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Modelos de financiamento para terapias com células CAR-T em sistemas de saúde: uma revisão de escopo
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Título
Modelos de financiamento para terapias com células CAR-T em sistemas de saúde: uma revisão de escopo
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Documento publicado na Rebrats (Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde) que sintetiza informações, evidências e resultados de estudos ou avaliações em saúde, facilitando a compreensão e o acesso ao conhecimento científico.
Fonte
Rebrats
Ano de publicação
2023
Referência (Vancouver)
Araujo CP de, Dorneles G, Schneider NB, Falavigna M. Modelos de financiamento para terapias com células CAR-T em sistemas de saúde: uma revisão de escopo. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl. 1).
DOI
10.22563/2525-7323.2024.v9.s1.p.126
Identificador
2023REB103
Title
Funding Models for CAR-T Cell Therapies in Healthcare Systems: A Scoping Review
Document type
Summary
Description
A document published by Rebrats (Brazilian Network for Health Technology Assessment) that synthesizes information, evidence, and results from health studies or assessments, facilitating understanding of and access to scientific knowledge.
Source
Rebrats
Year of publication
2023
Reference (Vancouver)
Araujo CP de, Dorneles G, Schneider NB, Falavigna M. Modelos de financiamento para terapias com células CAR-T em sistemas de saúde: uma revisão de escopo. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl. 1).
DOI
10.22563/2525-7323.2024.v9.s1.p.126
Identifier
2023REB103
Resumo
Introdução: A terapia com células T do receptor de antígeno quimérico (CAR-T) é uma imunoterapia promissora no combate a doenças oncológicas, principalmente hematológicas, como leucemias e lin-fomas. O processo de fabricação personalizado da terapia com células CAR-T tem caráter inovador associado a custos elevados, o que constitui um desafio para o acesso do paciente, principalmente no contexto do sistema público de saúde. Em 2022, foram aprovadas três terapias com células CAR-T no Brasil. É importante identificar políticas e modelos de financiamento apropriados para melhorar o acesso a essas imunoterapias. Para entender as possibilidades de financiamento da terapia com células CAR-T e identificar alternativas para os Sistema Único de Saúde (SUS), o objetivo desta revisão de es-copo foi investigar modelos relacionados ao financiamento da terapia com células CAR -T em sistemas de saúde em todo o mundo. Métodos: A busca foi realizada no MEDLINE (via PubMed) e LILACS em 6 de março de 2023. A es-tratégia de busca incluiu termos relacionados à terapia (Imunoterapia adotiva) e ao contexto (Financia-mento da saúde), sem restrições quanto ao idioma e publicados a partir de 2018. Após a remoção de duplicatas, foi realizada triagem por títulos e resumos, em seguida, os textos completos foram revisados por dois revisores independentes. Foi realizada busca manual de literatura nas referências dos estudos incluídos e na literatura cinzenta (DOI 10.17605/OSF.IO/95ACK).Resultados: De 615 referências avaliadas, 29 publicações foram incluídas. Identificamos 15 países com sistemas de saúde, públicos e/ou privados, que financiam terapias com células CAR-T. Os modelos de financiamento implementados mais comumente relatados foram o acordo baseado em resultado (outcome-based payment, OBP) (n=8) associado ou não à cobertura com desenvolvimento de evidên-cia (coverage with evidence development, CED) (n=8), seguido pelo grupo relacionado ao diagnóstico (diagnosis related group, DRG) associado ou não a pagamentos adicionais (add-on payments)(n=3). Alguns OBP são acordados diretamente com o fabricante, inseridas em uma política de compartilha-mento de risco.Discussão e conclusões: As incertezas clínicas sobre a terapia com células CAR-T e seu alto custo ainda impedem que muitos sistemas de saúde a financiem. Acordos de compartilhamento de risco podem ser uma alternativa para mitigar o impacto das incertezas em sua efetividade, contudo não são as únicas estratégias possíveis de serem utilizadas. Os OBP associados à CDE parecem uma forma promissora de aumentar o acesso e fomentar o desenvolvimento de evidências sobre sua efetividade. No contexto do SUS, é importante que os gestores se antecipem buscando alternativas de financiamento para essas terapias.
Observações
O registro foi originalmente publicado no idioma nativo em Português. As traduções foram geradas por inteligência artificial para o idioma Inglês.
Abstract
Introduction: Chimeric antigen receptor T-cell (CAR-T) therapy is a promising immunotherapy for combating oncological diseases, mainly hematological ones, such as leukemia and lymphoma. The customized manufacturing process of CAR-T cell therapy has an innovative nature associated with high costs, which constitutes a challenge for patient access, especially in the context of the public health system. In 2022, three CAR-T cell therapies were approved in Brazil. It is important to identify appropriate policies and financing models to improve access to these immunotherapies. To understand the financing possibilities for CAR-T cell therapy and identify alternatives for the Unified Health System (SUS), the objective of this scoping review was to investigate models related to the financing of CAR-T cell therapy in health systems worldwide. Methods: The search was performed in MEDLINE (via PubMed) and LILACS on March 6, 2023. The search strategy included terms related to the therapy (Adoptive immunotherapy) and context (Healthcare financing), with no language restrictions and published from 2018 onwards. After removing duplicates, screening was performed by titles and abstracts, then the full texts were reviewed by two independent reviewers. A manual literature search was performed in the references of the included studies and in the gray literature (DOI 10.17605/OSF.IO/95ACK). Results: Of 615 references evaluated, 29 publications were included. We identified 15 countries with public and/or private healthcare systems that finance CAR-T cell therapies. The most commonly reported financing models implemented were outcome-based payments (OBP) (n=8) with or without coverage with evidence development (CED) (n=8), followed by diagnosis-related groups (DRG) with or without add-on payments (n=3). Some OBPs are agreed directly with the manufacturer, as part of a risk-sharing policy. Discussion and conclusions: Clinical uncertainties about CAR-T cell therapy and its high cost still prevent many health systems from financing it. Risk-sharing agreements may be an alternative to mitigate the impact of uncertainties on its effectiveness, but they are not the only possible strategies to be used. OBPs associated with CED appear to be a promising way to increase access and foster the development of evidence on its effectiveness. In the context of the SUS, it is important that managers anticipate and seek financing alternatives for these therapies.
Observation
The record was originally published in its native language, Portuguese. The translations were generated by artificial intelligence into English.
Autoria (authors)
Cintia Pereira de Araujo | Gilson Dorneles | Maicon Falavigna | Nayê Balzan Schneider