-
Qualidade de Vida e Utilidade do Câncer de Mama em um Centro de Referência do SUS
- Voltar
Título
Qualidade de Vida e Utilidade do Câncer de Mama em um Centro de Referência do SUS
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Documento publicado na Rebrats (Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde) que sintetiza informações, evidências e resultados de estudos ou avaliações em saúde, facilitando a compreensão e o acesso ao conhecimento científico.
Fonte
Rebrats
Ano de publicação
2019
Referência (Vancouver)
Guerra RL, dos Reis NB, De Miranda Correa F, Fernandes R, da Silva Santos M, Almeida LM. Qualidade de Vida e Utilidade do Câncer de Mama em um Centro de Referência do SUS [Internet]. In: Primeiro Congresso da REBRATS. Galoá; 2019. Disponível em: 10.17648/rebrats-2019-113676
Identificador
2019REB080
Title
Breast Cancer Quality of Life and Health-state Utility at a Brazilian Reference Public Cancer Center
Document type
Summary
Description
A document published by Rebrats (Brazilian Network for Health Technology Assessment) that synthesizes information, evidence, and results from health studies or assessments, facilitating understanding of and access to scientific knowledge.
Source
Rebrats
Year of publication
2019
Reference (Vancouver)
Guerra RL, dos Reis NB, De Miranda Correa F, Fernandes R, da Silva Santos M, Almeida LM. Qualidade de Vida e Utilidade do Câncer de Mama em um Centro de Referência do SUS [Internet]. In: 1st REBRATS Congress. Galoá; 2019. Available at: 10.17648/rebrats-2019-113676
Identifier
2019REB080
Resumo
Introdução. As medidas de desfechos reportados pelos pacientes são ferramentas importantes para captar as perspectivas dos pacientes sobre os Resultado de saúde. O objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade de vida relacionada à saúde e derivar o escore de utilidade de pacientes com câncer de mama, antes e após início da terapia de rotina, em um centro de referência para câncer no Brasil. Métodos. Estudo de coorte prospectivo em que pacientes ambulatoriais recém-diagnosticadas com câncer de mama foram submetidas a uma entrevista em dois momentos: antes (baseline) e após início da terapia de rotina (6 meses de seguimento), com preenchimento dos questionários EQ-5D-3L/VAS e EORTC-QLQ-C30/BR23. Informações demográficas e clínicas adicionais foram revisadas em prontuários médicos. Resultado. Para as 196 pacientes incluídas, os domínios do EQ-5D mais afetados foram dor/desconforto e ansiedade/depressão. Houve melhora parcial destes domínios, enquanto mobilidade/atividades usuais/autocuidado pioraram no seguimento pós-início da terapia. As escalas do EORTC-QLQ-C30/BR23 mais afetadas foram funcionalidade emocional, insônia, dor, prazer sexual e perspectiva sobre a própria saúde no baseline, enquanto dificuldades financeiras, fadiga e efeitos colaterais da terapia no seguimento. As médias sequenciais da VAS foram 71,4 (IC95% 68,5-74,4) e 76,1 (95% CI73.3-78.8), enquanto as utilidades médias estimadas foram 71,2% (95%CI 68,6-73,7%) e 73,2% (95%CI 70,7–75,7%). No seguimento, a utilidade foi 68,9% (IC95% 64,8-73%) nos estágios III-IV e 69,2% (IC95% 65,2-73,1%) naqueles em uso de ≥2 esquemas quimioterápicos. Conclusão. Em um contexto de comprometimento da funcionalidade emocional, carga de sintomas e dificuldades financeiras, o câncer de mama produziu utilidade de 70%. Houve pequena melhora após cuidados de rotina, exceto nos casos de doença avançada e múltiplas quimioterapias. O menor ganho de utilidade do que VAS levanta a hipótese de que a transição para um estado com funcionalidade física mais comprometida pode ser pior avaliada pela comunidade do que pelos próprios pacientes.
Palavras-chave
medidas de desfechos reportados pelo paciente | Neoplasias da Mama | qualidade de vida relacionada à saúde
Observações
O registro foi originalmente publicado no idioma nativo em Português. As traduções foram geradas por inteligência artificial para o idioma Inglês.
Abstract
Introduction. Patient reported outcomes measure are important tools for capturing patients’ perspectives on health outcomes. This study´s aim was to evaluate health-related-quality-of-life and derive health-state-utility (HSU) from breast cancer patients, before and after routine therapy at a Brazilian reference public cancer center. Methods. In a prospective cohort study, a consecutive sample of outpatients newly diagnosed with breast cancer was submitted to two interviews (baseline, 6-month) to complete EQ-5D-3L/VAS and EORTC-QLQ-C30/BR23 questionnaires. Demographic and clinical information was reviewed from medical records. Results: For 196 patients, EQ-5D domains of pain/discomfort and anxiety/depression were mainly affected, but partially improved overtime, while mobility/usual activities/self-care worsened after therapy. EORTC-QLQ-C30/BR23 scales mostly affected were emotional functioning, insomnia, pain, sexual enjoyment and future self-health perspective at baseline, while financial difficulties, fatigue and therapy side-effects at follow-up. Overtime mean scores were 71.4 (95%CI68.5–74.4) and 76.1 (95% CI73.3–78.8) for EQ-5D-VAS, and 0.712 (95%CI0.686–0.737) and 0.732 (95%CI0.707–0.757) for HSU. HSU was 0.689 (95%CI0.648–0.730) in stages III-IV, and 0.692 (95%CI0.652–0.731) under two/three chemotherapy regimens. Conclusion. In a context of emotional functioning impairment, symptoms burden, and financial difficulties, breast cancer produced 70% of utility. There was little improvement after routine care, except in cases of advanced disease and multiple chemotherapies. The lower gain in HSU than VAS raises the hypothesis that a transition to a more compromised activity functioning state may be considered worse by the community than by the patients themselves.
Keywords
Breast Neoplasms | Health-Related Quality of Life | Patient-Reported Outcome Measures (PROMs)
Observation
The record was originally published in its native language, Portuguese. The translations were generated by artificial intelligence into English.
Autoria (authors)
Flávia de Miranda Corrêa | Liz Maria Almeida | Marisa da Silva Santos | Neilane Bertoni dos Reis | Renata Leborato Guerra | Ricardo Fernandes