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Vulnerabilidade em Saúde: Repensando Estratégias de intervenção na Saúde Suplementar
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Título
Vulnerabilidade em Saúde: Repensando Estratégias de intervenção na Saúde Suplementar
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Documento publicado na Rebrats (Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde) que sintetiza informações, evidências e resultados de estudos ou avaliações em saúde, facilitando a compreensão e o acesso ao conhecimento científico.
Fonte
Rebrats
Ano de publicação
2023
Referência (Vancouver)
Borin MC, del-Valle M, Braga PEF, Biscione FM, Kelles SMB. Vulnerabilidade em Saúde: Repensando Estratégias de intervenção na Saúde Suplementar. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl. 1).
DOI
10.22563/2525-7323.2024.v9.s1.p.139
Identificador
2023REB116
Title
Vulnerability in Health: Rethinking Intervention Strategies in the Private Healthcare Sector
Document type
Summary
Description
A document published by Rebrats (Brazilian Network for Health Technology Assessment) that synthesizes information, evidence, and results from health studies or assessments, facilitating understanding of and access to scientific knowledge.
Source
Rebrats
Year of publication
2023
Reference (Vancouver)
Borin MC, del-Valle M, Braga PEF, Biscione FM, Kelles SMB. Vulnerabilidade em Saúde: Repensando Estratégias de intervenção na Saúde Suplementar. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl. 1).
DOI
10.22563/2525-7323.2024.v9.s1.p.139
Identifier
2023REB116
Resumo
Introdução: Indicadores socioeconômicos e ambientais são utilizados para identificar e monitorar indi-víduos ou grupos em situação de maior suscetibilidade a problemas de saúde. A necessidade de uma abordagem das relações entre estes indicadores e a saúde populacional é o argumento norteador da construção do indicador composto chamado Índice de Vulnerabilidade da Saúde (IVS). Esse estudo procurou mapear essas fragilidades utilizando IVS entre beneficiários de uma operadora da saúde su-plementar na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O objetivo do levantamento é promover intervenções para melhoria de acesso, eficiência, equidade e qualidade nos serviços de saúde que presta para a comunidade assistida.Métodos: A Prefeitura de Belo Horizonte (BH), MG, estabeleceu em 2012, o IVS, inicialmente para o Município. Usando a mesma metodologia, foi calculado o índice para todos os clientes da operadora, mesmo os que moram fora de BH. O índice compreende 8 indicadores censitários distribuídos em saneamento e socioeconomia, utilizando os dados do Censo do IBGE de 2010. Ponderamos essas variáveis para calcular o IVS final, classificando os setores censitários em níveis de risco: Baixo, Médio Elevado e Muito Elevado. Cada beneficiário da operadora de saúde na RMBH foi categorizado conside-rando o endereço registrado em sua base administrativa. Com esses endereços foi criado um painel com a distribuição geográfica dos clientes. Projeções cartográficas foram empregadas para identificar áreas de vulnerabilidade e avaliar as distâncias percorridas até as unidades de atendimento da operadora.Resultados: Foi desenvolvido um painel de IVS de todos os beneficiários da operadora de saúde su-plementar com atuação na RMBH. Os resultados preliminares apontam que 5,44% dos beneficiários vivem em regiões de risco elevado ou muito elevado. Destes beneficiários, 91,8% se distribuem pelas regiões da região metropolitana fora da capital. Esses beneficiários utilizam unidades de atendimento na periferia da capitalou na RMBH.Discussão e conclusões: A partir dos dados obtidos com o estudo, será possível avaliar a relação entre vulnerabilidade e utilização dos serviços de saúde. Segundo um referencial teórico, grupos mais vulne-ráveis recorrem mais frequentemente aos PA, como forma de solucionar suas demandas de saúde, que fica atendida de forma pontual e não estruturada. Uma possibilidade a ser explorada é a busca de corre-lação entre a vulnerabilidade e a utilização de pronto atendimento. Além disso, a mobilidade é um fator limitante para muitos indivíduos que dependem do transporte público para se deslocar, e a avaliação da adequação dos processos e fluxos de atendimento ganha relevância nesse contexto, garantindo que mesmo aqueles que enfrentam desafios de mobilidade possam acessar os serviços de forma eficiente e oportuna. A abordagem integrativa apresentada neste estudo tem o potencial de direcionar estratégias de intervenção em saúde, especialmente para os grupos mais vulneráveis da população. Isso pode contribuir significativamente para a promoção da equidade e o aprimoramento do acesso aos serviços de saúde, considerando as complexas dinâmicas socioeconômicas envolvidas.
Palavras-chave
Observações
O registro foi originalmente publicado no idioma nativo em Português. As traduções foram geradas por inteligência artificial para o idioma Inglês.
Abstract
Introduction: Socioeconomic and environmental indicators are used to identify and monitor individuals or groups at greater risk of health problems. The need to address the relationship between these indicators and population health is the guiding argument for the construction of a composite indicator called the Health Vulnerability Index (IVS). This study sought to map these weaknesses using IVS among beneficiaries of a supplementary health insurance provider in the Belo Horizonte Metropolitan Region (RMBH). The objective of the survey is to promote interventions to improve access, efficiency, equity, and quality in the health services provided to the assisted community. Methods: The City of Belo Horizonte (BH), MG, established the IVS in 2012, initially for the municipality. Using the same methodology, the index was calculated for all of the provider's clients, even those who live outside BH. The index comprises eight census indicators distributed across sanitation and socioeconomics, using data from the 2010 IBGE Census. We weighted these variables to calculate the final IVS, classifying the census sectors into risk levels: Low, Medium High and Very High. Each beneficiary of the health insurance company in the RMBH was categorized considering the address registered in its administrative base. Using these addresses, a panel with the geographic distribution of clients was created. Cartographic projections were used to identify areas of vulnerability and assess the distances traveled to the operator's service units. Results: An IVS panel was developed for all beneficiaries of the supplementary health insurance company operating in the RMBH. Preliminary results indicate that 5.44% of the beneficiaries live in regions of high or very high risk. Of these beneficiaries, 91.8% are distributed throughout the regions of the metropolitan region outside the capital. These beneficiaries use health care units on the outskirts of the capital or in the metropolitan region of Rio Grande do Sul. Discussion and conclusions: Based on the data obtained from the study, it will be possible to assess the relationship between vulnerability and use of health services. According to a theoretical framework, more vulnerable groups resort more frequently to emergency care units as a way to resolve their health demands, which are met in a timely and unstructured manner. One possibility to be explored is the search for a correlation between vulnerability and the use of emergency care. In addition, mobility is a limiting factor for many individuals who depend on public transportation to get around, and the assessment of the adequacy of care processes and flows gains relevance in this context, ensuring that even those who face mobility challenges can access services efficiently and timely. The integrative approach presented in this study has the potential to direct health intervention strategies, especially for the most vulnerable groups of the population. This can contribute significantly to promoting equity and improving access to health services, considering the complex socioeconomic dynamics involved.
Keywords
ANS | Health Vulnerability | IVS | Unimed-BH
Observation
The record was originally published in its native language, Portuguese. The translations were generated by artificial intelligence into English.