS acceptance was modeled as a higher-order construct of seven facets: perceived professional value, perceived practical access, perceived manageability, perceived experiential quality, compatibility, social influence, and social legitimacy. The model positions acceptance between three organizational antecedents (institutional support, simulation infrastructure, and external legitimacy) and its outcomes (sustained participation; self-assessed competence and practice change; and collective benefits for patients, teams, and the organization). Professional value and experiential quality were the most strongly endorsed facets; limited practical access and institutional support were the dominant barriers to participation.
CONCLUSIONS: The content domain of TERS acceptance is more extensive and multidimensional than general technology-acceptance frameworks capture. The model provides a theoretically grounded basis for a TERS-acceptance instrument, developed in a subsequent quantitative validation phase, and for addressing organizational conditions that constrain simulation's benefit to patient care quality.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.
Autores
Andreia Escudeiro | Fabio de Paula | Jorge Moll | Marcelo Dionisio | Ricardo Tiecher