-
Persistência no tratamento com medicamentos biológicos para artrite psoríaca
- Voltar
Título
Persistência no tratamento com medicamentos biológicos para artrite psoríaca
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Documento publicado na Rebrats (Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde) que sintetiza informações, evidências e resultados de estudos ou avaliações em saúde, facilitando a compreensão e o acesso ao conhecimento científico.
Fonte
Rebrats
Ano de publicação
2019
Referência (Vancouver)
Silva MRR, Santos JBR, Guerra Junior AA, Almeida AM, Alvares-Teodoro J, Acurcio F. Persistência no tratamento com medicamentos biológicos para artrite psoríaca [Internet]. In: Primeiro Congresso da REBRATS. Galoá; 2019. Disponível em: 10.17648/rebrats-2019-113663
Identificador
2019REB075
Title
Medication persistence with biological drugs for psoriatic arthritis in Brazil
Document type
Summary
Description
A document published by Rebrats (Brazilian Network for Health Technology Assessment) that synthesizes information, evidence, and results from health studies or assessments, facilitating understanding of and access to scientific knowledge.
Source
Rebrats
Year of publication
2019
Reference (Vancouver)
Silva MRR, Santos JBR, Guerra Junior AA, Almeida AM, Alvares-Teodoro J, Acurcio F. Persistência no tratamento com medicamentos biológicos para artrite psoríaca [Internet]. In: 1st REBRATS Congress. Galoá; 2019. Available at: 10.17648/rebrats-2019-113663
Identifier
2019REB075
Resumo
Introdução: A artrite psoriásica (AP) é uma doença inflamatória crônica que pode acometer múltiplas articulações e está associada a psoríase. O tratamento da AP com medicamentos biológicos no Sistema Único de Saúde (SUS) foi iniciado em 2010 com a inclusão de adalimumabe, etanercepte e infliximabe (anti-TNF). Métodos: Foi construída uma coorte histórica por meio de pareamento determinístico-probabilístico das bases de dados do Departamento de Informática do SUS. A descontinuação no tratamento foi definida como ausência de dispensação após 90 dias da última dispensação. O tempo de persistência no tratamento foi calculado como o tempo entre a primeira e a última dispensação, acrescido de um período de posse do medicamento de 30 dias para adalimumabe e etanercepte, e de 30 (indução) e 60 dias (manutenção) para infliximabe. A proporção de indivíduos persistentes foi avaliada aos 6, 12, 18 e 24 meses. A persistência no tratamento foi descrita por meio de curvas de Kaplan-meier e comparada por meio do teste de log-rank. Os preditores de descontinuação no tratamento foram verificados por meio de regressão de COX. Resultado: 11.008 pacientes foram analisados. O adalimumabe (51%) foi o medicamento mais utilizado. A persistência geral no tratamento foi de 78,1% em 6 meses, 56,5% em 12 meses, 44,3% em 18 meses e 37,6% em 24 meses. Indivíduos em uso de adalimumabe apresentaram maior persistência em relação à etanercepte e infliximabe (p <0,05). Os preditores de não persistência foram indivíduos do sexo feminino, mais jovens, residentes nas regiões Norte e Nordeste, em uso de infliximabe e etanercepte e com maior índice de Comorbidade de Charlson. Conclusão: A persistência no tratamento reduziu ao longo do tempo e foi maior nos indivíduos em uso de adalimumabe. As desigualdades regionais, o anti-TNF em uso, a idade, a presença de comorbidades e o sexo influenciaram na persistência no tratamento.
Palavras-chave
artrite psoriásica | Medicamentos Biológicos | Sistema Único de Saúde
Observações
O registro foi originalmente publicado no idioma nativo em Português. As traduções foram geradas por inteligência artificial para o idioma Inglês.
Abstract
Introduction: Psoriatic arthritis (PsA) is a chronic inflammatory disease that can affect multiple joints and is associated with psoriasis. Treatment of PsA with biological drugs in the Unified Health System (SUS) began in 2010 with the inclusion of adalimumab, etanercept, and infliximab. Methods: A historical cohort was built through deterministic-probabilistic linkage of the databases of the SUS Department of Informatics. Discontinuation of treatment was defined as no dispensation 90 days after the last dispensation. The time of medication persistence was calculated as the time between the first and last dispensation, plus a grace period of 30 days for adalimumab and etanercept, and 30 (induction) and 60 days (maintenance) for infliximab. The proportion of persistent individuals was assessed at 6, 12, 18 and 24 months. Medication persistence was described using KaplanMeier curves and compared using the log-rank test. Predictors of treatment discontinuation were verified by COX regression. Results: 11,008 patients were analyzed. Adalimumab (51%) was the most commonly used drug. Medication persistence was 78.1% at 6 months, 56.5% at 12 months, 44.3% at 18 months and 37.6% at 24 months. Individuals taking adalimumab had higher persistence than etanercept and infliximab (p
Keywords
biological drugs | Psoriatic Arthritis | Unified Health System
Observation
The record was originally published in its native language, Portuguese. The translations were generated by artificial intelligence into English.